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Departamento de Narcóticos incinera mais de 800 quilos de entorpecentes em Porto Velho

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Cocaína e maconha foram apreendidas entre os meses de janeiro e abril deste ano

 

O Governo de Rondônia, por meio do Departamento de Narcóticos (Denarc), da Polícia Civil incinerou na manhã de sexta-feira (7), cerca de 800 quilos de drogas. Também foram destruídas balanças de precisão, papéis e demais produtos usados na confecção e venda de drogas. Os tablets de cocaína e maconha foram apreendidos entre os meses de janeiro e abril deste ano.

A droga foi transportada até as dependências de uma empresa fabricante de cerâmica, que fica na Estrada do Japonês. O translado contou com um forte esquema de segurança.

O total incinerado em 2021 é maior que a droga acumulada de 2020. No período de  janeiro a outubro, 600 quilos de entorpecentes foram destruídos.

Para o diretor do Departamento de Narcóticos do Denarc, Raimundo Mendes, isso é fruto do trabalho entre os órgãos da Segurança Pública: “Esse é o resultado do trabalho das polícias militar e civil, e especialmente do Denarc que tem como atribuição exclusiva combater ao tráfico no Estado de Rondônia”.

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A Justiça autoriza a prática da queima desses entorpecentes e a incineração ocorre duas vezes ao ano. A droga é pesada e passa por análise. Todos os órgãos fiscalizadores são convidados para participar da ação.

A Polícia Civil (PC-RO) informou que, sem dúvidas, as denúncias feitas pela população são de suma importância para as apreensões. O número 197 está disponibilizado para todo cidadão que deseja realizar denúncias sobre quaisquer práticas criminosas. A denúncia pode ser realizada de forma anônima e sigilosa.

Fonte: Governo RO

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PF faz operação contra corrupção de funcionários da Petrobras

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Policiais federais cumprem hoje (18) três mandados de busca e apreensão contra suspeitos de corrupção e lavagem de dinheiro na antiga Diretoria de Abastecimento da Petrobras. Os mandados da operação Sem Limites VI foram expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba (PR).

A ação de hoje é um desdobramento da Operação Sem Limites que investigou a prática de crimes envolvendo a negociação de óleos combustíveis entre a estatal e empresas estrangeiras.

Os novos mandados expedidos pela Justiça buscam colher provas sobre corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa por novos suspeitos.

Um deles seria ligado a um ex-gerente da Petrobras, que seria responsável por receber recursos de corrupção no exterior, por meio de contas em nome de empresas registradas em outros países. Segundo a Polícia Federal (PF), esse dinheiro era depois distribuído aos envolvidos no esquema criminoso.

Também foram identificados um representante de empresas internacionais e dois homens ligados a um ex-funcionário da área comercial da Petrobras, que seria o responsável por dar informações privilegiadas sobre negociações da estatal.

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A PF não informou o período em que funcionou o esquema.

Por meio de nota, a Petrobras informou que colabora com as investigações desde 2014, é coautora de 21 ações de improbidade administrativas que estão em andamento e é assistente de acusação em 76 ações penais relacionadas a crimes investigados pela Operação Lava Jato.

“A Petrobras é vítima dos crimes desvendados pela Operação Lava Jato, sendo reconhecida como tal pelo Ministério Público Federal e pelo Supremo Tribunal Federal”, diz a nota. “Cabe salientar que a Petrobras já recebeu mais de R$ 5,7 bilhões, a título de ressarcimento, incluindo valores que foram repatriados da Suíça por autoridades públicas brasileiras”.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

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