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Em resposta à China, Taiwan inicia exercícios com munição real

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Forças Armadas da China realizam exercícios militares com mísseis perto da costa de Taiwan
Comando do Teatro de Operações Oriental da China/Divulgação – 04.08.2022

Forças Armadas da China realizam exercícios militares com mísseis perto da costa de Taiwan

Taiwan iniciou nesta terça-feira (9) exercícios militares com munição real para simular uma operação de defesa na ilha no caso de um eventual ataque da China.

A medida é uma resposta às manobras em larga escala realizadas pelas Forças Armadas chinesas desde a semana passada, como retaliação por uma visita da presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, a Taiwan.

Previstos para durar até quinta (11), os exercícios taiwaneses acontecem no condado de Pingtung, no sul da ilha, e envolvem o comando de artilharia, tropas de infantaria e até a guarda costeira.

Também serão usados ao longo de três dias 78 morteiros leves desenvolvidos localmente e seis obuses de fabricação americana. No fim da semana passada, a China iniciou seus maiores exercícios militares no Estreito de Taiwan, que incluíram até mísseis balísticos sobrevoando a ilha pela primeira vez.

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“A China usou os exercícios e seu manual militar para se preparar para invadir Taiwan”, afirmou nesta terça o ministro taiwanês das Relações Exteriores, Joseph Wu. “A verdadeira intenção de Pequim é alterar o status quo no Estreito de Taiwan e na região da Ásia-Pacífico”, acrescentou.

Já o Ministério da Defesa disse que 10 navios e 45 aviões militares chineses foram detectados nos arredores da ilha apenas nesta terça. A China, por sua vez, alega que as manobras militares são “normais” porque Taiwan “faz parte” de seu território.

Entre 11 e 13 de agosto, Pequim ainda deve fazer exercícios de artilharia com munição real no Mar Amarelo, ao norte de Taiwan e diante da Coreia do Sul.

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Fonte: IG Mundo

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Duma aprova anexação de DPR, LPR, Kherson e Zaporozhye na Rússia

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Soldado na Central nuclear de Zaporizhzhia
Reprodução/Ansa – 04.08.2022

Soldado na Central nuclear de Zaporizhzhia

A Rússia  aprovou por unanimidade projetos de leis constitucionais sobre a aceitação de Repúblicas Populares de Donetsk e Lugansk (DPR, LPR) e as cidades de Kherson e Zaporozhye em seu território. Estas regiões pertenciam à Ucrânia . A decisão foi tomada através da Duma do Estado, que representa o legislativo da Federação Russa.  

Segundo as leis, os residentes das novas entidades constituintes foram reconhecidos como russos em 30 de setembro, dia em que as regiões se juntaram à Rússia. Essa população tem ainda um mês para ajustar a documentação, enviando solicitações e prestando juramento como cidadãos russos.

Fronteiras

A DPR e a LPR continuarão sendo repúblicas, só que agora, da Rússia. Além disso, o russo será o idioma oficial. As regiões de Kherson e Zaporozhye também se juntarão à Rússia como entidades constituintes e continuarão sendo chamadas de “regiões”.

As fronteiras das repúblicas e regiões serão as mesmas que “existiam no dia de sua criação e adesão à Rússia”, diz o documento. Os acordos internacionais especificam que suas fronteiras com outros países serão consideradas fronteiras estaduais da Rússia. 

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A transição durará entre o dia da adesão das novas regiões à Rússia até 1º de janeiro de 2026. Os cidadãos russos residentes nas regiões DPR, LPR, Zaporozhye e Kherson terão garantido o direito ao trabalho, segundo a Duma estatal. Além disso, serão reconhecidos documentos sobre a sua escolaridade e estado civil, bem como sobre o tempo de serviço e o direito a obter pensões e assistência social e médica.

Bombardeios se intensificam na Ucrânia

Os  bombardeios russos se intensificaram depois que Moscou anexou ilegalmente as áreas ucranianas, segundo informou o jornal Le Monde de Paris. No nordeste da Ucrânia um comboio de evacuação de civis teria sofrido um ataque a bomba que resultou na morte de pelo menos 20 pessoas, incluindo crianças. 

No sul, as forças russas são acusada de terem sequestrado efetuaram chefe usina nuclear da da Ucrânia, a maior da União Europeia. Esse é um momento importante no conflito, onde Putin acusa os Estados Unidos de ‘orquestrar um plano para destruir a Rússia’. 

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As províncias de Donetsk e Lugansk, no leste da Ucrânia, já são parcialmente controladas por rebeldes pró-Rússia desde 2014, na esteira da anexação da Crimeia. Já os territórios de Kherson e Zaporozhye, no sul, foram invadidos pelas  tropas de Moscou na guerra iniciada em 24 de fevereiro.

*Com informações de agências russas

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Fonte: IG Mundo

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