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Em Rondônia, Polícia Civil faz operação para prender família que pode ter matado 100 pessoas

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Crimes ocorreram em um período de dez anos, segundo a polícia. Ao menos 30 assassinatos já estão confirmados como de responsabilidade do grupo.

 

 

A Polícia Civil deflagrou, na manhã desta quinta-feira (1°), uma operação para cumprir 35 mandados de prisão preventiva contra uma organização criminosa conhecida como “Mato Grosso”, que pode ter matado até 100 pessoas em um período de dez anos. Os integrantes desse grupo são todos de uma mesma família.

Enquanto os crimes não eram descobertos, segundo a Polícia Civil, a família começou a se sentir “poderosa” e assim foi se estruturando como organização criminosa.

A Polícia Civil diz que muitos dos crimes praticados pela família foram reprimidos, alguns parentes até presos, mas os familiares soltos continuavam assassinando seus rivais.

Além dos homicídios, a Civil investiga outros vários crimes contra o grupo, como:

Extorsão

Tráfico de drogas e associação ao tráfico

Furtos

Assaltos a mão armada

Ameaças

Operação Xeque-mate

Ao todo, 106 policiais participam da operação, que conta ainda com 35 viaturas, quatro cães, um helicóptero, Core, Samu, e Politec.

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Operação da PF evita invasões e possível confronto em área indígena

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (20) a Operação Caraíba, visando impedir que o responsável por invadir terras da União, perturbar costumes e tradições culturais indígenas continue praticando delitos. A ação foi integrada com a participação da Funai.

De acordo com a PF, as investigações tiveram início com uma carta subscrita por 21 indígenas do interior da TI Igarapé Lourdes, nas proximidades da aldeia do povo Gavião (etnia Ikolen), encaminhada para Polícia Federal.

Pelo que foi possível averiguar em diligências preliminares, a pessoa responsável pela invasão na aldeia, envolveu-se com a exploração de madeira, ocasião que passou a intimidar e ameaçar os povos nativos, no sentido de impedir que vivessem de maneira tradicional.

Conforme apurado pela Polícia Federal, nos próximos dias ocorreria embate violento com possível resultado morte entre os envolvidos.

Em razão da periculosidade do alvo, o Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal (GPI) foi acionado com o objetivo de atuar nesta situação emergencial com o propósito de cumprir determinação judicial de busca e apreensão e medidas cautelares deferidas pela 2ª Vara Federal Cível e Criminal de Ji-Paraná.

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O nome da operação faz referência ao termo indígena para definir povos que não possuem suas culturas e tradições.

 

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