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Socorro ao Rio prevê que servidor terá de pagar até 20% do salário à Previdência

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Pacote que está sendo negociado entre a União e o Estado traz uma alíquota extra de 6% para a Previdência estadual; também prevê a venda para investidores de receitas futuras com royalties do petróleo e a privatização da companhia de saneamento

 

 O programa de recuperação fiscal do Estado do Rio de Janeiro poderá durar quatro anos, um ano a mais do que o previsto inicialmente pelo governo federal. Durante esse período, os servidores fluminenses deverão pagar uma alíquota extraordinária de 6% para a Previdência estadual, uma medida polêmica e que já foi rejeitada pela Assembleia Legislativa do Estado (Alerj).

Foto: Fábio Motta/Estadão
Governo de Luiz Fernando Pezão terá duro embate na Alerj para elevar alíquota previdenciária

Hoje, a contribuição previdenciária é de 11%, e a ideia é elevar definitivamente essa alíquota para 14%. Os outros 6% seriam uma contribuição extraordinária. Ou seja, enquanto durar, a taxação sobre os salários será de 20%. A cobrança extra é uma condição que está sendo acertada com a União para que o Rio possa incrementar as receitas, e a arrecadação estimada é de R$ 2 bilhões só neste ano.

O governador Luiz Fernando Pezão sabe que aumentar as alíquotas será um embate duro na Alerj, que já devolveu dois projetos que tinham o mesmo objetivo. Por isso, segundo uma fonte do governo fluminense, ele avalia negociar pontos como prazo de implementação do aumento da alíquota regular para 14% e vigência da contribuição extra.

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O acordo em negociação também prevê a venda para investidores de cerca de R$ 3 bilhões de receitas futuras que o Estado tem a receber de royalties decorrentes da exploração do petróleo. Os números preliminares dos termos do acordo ao qual o Estado teve acesso apontam para um ajuste estrutural de cerca de R$ 20 bilhões só em 2017.

Esse valor inclui, além da operação de securitização de royalties, mais R$ 5 bilhões de crédito dado pelos bancos com a antecipação da venda da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae). Outros R$ 5 bilhões de alívio financeiro viriam com a suspensão do pagamento da dívida estadual.

O governo do Rio também admite reapresentar um projeto de lei para postergar reajustes já concedidos para a área de segurança e que teriam impacto de R$ 835 milhões neste ano e de R$ 1,079 bilhão em 2018. A avaliação do governo fluminense é que ainda há tempo para impedir a aplicação do aumento sobre os salários de 2017, uma vez que o acordo com a União será fechado na semana que vem. O Rio ainda não terminou de pagar os salários de novembro nem começou a pagar os de dezembro.

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Disposição. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, informou que, com o acordo de recuperação fiscal do Rio, será possível eliminar o déficit nas contas do Estado neste ano, cuja previsão é de chegar a R$ 19,3 bilhões. Segundo ele, está claro que o governo do Rio está disposto a fazer o ajuste, até mesmo com a venda da Cedae.

Se o acordo durar quatro anos, o ajuste será superior a R$ 50 bilhões, informou um integrante da equipe econômica. A fonte destacou que são estimativas preliminares e que poderão ser alteradas até quinta-feira da próxima semana, quando se espera que os termos do acordo estejam concluídos

O ministro da Fazenda mostrou-se aberto a negociar com outros Estados as medidas de recuperação fiscal, mas avaliou que nem todos querem enfrentar um ajuste tão duro. “Se algum outro Estado estiver disposto a enfrentar um ajuste dessa magnitude, vamos discutir. Eu acho que não é qualquer Estado que vai querer enfrentar um ajuste desses. Alguns governadores já disseram que não querem”, disse ele, acrescentando que não são medidas “muito populares”.

http://economia.estadao.com.br/

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Beth Goulart marca presença no Sem Censura desta segunda

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Sem Censura desta segunda-feira (3) recebe a atriz, escritora e diretora Beth Goulart. No bate-papo com a apresentadora Marina Machado, ela fala sobre a carreira e a arte da representação. Também são temas da conversa a perda dos pais e o lançamento do livro que escreveu em homenagem à mãe, Nicete Bruno.

Elizabeth Miessa, conhecida pelo nome artístico de Beth Goulart, nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 1961, em uma família de atores. É neta de Eleonor Bruno, filha de Paulo Goulart e Nicete Bruno e irmã de Bárbara Bruno e Paulo Goulart Filho. Iniciou a carreira no teatro com a peça “Efeito dos Raios Gama Sobre as Margaridas do Campo” em 1974. Atuando ao lado da irmã, da mãe e da avó, recebeu indicação ao prêmio APCA de Atriz Revelação.

Na teledramaturgia, debutou em 1975 em “Alô, Alguém Aí” da TV Cultura. No ano seguinte fez sua primeira novela, “Papai Coração”, na TV Tupi. Na emissora, ainda participou de “Éramos Seis” e “O Direito de Nascer”. Estreou na TV Globo em 1980, no elenco da novela “Marina”. No canal, ainda participou de “Perigosas Peruas”, “O Clone” e várias outras. Foi para a TV Record em 2010 e participou das novelas “Vidas em Jogo”, “Vitória”, “Gênesis” e “Terra Prometida” – atualmente no ar, na TV Brasil.

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Escreveu e protagonizou, em 2002, o monólogo “Doroteia Minha”, inspirado nas cartas trocadas entre sua avó Eleonor Bruno e Nelson Rodrigues, e em 2009 escreveu, atuou e dirigiu o multipremiado espetáculo “Simplesmente Eu, Clarice Lispector”. No cinema, participou de “Joelma 23º Andar”, “Carlota Joaquina”, “Amores Impossíveis” e “Nada a Perder”. Já na música, gravou o compacto “O Balão” e os discos “Sementes no Ar”, “Passional” e “Mantra Brasil”.

Beth Goulart é ainda autora do livro “Viver É Uma Arte: Transformando a Dor em Palavras”, uma homenagem à mãe.

Os debatedores convidados desta edição são Elmo Francfort, diretor do Museu da TV, Rádio e Cinema e coordenador do Memória ABERT, e Mário Alencar, doutor em Teledramaturgia pela USP.

O programa Sem Censura vai ao ar às segundas-feiras, às 21h, logo após a novela A Terra Prometida, com transmissão para todo o país em TV aberta, por intermédio das emissoras afiliadas à Rede Nacional de Comunicação PúblicaTV, gerida pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), e por outras plataformas, como Facebook, Twitter e Youtube, por onde o público pode participar usando a hashtag #SemCensura.

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Sem Censura – Beth Goulart
Segunda-feira (03), às 21h, na TV Brasil

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Fonte: EBC Geral

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