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Dr. Jairinho é afastado do Conselho de Ética da Câmara do Rio

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O Conselho de Ética da Câmara Municipal do Rio decidiu, em reunião na tarde desta quinta-feira (8), afastar o vereador Dr. Jairinho (sem partido) do cargo que ocupava na comissão e vai solicitar à Justiça acesso aos autos da investigação que resultou na prisão temporária do vereador hoje de manhã, para analisar as denúncias que poderão embasar um pedido de cassação do mandato do parlamentar por quebra de decoro.

Jairinho e a companheira Monique Medeiros são suspeitos de homicídio duplamente qualificado, com emprego de tortura, do filho dela, Henry Borel, de 4 anos de idade. Com a prisão temporária do parlamentar decretada pela Justiça, Jairinho terá seu salário suspenso e ficará afastado do mandato após 31 dias de prisão, como determina o Artigo 14 do Regimento Interno da Câmara Municipal.

O vereador Alexandre Isquierdo, presidente do conselho, disse que o grupo vai trabalhar com celeridade no processo. “Esta comissão estará debruçada sobre os autos, trabalhando para uma eventual representação”, afirmou.

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Caso a representação seja apresentada pelo conselho, ou por dois quintos dos vereadores, Jairinho também será automaticamente afastado do cargo de presidente da Comissão de Justiça, órgão responsável por aceitar ou rejeitar denúncias contra os parlamentares.

Suspensão

A reunião do Conselho de Ética, inicialmente marcada para as 18h, foi antecipada para as 16h30, com a suspensão da sessão plenária de votação. Ao comunicar a decisão na abertura da sessão, o presidente da Casa, vereador Carlo Caiado, também destacou que a Câmara dará agilidade às apurações.

“Uma vida, independente de quem seja, é sagrada. E se tratando de uma criança nos causa ainda mais perplexidade. Essa é uma casa formada por pessoas de origens e pensamentos diferentes, porém certos valores e princípios devem ser intocáveis”, observou.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Geral

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PF desarticula organização criminosa responsável por planejar atentado contra policiais penais federais

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As investigações tiveram início em junho de 2.020, após um atentado frustrado contra a vida de um homem que se passava por policial penal federal

 

A Polícia Federal, em ação conjunta com o Departamento Penitenciário Federal (DEPEN), deflagrou na manhã desta quinta-feira (22) a Operação Onix, para desmantelar uma organização criminosa responsável por atentado contra a vida de servidores públicos federais em Porto Velho.

As investigações tiveram início em junho de 2.020, após um atentado frustrado contra a vida de um homem que se passava por policial penal federal, na cidade de Porto Velho, a mando de uma facção criminosa estruturada no Estado de São Paulo e que tem líderes presos em penitenciárias federais.

Após meses de investigação, a Polícia Federal conseguiu identificar diversos responsáveis pela organização do plano criminoso, tendo a 3ª Vara Federal de Porto Velho decretado a prisão preventiva de seis pessoas no Estado de Rondônia e deferido o pedido de busca em três imóveis.

A operação realizada em conjunto entre a Polícia Federal e o Depen representa uma resposta das forças de segurança contra os ataques planejados por facções criminosas no país, buscado responsabilizar todos aqueles que integrem organizações estruturadas para atentados contra o Estado e seus servidores.

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Os presos, após serem ouvidos na sede da Polícia Federal, deverão ser transferidos para penitenciária federal e responderão pelos crimes de tentativa de homicídio qualificado e organização criminosa, com penas que ultrapassam 18 dezoito anos de reclusão.

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