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Polícia Federal deflagra operação Segurança Legal no Rio

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A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (11) a operação Segurança Legal, para apurar suspeitas de irregularidades na prestação de serviços de segurança privada no Aeroporto Internacional Tom Jobim/Galeão.

De acordo com as informações da PF, uma empresa privada contratada pelo Consórcio RioGaleão, responsável pelo terminal, estaria usando pessoas não autorizadas pela Polícia Federal nas funções de vigilante, com uso irregular de armamento e de uniformes em desacordo com as normas legais.

“Outras irregularidades na prestação dos serviços de segurança aeroportuária também são objeto das investigações”, informou a PF.

Em nota, o Consórcio RioGaleão informou que os procedimentos de contratação de empresas terceirizadas “cumprem rigorosamente todos os processos legais” e que a concessionária “exige que os prestadores de serviços exerçam suas atividades conforme a legislação vigente no país”.

“O RIOgaleão ressalta que está à disposição das autoridades e dará apoio irrestrito às investigações”, conclui a nota.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

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Operação da PF combate fraudes contra benefícios previdenciários

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A Polícia Federal (PF), juntamente com a Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, deflagrou hoje (23) a Operação Senha Forte, para combater um grupo criminoso que fraudava benefícios previdenciários em vários estados, com prejuízos aos cofres públicos.

De acordo com a PF, os investigados promoviam a inclusão fraudulenta de dependentes/curadores fictícios nos sistemas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com vistas a levantamento de valores indevidos.

A investigação teve início com a prisão em flagrante de falsos dependentes/curadores, na cidade de Feira de Santana, na Bahia, em maio do ano passado, quando, fraudulentamente, tentavam sacar cerca de R$ 80 mil, referente a um benefício manipulado.

 Nesta nova ação policial foram cumpridas seis medidas judiciais: três mandados de busca e apreensão e três de prisão temporária, nas cidades de Guarulhos, Ferraz de Vasconcelos e São Paulo, no estado de São Paulo, tendo como alvo pessoas que tinham por função arregimentar os falsos dependentes/curadores.

A PF estima que o prejuízo já supera R$ 31 milhões, em relação a mais de 100 benefícios previdenciários suspeitos. Valor que pode aumentar com o decorrer das investigações.

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Edição: Aécio Amado

Fonte: EBC Geral

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