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Prefeito (quase) invisível

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Há uma semana o prefeito Hildon passou as chaves (perdão pelo trocadilho infame) do Palácio Tancredo Neves ao vice-prefeito Edgar do Boi Tonial. Como comentei aqui, Do boi estava em auto-exílio e foi chamado a ocupar a cadeira de prefeito interinamente.

Tenho a mania de ler todos os releases que caem na minha caixa postal e notei a ausência do nome do prefeito interino nas publicações da assessoria de Imprensa da Prefeitura. Fiquei na dúvida se ele estaria mesmo exercendo a função. Mas verifiquei que os atos oficiais, publicados no DOM, a assinatura (ou o nome) do vice-prefeito está lá:

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Arrependidos, querem voltar

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O processo de separação começou em 2003. Deram entrada nos papéis, ao mesmo tempo em que cada um deles calculava o quanto ($$$) iria ganhar com o divórcio. Muita conversa a partir de então, tentativas de dissuasão e reconciliação, avanços e recuos, até que a transposição dos servidores estaduais para a folha de pagamento da União foi efetivada. Aos poucos, de má vontade, mas foi.

A realidade, ah, a realidade é cruel.

Uma vez separados e lotados em novas casas, um novo regime. Horário de trabalho das 8 às 12 e das 14 às 18 horas, diferente do horário corrido nas repartições estaduais, onde em algumas, se finge que trabalha. Nas federais, pelo contrário, é preciso mostrar resultado.

O que está acontecendo agora é que muitos transpostos não querem deixar as repartições do Estado, mas o governo não os quer mais. E, o pior, os órgãos federais estão precisando de gente para não parar.
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