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20 MULTAS… Após acordo com MPF, grupo Cassol pagará R$ 135 mil em equipamentos à PRF de Rondônia

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Empresa do grupo já acumula mais de 20 autos de infração de trânsito por excesso de peso

O Ministério Público Federal (MPF) firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com a empresa Centrais Elétricas César Filho, pertencente ao grupo Cassol. A empresa se compromete a pagar R$ 135 mil em equipamentos ao Departamento da Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Rondônia por danos de excesso de peso causados no asfalto em Vilhena (RO). O prazo para pagamento é de 40 dias.

O grupo Cassol também deverá cumprir a legislação de trânsito e não dar saída a veículos de cargas com excesso de peso. Além disso, vai informar no corpo da nota fiscal o valor exato do peso da carga, a tara do veículo e suas placas.

Segundo o MPF, a empresa já acumula mais de 20 autos de infração de trânsito, e o excesso de peso pode encurtar a vida útil do asfalto em até 80%. Isso gera desperdício dos investimentos públicos em infraestrutura que poderiam ser utilizados em outras situações sociais.

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O desgaste do asfalto por esse motivo, além de causar danos como buracos, depressões e lombadas, prejudica a drenagem das águas pluviais, diminui a vida útil do acostamento, aumentando o número de acidentes.

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PF faz operações contra estudantes suspeitos de fraude no CadÚnico

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A Polícia Federal (PF) cumpre hoje (26) 16 mandados de busca e apreensão contra estudantes de medicina suspeitos de falsificar documentos para receberem bolsas integrais em universidade no norte do Rio de Janeiro. A Operação Falso Positivo cumpre mandados em seis cidades do Rio e Espírito Santo.

De acordo com a PF, os estudantes se inscreviam no Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal para se passarem por pessoas de baixa renda, com o uso de documentos falsos. Assim, conseguiam receber suas bolsas de estudo.

Além disso, segundo a PF, os alunos ou seus pais receberam, de forma irregular, o Auxílio Emergencial, criado pelo governo federal para enfrentar os efeitos da pandemia de covid-19.

Doze pessoas, entre alunos e pais, já foram indiciadas no decorrer das investigações. Entre as provas usadas pela PF estão movimentações bancárias, obtidas por meio de quebra de sigilo, que seriam incompatíveis com uma pessoa que teria a renda baixa.

Os investigados poderão responder por crimes de estelionato, falsidade ideológica e associação criminosa. Os mandados, expedidos pela 2ª Vara Federal de Campos, estão sendo cumpridos nas cidades fluminenses de Campos, Itaperuna e São Francisco de Itabapoana, além dos municípios capixabas de Linhares, Cachoeiro do Itapemirim e Mimoso do Sul.        

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Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Geral

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