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União Popular lança candidatura de Leonardo Péricles à Presidência

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O União Popular oficializou neste domingo (24) o nome de Leonardo Péricles para a Presidência da República. Também foi formalizada a participação da dentista Samara Martins como vice-presidente, na chapa que concorrerá a uma vaga no Planalto neste ano.

Durante a convenção partidária, que ocorreu em Natal, Péricles defendeu a formação de uma grande frente popular para atuar no processo eleitoral. “A política central vai ser feita pelo povo”, disse, em seu discurso. “Como defensores das liberdades democráticas, convocamos o povo a dar início a uma nova jornada de atividades na rua”, completou.

Durante a fala, Péricles destacou a importância de todos os brasileiros poderem escolher democraticamente quem vai presidir o país ao longo dos próximos quatro anos. 

Perfil

Leonardo Péricles é o único homem negro na disputa presidencial. Natural de Belo Horizonte, ele é técnico em eletrônica e mecânico de manutenção de máquinas. O presidenciável começou a se aproximar da política em movimentos estudantis no início dos anos 2000 . Anos depois, passou a integrar o Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB). Em 2008, disputou uma vaga na Câmara Municipal de Belo Horizonte, mas não se elegeu. Já pelo União Popular nas últimas eleições municipais, em 2020, concorreu como candidato a vice-prefeito de Belo Horizonte (MG), na chapa de Áurea Carolina (PSOL). Eles ficaram em quarto lugar, com 103.115 votos.

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Samara Martins é natural de Belo Horizonte, dentista no :âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Moradora da periferia de Natal, Samara é vice-presidente nacional da Unidade Popular pelo Socialismo e militante do Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas e do Movimento de  Mulheres Olga Benario. Começou sua militância no movimento secundarista e foi diretora de mulheres da União Nacional dos Estudantes (UNE). Nas eleições de 2020, foi candidata à vereadora em Natal.

Edição: Paula Laboissière

Fonte: EBC Geral

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Pela primeira vez, vítima de anestesista relata como descobriu abuso

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Médico anestesista foi preso por estupro de grávida durante cesárea
Reprodução/Redes Sociais – 13.07.2022

Médico anestesista foi preso por estupro de grávida durante cesárea

Giovanni Quintella Bezerra foi preso por estupro na madrugada do dia 11 de julho. Médico anestesista, ele exercia sua especialidade na sala de cirurgia do Hospital da Mulher de São João de Meriti, quando foi flagrado pela equipe de enfermagem da unidade em ato inimaginável, praticado contra uma mulher em plena mesa de parto. Ontem, a vítima do estupro e seu marido deram, para o Fantástico, da TV Globo, sua primeira entrevista sobre o assunto.

A mulher relembrou o que conseguiu guardar do dia em que foi informada sobre a violência sofrida. Ela conta que o diretor do hospital não quis deixá-la sair da unidade sem saber o que havia acontecido.

“A minha irmã (contou). Ela falou: ‘o anestesista abusou de você.’ Imaginei tudo menos que eu ia ouvir isso. Que fui abusada”, relatou.

A mãe lembra que, em vez de sair pela porta da frente, com o filho no colo, escapou pelos fundos do hospital, “escondida”:

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“Como se gente estivesse fazendo alguma coisa de errado. Naquele exato momento em que eu ia trocar ele para sair do hospital eu recebi a notícia. Aquela alegria de vestir ele para sair da maternidade, eu não tive isso.”

O abuso cometido pelo médico contra uma paciente sedada — investigações preliminares, inclusive, apontaram excesso de anestésicos— foi gravado em segredo por funcionários que já estavam desconfiando da conduta do profissional.

Quando as imagens foram registradas e apresentadas à direção do hospital, a polícia foi chamada, e Giovanni retido no hospital sob uma alegação inventada, até a chegada dos agentes comandados pela delegada Barbara Lomba, titular da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam) de São João de Meriti.

A polícia informou o marido sobre o abuso.

“A gente estava no quarto, aguardando. E veio a delegada até mim, mais o policial. Eu fiquei até espantado, sem saber o que estava acontecendo, achei: ‘será que cometi algum crime?’

Giovanni Quintella Bezerra está impedido de exercer a medicina e segue preso preventivamente no Complexo de Bangu. Pelo menos dois advogados desistiram de seu caso — que está aos cuidados da Defensoria Pública.

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Fonte: IG Nacional

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