PORTO VELHO

Polícia

DERISION: Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão em Candeias do Jamari

Polícia

Destaca-se que todas as medidas representadas pela autoridade policial foram deferidas pela 1ª Vara Criminal do Estado de Rondônia

A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da Delegacia de Combate à Corrupção – DECOR cumpriu, na manhã de hoje, medidas cautelares de busca e apreensão que inauguraram a fase ostensiva da denominada “Operação Derision”.

As equipes de policiais da DECOR com o auxílio da DRACO – Delegacia de Repressão ao Crime Organizado, DRLD – Delegacia de Repressão à Lavagem de Dinheiro e demais unidades que compõem o DEPARTAMENTO DE ESTRATÉGIA E INTELIGÊNCIA, cumpriram 06 (seis) mandados de busca e apreensão em residências de empresários e também na residência do servidor que labora na SEMUSA – Secretaria Municipal de Saúde do município de Candeias do Jamari/RO.

 

Por dentro da investigação – da instauração do inquérito policial ao cumprimento das medidas cautelares.

A ação desta manhã é resultado da investigação materializada no Inquérito Policial nº 02/2022-DECOR, que teve início a partir de denúncia anônima dando conta de possível direcionamento em processos administrativos para aquisição de insumos que seriam utilizados no combate à pandemia da COVID-19 – para atender a Secretaria Municipal de Saúde – SEMUSA do Município de Candeias do Jamari.

Leia Também:  Homem é chicoteado por facção por bater na própria mãe; veja vídeo

Os elementos trazidos aos autos deram conta de que as duas contratações realizadas, por meio de dispensa de licitação, não demonstraram a vantajosidade da aquisição, além de outros indícios que fundamentam as aquisições pelo Setor Público, e que beneficiaram diretamente dois empresários envolvidos, com a participação direta do SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE DO MUNICÍPIO DE CANDEIAS DO JAMARI.

Destaca-se que todas as medidas representadas pela autoridade policial foram deferidas pela 1ª Vara Criminal do Estado de Rondônia.

As diligências desta manhã visam robustecer o arcabouço probatório do inquérito policial, possibilitando a individualização das condutas de todos os envolvidos nas práticas delitivas, além do almejado ressarcimento ao erário.

O NOME DA OPERAÇÃO

O nome da operação, Derision significa na tradução inglesa “escárnio”, remetendo ao substantivo de desdém ou menosprezo com a res publica, dando conotação à forma de que a administração pública daquele município demonstra tratar os recursos recebidos.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

POLÍCIA“Operação Samuel” da DRACO 2 tenta desarticular esquema de invasões de terras envolvendo policiais militares em Rondônia

Publicados

em

A Polícia Civil de Rondônia, por meio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado – Draco 2, deflagrou na manhã desta quarta-feira (15), a 6ª fase da Operação Canaã, intitulada de “Samuel”.

 

 

Foram cumpridos 10 (dez) mandados de prisão preventiva e 6 (seis) mandados de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Porto Velho, Ji-Paraná e São Francisco do Guaporé, com o objetivo de desarticular mais um núcleo da organização criminosa dedicada à invasão de terras públicas estaduais, neste caso, à Estação Ecológica de Samuel, localizada no município de Candeias do Jamari.

Segundo os delegados responsáveis, após o loteamento da ESEC Samuel, efetivado com o auxílio de um topógrafo, o núcleo criminoso promovia a venda dos lotes, coordenava invasão e promovia a manutenção dos compradores no interior da unidade de conservação mediante um código de conduta interno, com um rigoroso controle de acesso por grupo armado, subsidiado pelo fornecimento e comércio ilegal de armas exercido por dois policiais militares integrantes da ORCRIM, os quais também atuavam na segurança e no recebimento dos lucros.

Leia Também:  Raro avião soviético irregular é flagrado pousando em garimpo brasileiro

A divisão da área da unidade de conservação resultou no quantitativo aproximado de 550 (quinhentos e cinquenta) lotes, parte deles já vendida, e renderia aos investigados o somatório mínimo de R$5.052.500,00 (cinco milhões cinquenta e dois mil e quinhentos reais).

Além da ESEC Samuel, a ORCRIM pretendia atuar na Reserva Extrativista Rio Preto Jacundá e na Floresta Nacional do Jacundá, totalizando uma área de 800.000ha (oitocentos mil hectares) de terras públicas a serem loteadas, vendidas e invadidas, podendo chegar ao lucro R$320.000.000,00 (trezentos e vinte milhões de reais) aos seus integrantes.

Apoiaram a operação a Sedam, Sesdec, o Departamento de Estratégia e Inteligência -DEI e a Coordenadoria de Recursos Especiais – Core, à Delegacia Regional de Ji-Paraná por meio da Delegacia Especializada de Roubos e furtos ( DERF) e 1 Delegacia de Ouro Preto do Oeste.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

RONDÔNIA

PORTO VELHO

POLÍTICA RO

MAIS LIDAS DA SEMANA