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Saiu o valor OFICIAL do Salário Mínimo para 2023; veja quanto

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Atualmente, o Governo Federal já realiza projeções do salário mínimo do ano de 2023. O novo valor do piso nacional já consta no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), enviado pelo Governo ao Congresso. Vale lembrar que os novos valores somente valem para o próximo ano.

 

A princípio, vale destacar que o valor do salário mínimo para 2023 leva em consideração os dados macroeconômicos com o PIB (Produto Interno Bruto), INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) e o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Esses são os índices que medem a inflação.

Ademais, vale frisar que o Governo prevê a correção do salário mínimo para 2023 somente para evitar as perdas para a inflação.

Neste ano de 2022, a expectativa é que a inflação alcance 8,1%. Caso esse índice se mantenha até o deste ano de 2022, o salário mínimo de 2023 será de R$ 1.310, um aumento de R$98 em relação ao valor atual, de R$1.212.

Em regras gerais, o salário mínimo é o menor valor que uma empresa deve pagar aos funcionários, ou seja, nenhum trabalhador pode receber uma quantia inferior ao piso nacional.

Para que o poder de compra dos trabalhadores ou dos beneficiários não seja prejudicado, anualmente a remuneração passa por uma reavaliação de custo de vida.

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Logo, a correção leva em consideração os preços básicos de insumos no mercado consumidor para que possa ser definido um valor capaz de garantir a subsistência do cidadão.

Salário mínimo de 2023 não terá ganho real? Entenda!

O Governo Federal indica, com a correção do salário mínimo de acordo com o percentual do INPC, que não vai dar aumento real para os brasileiros. Na verdade, o aumento do salário é apenas uma reposição pela inflação. O que significa dizer que os trabalhadores apenas não perderão o poder de compra.
É como se o aumento do salário servisse apenas para compensar a capacidade de compra que o brasileiro tem. Na prática, o cidadão não vai deixar de conseguir comprar o que já comprava, mas também não vai poder aumentar mais.

Impactos do reajuste no INSS e demais benefícios

O reajuste no salário mínimo não influencia apenas na vida dos trabalhadores assalariados, mas também impactam no valor dos benefícios concedidos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Outros setores impactados com a correção do piso nacional é o seguro-desemprego, abono salarial do PIS/Pasep e Benefício da Prestação Continuada (BCP-Loas).

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BPC

Também pago pelo INSS, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) concede mensalmente um benefício igual ao piso nacional aos cidadãos de baixa renda que são deficientes ou que tenham idade superior a 65 anos.

Seguro-desemprego

O seguro-desemprego é um auxílio pago aos trabalhadores demitidos sem justa causa. O valor mínimo disponibilizado é equivalente ao salário mínimo em vigência, por isto há uma correção monetária quando o piso é reajustado.

O benefício pode ser pago entre 3 a 5 parcelas, a depender da quantidade de vezes que o cidadão já solicitou o auxílio. Além disso, o valor distribuído considera a média dos três últimos salários recebido pelo trabalhador.

Abono salarial PIS/Pasep

Diferente do item anterior, o abono salarial PIS/Pasep concede, no máximo, um benefício no valor de um salário mínimo. A liberação ocorre quando o trabalhador exerce suas atividades durantes os 12 meses no ano-base.

Quando o período de trabalho for inferior aos 12 meses, o cidadão receberá um benefício proporcional ao tempo laboral. Neste caso, basta dividir o valor do piso nacional em 12, e considerar que cada parcela corresponde a um mês do ano. Depois, some cada uma de acordo com a quantidade de meses trabalhados.

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Carlos Alberto de Nóbrega participa do Sem Censura desta segunda (15)

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Carlos Alberto de Nóbrega é o convidado do programa Sem Censura desta segunda-feira (15). Na conversa com a jornalista Marina Machado, o humorista, redator e apresentador fala sobre os quase 70 anos em que ajudou a construir a história do rádio e da televisão brasileira.

Nascido em 1936 na cidade de Niterói, no estado do Rio de Janeiro, Carlos Alberto é formado em Direito pela Universidade Federal do Rio, mas pouco exerceu a profissão. Filho do também humorista Manoel da Nóbrega, começou a carreira como redator escrevendo quadros humorísticos para o programa do pai, na Rádio Nacional, em São Paulo, e, em seguida, para o programa Zilomag Show, no qual passou para a frente das câmeras, ao lado de Ronald Golias, na TV Paulista – Canal 5.

Em 1963, passou a trabalhar na TV Record. Na emissora, a partir de 1966, escreveu, ao lado de Jô Soares, os roteiros da icônica Família Trapo. Na década de 1970, dirigiu diversos programas na extinta TV Tupi e trabalhou na Rede Globo por 11 anos, como redator do programa Os Trapalhões. Em 1987, fez sua estreia no SBT no programa A Praça é Nossa, inspirado na Praça da Alegria de seu pai, em que, sentado num banco de praça, recebe personagens que entraram para a história do humor nacional.

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Nesta edição, as debatedoras convidadas são Keila Jimenez, jornalista da Record TV, e Kaká Meyer, radialista da Band TV e Band FM.

O programa Sem Censura vai ao ar às segundas-feiras, às 21h, logo após a novela A Terra Prometida, com transmissão para todo o País em TV aberta por intermédio das emissoras afiliadas à Rede Nacional de Comunicação Pública – TV, gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), e por outras plataformas, como Facebook, Twitter e Youtube, por onde o público pode participar usando a hashtag #SemCensura.

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Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Geral

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