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Mosquini trata MDB como uma “Mirareta pessoal”, e só pensa nele mesmo…

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A julgar pelo andamento do desfile, o “Bloco do Eu Sozinho”, que o deputado Lúcio Mosquini tem imposto ao MDB desde sua posse na Presidência, para desespero dos demais foliões, corre o risco de ser desclassificado. A abertura das urnas na convenção regional do Partido será o julgamento de seu desempenho. Programado para esta sexta-feira, véspera do sábado de aleluia, o encontro pode resultar em rebaixamento para as pretensões do deputado e, permanecer no comando da sigla.

É claro que seu estilo imperial de conduzir o MDB desde a posse no comando da instituição sempre desagradou os foliões, especialmente da “Velha Guarda” do partido. De uma forma geral, todos queriam o senador Confúcio Moura no comando partidário. Essa insatisfação, somada ao pífio desempenho eleitoral em 2020, produziu um isolamento que, se bom para o combate à contaminação pela pandemia, é péssimo para uma instituição que se propõe a ser “agremiação partidária”, não exclusividade do seu presidente.

A gota d’água desse desencanto dos militantes com o presidente pode ter sido o convite, formulado sem ouvir ninguém, a João Gonçalves Silva Júnior, reeleito em 2020 pelo PSDB de Jaru, para sair candidato ao governo do estado pelo MDB. O convite, prontamente recusado, além de desgastar a imagem do partido que comanda, ainda ofereceu ao jovem prefeito não apenas uma oportuna notoriedade político/eleitoral, como credenciamento para ocupar o cargo de vice ou qualquer outra vaga na chapa do governador Marcos Rocha.

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É que, além de recusar o convide do MDB, João Gonçalves cobriu de elogios a administração de Marcos Rocha. Não se pode esquecer que seu primo, Júnior Gonçalves é ali o principal expoente. Ou seja: Lúcio Mosquini atirou no próprio pé ao amplificar fortemente a insatisfação, que já não era pouca, dos peemedebistas com sua atuação na presidência regional da sigla. Isso pode ficar evidente na convenção desta sexta-feira..

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Não temos outra morada física senão a Terra

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Andamos alegremente esquecidos de que somos criaturas dependentes da Mãe Natureza; portanto, devemos cuidar muito bem dela. Quanto às Profecias Bíblicas, a exemplo do Sermão Profético de Jesus (Evangelho, segundo Mateus, capítulo 24) e do Apocalipse, não são para apavorar. Pelo contrário, servem de aviso milenário. Assustador é o que faz o ser humano. As predições são alertamentos de Deus a respeito deste fato: se prosseguirmos como vamos indo, usando mal o nosso livre-arbítrio, as consequências serão tais, tais e tais. As admoestações dos Profetas, pois, não são para atemorizar ou mesmo “visões” de quaisquer doidivanas. Na verdade, debiloide é a ação de gente considerada prática, e que de prática não tem nada, mas, sim, de gananciosa e suicida, porquanto não temos outra morada a não ser este sofrido planeta, cuja paciência vai-se flagrantemente esgotando. Razão por que Jesus, o Profeta Divino, no Seu Evangelho, consoante Mateus, 24:21, diz, ao se referir à Grande Tribulação, que esta será como nunca vista, desde a fundação do mundo, nem jamais se repetirá. Tal fato de tamanha envergadura não se deu na Terra ainda. Pelo menos no período em que nós, seres humanos, passamos a habitar sobre a sua face. E aqui a transcrição do versículo 22: “Se Deus não abreviasse aqueles dias, nem os escolhidos seriam salvos”. Mas haverá sobreviventes, sim, pois o Cristo, o Supremo Governante do planeta Terra, não assinou o plano de destruição deste orbe pelos homens enlouquecidos. E mais: Quem Nele confia não perde o seu tempo, porque Jesus é o Grande Amigo que não abandona amigo no meio do caminho.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.

[email protected]www.boavontade.com

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