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Funcionário da balsa mata caminhoneiro do Paraná

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Um caminhoneiro identificado pelo nome de Celso foi morto a golpes de faca neste domingo na balsa do rio Madeira, na Ponta do Abunã em Porto Velho.

Informações dão conta que Celso teria discutido com uma das atendentes que trabalha na bilheteria da balsa por causa do preço da travessia. Após a discussão, ela contou ao marido, que também trabalha no mesmo local.

Assim que a balsa foi atracada, o marido da atendente se aproximou do caminhoneiro e desferiu-lhe várias facadas, uma delas no pescoço, e saiu andando como se nada tivesse acontecido.

 

Um caminhoneiro identificado pelo nome de Celso foi morto a golpes de faca neste domingo na balsa do rio Madeira, na Ponta do Abunã em Porto Velho.

Informações dão conta que Celso teria discutido com uma das atendentes que trabalha na bilheteria da balsa por causa do preço da travessia. Após a discussão, ela contou ao marido, que também trabalha no mesmo local.

Assim que a balsa foi atracada, o marido da atendente se aproximou do caminhoneiro e desferiu-lhe várias facadas, uma delas no pescoço, e saiu andando como se nada tivesse acontecido.

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A PM  atendeu a ocorrência, mas quando chegaram ao local o casal havia fugido. A travessia chegou a ser suspensa.

Celso residia em uma cidade do interior do Paraná.

 

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PF faz operação contra corrupção de funcionários da Petrobras

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Policiais federais cumprem hoje (18) três mandados de busca e apreensão contra suspeitos de corrupção e lavagem de dinheiro na antiga Diretoria de Abastecimento da Petrobras. Os mandados da operação Sem Limites VI foram expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba (PR).

A ação de hoje é um desdobramento da Operação Sem Limites que investigou a prática de crimes envolvendo a negociação de óleos combustíveis entre a estatal e empresas estrangeiras.

Os novos mandados expedidos pela Justiça buscam colher provas sobre corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa por novos suspeitos.

Um deles seria ligado a um ex-gerente da Petrobras, que seria responsável por receber recursos de corrupção no exterior, por meio de contas em nome de empresas registradas em outros países. Segundo a Polícia Federal (PF), esse dinheiro era depois distribuído aos envolvidos no esquema criminoso.

Também foram identificados um representante de empresas internacionais e dois homens ligados a um ex-funcionário da área comercial da Petrobras, que seria o responsável por dar informações privilegiadas sobre negociações da estatal.

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A PF não informou o período em que funcionou o esquema.

Por meio de nota, a Petrobras informou que colabora com as investigações desde 2014, é coautora de 21 ações de improbidade administrativas que estão em andamento e é assistente de acusação em 76 ações penais relacionadas a crimes investigados pela Operação Lava Jato.

“A Petrobras é vítima dos crimes desvendados pela Operação Lava Jato, sendo reconhecida como tal pelo Ministério Público Federal e pelo Supremo Tribunal Federal”, diz a nota. “Cabe salientar que a Petrobras já recebeu mais de R$ 5,7 bilhões, a título de ressarcimento, incluindo valores que foram repatriados da Suíça por autoridades públicas brasileiras”.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

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