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EXCLUSIVO: Investigada na “Operação Siga e Pare” é uma ME mas recebeu milhões tem sede em PHV, mas contato é em Rolim de Moura

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3R Construções Eireli-ME é uma microempresa com sede segundo os dados de seu contrato social numa casa situada na Avenida Vieira Caula em Porto Velho, tem como contato telefônico o prefixo 3442 em Rolim de Moura.

O capital social desta ME é de 80 mil reais e segundo os dados repassados pela Operação SIGA E PARE  recebeu milhões de reais, veja parte da nota abaixo

Suspeitas de irregularidades na retomada da obra e contratação da empresa 3R Construções Eireli-ME para realizar o levantamento do remanescente da obra, ou seja, o que falta ser executado, o qual ficou em R$ 15.170.115,51 (quinze milhões cento e setenta mil cento e quinze reais e cinquenta e um centavos). Assim, levando em consideração o que foi pago (R$ 21.450.787,99) com o que falta executar (R$ 15.170.115,51), o custo da obra passaria de R$ 22 milhões para 36,5 milhões, uma diferença de 14,5 milhões acima do valor inicialmente orçado.

 

Operação Pare-e-Siga combate desvios em obra de construção da sede da Polícia Rodoviária Federal em Rondônia

 

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Com informações do MPF e GOOGLE

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PF desarticula grupo que dava ordens de dentro de presídio no Paraná

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Uma rede criada para transmitir ordens de líderes organização criminosa, presos na Penitenciária Federal de Catanduvas (PR), para integrantes que estão em liberdade é o alvo da Operação Efialtes, da Polícia Federal nesta terça-feira (15). O grupo contava com a participação de um servidor da penitenciária.

Na ação , cerca de 90 policiais federais cumprem 26 mandados de prisão preventiva e 10 mandados de busca e apreensão em três estados: Paraná (Catanduvas e Cascavel), Santa Catarina (Chapecó) e São Paulo (São Bernardo do Campo). Dentre os bens apreendidos estão imóveis e carros de luxo.

Segundo a PF, o agente federal de execução penal, alvo de mandado de prisão, deve responder pelos crimes de associação ao tráfico de drogas, organização criminosa, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro, com penas que podem ultrapassar os 30 anos de prisão.

“Além do agente público, a rede de comunicação contava ainda com a participação de uma advogada, que também atuava na transmissão de ordens das lideranças da facção criminosa”, acrescentou a PF, em nota.

A operação foi batizada de Efilates em alusão ao nome do homem que traiu sua nação por dinheiro, durante a Batalha das Termópilas, quando o exército grego enfrentou o exército persa.

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Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Geral

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