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Além de prefeitos e ex-deputado presos, há dois deputados estaduais com mandatos sendo investigados em esquema de propina

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Além de prefeitos e ex-deputado presos, há dois deputados estaduais com mandatos sendo investigados em esquema de propina

Dos quatro prefeitos presos hoje pela Polícia Federal em Rondônia, dois iriam disputar a reeleição, e um havia conseguido retornar ao cargo depois de ser cassado. Na casa dele, aliás, a PF encontrou uma quantia em dinheiro vivo que pode chegar a R$ 150 mil.

De acordo com informações obtidas pelo site, o empresário Luiz Ademir Schock, o Luizão do Trento (PSDB), prefeito de Rolim de Moura, chegou a ser filmado recebendo propinas. Ele teve o mandato cassado por crimes eleitorais, mas foi autorizado pela justiça a reassumir. O dinheiro em espécie na residência dele seria fruto de corrupção.

Liderando pesquisas de intenção de votos, a prefeita de Cacoal, Glaucione Rodrigues (MDB), foi presa junto com o marido, o ex-deputado estadual Daniel Neri

Gislaine Lebrinha, prefeita de São Francisco do Guaporé, também do MDB, é filha do deputado estadual mais bem votado em 2016, José Lebrão, do mesmo partido.

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Outro que havia tido seu nome aprovado em convenção para disputar um segundo mandato é Marcito Pinto, do PDT, prefeito de Ji-Paraná, segunda maior cidade do Estado. Ele era vice e havia herdado o cargo quando o titular, Jesualdo Pires (PSB) renunciou para disputar o Senado em 2022.

Além destes políticos que foram presos, ainda há dois deputados atualmente exercendo mandatos, e que possuem imunidade. Ambos, no entanto, são investigados no mesmo esquema de propinas denunciado por um empresário. Ambos acabaram escapando por terem foro especial.

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PF deflagrou “Operação Amazônia.com” para investigar venda de terras públicas de Rondônia através das redes sociais

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Essas terras eram vendidas inclusive dentro de unidade de conservação, segundo a instituição
A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira (28/07/2021) a denominada Operação AMAZONIA.COM, visando o combate ao desmatamento e a venda ilegal de terras públicas por meio de redes sociais, em desacordo com as previsões e determinações legais.
As investigações tiveram início em fevereiro de 2021 após a veiculação pela mídia de reportagem investigativa denunciando o desmatamento e a venda de terras públicas nos Estados de Rondônia e Amazonas através de redes sociais por particulares, inclusive dentro de unidades de conservação e terras indígenas, regiões dentro da circunscrição da Superintendência Regional da Polícia Federal em Rondônia.

Utilizando-se de um repórter encoberto, a emissora manteve contato direto com pessoas que teriam postado anúncios ofertando a venda de terras de domínio público sem os registros necessários. Em alguns dos anúncios, os investigados anunciam a venda de imóveis rurais na região amazônica com 830 (oitocentos e trinta) hectares por valores que atingem a cifra de R$ 1.600.000,00 (um milhão e seiscentos mil reais).

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Estão sendo cumpridos 06 (seis) mandados de busca expedidos pela 7ª Vara Criminal da Justiça Federal de Porto Velho/RO e pela 2ª Vara da Justiça Estadual de Machadinho d´Oeste/RO nas cidades de Porto Velho/RO, Monte Negro/RO, Cujubim/RO e Humaitá/AM visando a apreensão de documentos que tenham relação com os fatos em apuração.

Os investigados serão ouvidos pela Polícia Federal e responderão pelos crimes de estelionato (art. 171, § 3º, do Código Penal, invasão de terras da União, Estados e Municípios (art. 20 da Lei n. 4.947/66) e desmatamento em terras de domínio público (art. 50-A da Lei n. 9.605/98).

 

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