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Ex-prefeito é assassinado em Rondônia

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Ele foi morto a tiros em frente à casa da mãe. O ex-prefeito deixou o cargo no último dia 31 de dezembro.

O ex-prefeito de Ministro Andreazza, Neury Carlos Persch (PTB),de  48 anos,  foi assassinado com três tiros  na noite desta quarta-feira naquele município, que fica na região central de Rondônia.

Segundo as primeiras informações, ele foi executado por dois bandidos numa motocicleta nas prfoximidades do Bosque da Cidade após sair da casa da mãe..

Ele acabou de concluir o mandato ( foi prefeito de Ministro Andreazza por duas  vezes) . Havia sido eleito em 2008 e foi reeleito em 2012, tendo permanecido no cargo até a data de 31/12/2016.
O ex-prefeito foi condenado em 2015 por improbidade administrativa. A ação civil pública, ajuizada pelo Ministério Público de Rondônia (MPRO), foi julgada procedente pela 1ª Vara Cível de Cacoal (RO). O prefeito foi condenado a pagar multa de R$ 15 mil e ficar durante oito anos inelegível. Segundo a ação, servidores públicos foram ordenados a realizar serviços em uma propriedade particular.

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Na sentença judicial, o prefeito Neury foi condenado ao pagamento de multa no valor de R$ 15 mil; suspensão dos direitos políticos por oito anos, e proibição de contratar com o poder público, receber benefícios, incentivos fiscais ou creditícios direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoas jurídicas da qual sejam sócios majoritários, pelo prazo de 10 anos.

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PF desarticula grupo que dava ordens de dentro de presídio no Paraná

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Uma rede criada para transmitir ordens de líderes organização criminosa, presos na Penitenciária Federal de Catanduvas (PR), para integrantes que estão em liberdade é o alvo da Operação Efialtes, da Polícia Federal nesta terça-feira (15). O grupo contava com a participação de um servidor da penitenciária.

Na ação , cerca de 90 policiais federais cumprem 26 mandados de prisão preventiva e 10 mandados de busca e apreensão em três estados: Paraná (Catanduvas e Cascavel), Santa Catarina (Chapecó) e São Paulo (São Bernardo do Campo). Dentre os bens apreendidos estão imóveis e carros de luxo.

Segundo a PF, o agente federal de execução penal, alvo de mandado de prisão, deve responder pelos crimes de associação ao tráfico de drogas, organização criminosa, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro, com penas que podem ultrapassar os 30 anos de prisão.

“Além do agente público, a rede de comunicação contava ainda com a participação de uma advogada, que também atuava na transmissão de ordens das lideranças da facção criminosa”, acrescentou a PF, em nota.

A operação foi batizada de Efilates em alusão ao nome do homem que traiu sua nação por dinheiro, durante a Batalha das Termópilas, quando o exército grego enfrentou o exército persa.

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Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Geral

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