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Fala muito… Bancada federal de Rondônia repudia declarações eleitoreiras de Breno Mendes

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Enquanto os demais candidatos à prefeitura de Porto Velho tentam conseguir apoio da bancada federal de Rondônia, Breno Mendes insultou deputados federais e senadores, fechando as portas para uma eventual busca de recursos em Brasília.
Durante conversa com o governador Marcos Rocha, Breno chamou a bancada federal de traíra. Na nota de repúdio, o coordenador da bancada federal, deputado Lúcio Mosquini (MDB-RO) lembra que apenas um membro da bancada foi eleito no palanque do governador.
Qualquer político que tenha a mínima noção da situação financeira de Rondônia sabe que todos os municípios do Estado precisam de apoio da bancada federal para a execução de obras. Breno parece contar somente com o apoio do governador e de parlamentares investigados pela Polícia.

Nota de repúdio da bancada federal aos comentários do candidato Breno Mendes

A Bancada Federal do Estado de Rondônia repudia com veemência o comentário maldoso proferido pelo senhor Breno Mendes, candidato ao cargo de prefeito da capital Porto Velho, ao lado do senhor governador Marcos Rocha, classificando os membros da bancada como traíra. Entendemos que tal comentário é desonroso e desmerecedor de atenção, considerando que em nada contribui para o processo eleitoral democrático.

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Cabe ressaltar que os parlamentares foram eleitos em palanques contrários ao do senhor governador (com exceção de apenas um), portanto, mesmo assim, a bancada federal tem atuado unida e trabalhando em prol das causas nobres de interesse dos rondonienses, inclusive ao lado do governo do estado.

Reiteramos a imperiosa necessidade de preservação de um ambiente sociopolítico genuinamente ético, democrático, de diálogo, livre de constrangimentos e do fisiologismo político, e da divulgação de falácias como veículo de manipulação eleitoral, para que se garanta o livre e sadio debate de ideias e de concepções políticas divergentes, sempre lastreado em premissas fáticas verdadeiras.

Brasília, 3 de novembro de 2020.
Lúcio Mosquini – deputado federal MDB-RO
Coordenador da Bancada Federal

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TSE inicia testes de segurança da urna eletrônica para eleição de 2022

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Investigadores tentarão executar panos de ataque a equipamentos

 

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciou hoje (22) o teste público de segurança (TPS) do sistema eletrônico das eleições de 2022. Até sexta-feira (26), 26 investigadores de diversas instituições vão tentar executar 29 planos de ataque aos equipamentos da urna eletrônica. O teste é um procedimento de praxe realizado desde 2009.

As tentativas de burlar o sistema de segurança ocorrem com a disponibilização do código-fonte, procedimento no qual o tribunal entrega aos participantes a chave da programação das máquinas que compõem a urna, como os componentes que realizam o recebimento, a transmissão e a apuração dos votos.

O plano de ataque prevê tentativas de violação do sigilo do voto, identificação de sinais eletromagnéticos a distância, captura de sinais elétricos nas entradas externas e identificação sonora das teclas pressionadas.

De acordo com o presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, o tribunal abre o acesso ao código-fonte e permite a realização de planos de ataque para descobrir vulnerabilidades do sistema.

“Isso é o teste público de segurança. É nós aprimorarmos os sistemas mediante ataque de pessoas físicas, instituições, hackers do bem, que queiram tentar vulnerar as diferentes camadas de proteção do sistema. É uma parceria com a sociedade, não é um confronto”, explicou.

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Segundo Barroso, se vulnerabilidades forem encontradas, serão corrigidas, e haverá um novo teste para verificar se o sistema continua vulnerável.

“Basicamente, é levar a sério a crítica e a vulnerabilidade e procurar corrigi-las”, afirmou Barroso.

A primeira fase dos procedimentos de checagem da segurança da votação foi em outubro deste ano, quando o TSE realizou uma cerimônia de abertura dos códigos-fonte dos sistemas eleitorais.

 

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