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Polícia Civil deflagra Operação Fomentum

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A Delegacia de Repressão à Lavagem de Dinheiro (DRLD), deflagrou na manhã desta terça-feira (22), a primeira fase da Operação Fomentum, que visa cumprir 30 mandados de busca e apreensão em residências e empresas nas cidades de Porto Velho, Ji-Paraná e Ouro Preto do Oeste, bem como o bloqueio judicial de valores disponíveis em contas correntes.

A ação é resultado de investigação de crimes de apropriação de recursos públicos por particulares, corrupção, falsificação documental e de associação criminosa. São investigados os representantes de duas entidades esportivas, servidores públicos estaduais, assessores e ex assessores parlamentares e empresários.

As suspeitas indicam que, pelo menos no período compreendido entre 2017-2019, valores destinados por emendas parlamentares, por meio de Termos de Fomento da Superintendência Estadual da Juventude, Cultura, Esporte e Lazer (SEJUCEL) para duas entidades privadas sem fins lucrativos, com o objetivo de promoção de eventos esportivos, podem ter sido desviados em favor dos investigados, com vultosos prejuízos para o erário público.

Os vestígios coletados a partir das buscas auxiliarão na apuração dos fatos, a que se somará a utilização de outras técnicas especiais de investigação.

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A operação conta com o apoio do Departamento de Estratégia e Inteligência da Polícia Civil – DEI, da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado – DRACO1, da Delegacia de Combate à Corrupção – DECOR, além de Delegacias que compõem o Departamento de Polícia Especializada – DPE – e de Delegacias de Ji-Paraná e de Ouro Preto do Oeste. O nome dado à operação, Fomentum, está relacionado aos Termos de Fomento celebrados pela SEJUCEL, a partir dos quais o dinheiro público foi destinado e desviado por alguns dos investigados.

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POLÍCIA“Operação Samuel” da DRACO 2 tenta desarticular esquema de invasões de terras envolvendo policiais militares em Rondônia

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A Polícia Civil de Rondônia, por meio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado – Draco 2, deflagrou na manhã desta quarta-feira (15), a 6ª fase da Operação Canaã, intitulada de “Samuel”.

 

 

Foram cumpridos 10 (dez) mandados de prisão preventiva e 6 (seis) mandados de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Porto Velho, Ji-Paraná e São Francisco do Guaporé, com o objetivo de desarticular mais um núcleo da organização criminosa dedicada à invasão de terras públicas estaduais, neste caso, à Estação Ecológica de Samuel, localizada no município de Candeias do Jamari.

Segundo os delegados responsáveis, após o loteamento da ESEC Samuel, efetivado com o auxílio de um topógrafo, o núcleo criminoso promovia a venda dos lotes, coordenava invasão e promovia a manutenção dos compradores no interior da unidade de conservação mediante um código de conduta interno, com um rigoroso controle de acesso por grupo armado, subsidiado pelo fornecimento e comércio ilegal de armas exercido por dois policiais militares integrantes da ORCRIM, os quais também atuavam na segurança e no recebimento dos lucros.

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A divisão da área da unidade de conservação resultou no quantitativo aproximado de 550 (quinhentos e cinquenta) lotes, parte deles já vendida, e renderia aos investigados o somatório mínimo de R$5.052.500,00 (cinco milhões cinquenta e dois mil e quinhentos reais).

Além da ESEC Samuel, a ORCRIM pretendia atuar na Reserva Extrativista Rio Preto Jacundá e na Floresta Nacional do Jacundá, totalizando uma área de 800.000ha (oitocentos mil hectares) de terras públicas a serem loteadas, vendidas e invadidas, podendo chegar ao lucro R$320.000.000,00 (trezentos e vinte milhões de reais) aos seus integrantes.

Apoiaram a operação a Sedam, Sesdec, o Departamento de Estratégia e Inteligência -DEI e a Coordenadoria de Recursos Especiais – Core, à Delegacia Regional de Ji-Paraná por meio da Delegacia Especializada de Roubos e furtos ( DERF) e 1 Delegacia de Ouro Preto do Oeste.

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