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Na 2ª noite da Operação Urgência equipes flagram aglomerações envolvendo o público jovem

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O Governo do Estado de Rondônia, por intermédio da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), sob a coordenação do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), segue firme com a missão de fiscalizar o cumprimento do Decreto estadual, nº 25.859, diante do atual cenário crítico da pandemia em todo o Estado. Na segunda etapa da “Operação Urgência”, ocorrida na noite dessa quinta-feira (1), em Porto Velho, foram flagradas aglomerações em espaço público e funcionamento de conveniência com consumo de bebida alcoólica fora do horário permitido.

 

Apesar de todos os esforços planejados estrategicamente pelas equipes de fiscalização, ainda assim, uma parte da sociedade parece que não compreendeu a seriedade do cenário pandêmico presente e insiste no desrespeito às determinações do decreto estadual, gerando aglomerações e, consequentemente, contribuindo ainda mais com a contaminação da Covid-19.

 

Esse relato pôde ser visto durante a atuação das equipes na “Operação Urgência”, no perímetro urbano de Porto Velho e a muitas das pessoas envolvidas eram jovens, que hoje, já apresenta um percentual expressivo nas unidades hospitalares, acometidas pela Covid-19, chegando muitas vezes a ter a vida ceifada por complicações da doença.

 

 

Desrespeito ao decreto ainda pode ser flagrado durante as fiscalizações

 

Uma conveniência na zona Leste da Capital, próxima a um posto de gasolina, por exemplo, foi vista em funcionamento fora do horário permitido, concentrando pessoas em ambiente fechado, muitas delas sem fazer uso da máscara facial e, ainda, consumindo bebida alcoólica, que também está proibido, conforme descrito no decreto estadual.

 

As equipes fizeram a dispersão das pessoas presentes na conveniência e aplicaram o Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Situação similar a essa também ocorreu na zona Sul, em que um estabelecimento comercial foi visto funcionando em horário em desacordo com o decreto. O proprietário foi orientado a fechar o local naquele momento.

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Locais públicos como Skate Park e Espaço Alternativo continuam sendo alvo da fiscalização, uma vez que o índice de reincidência nesses ambientes é alto. E mais uma vez, durante a fiscalização no Skate Park, as equipes fizeram a dispersão de pessoas, a maioria jovens, que se encontravam no local, em horário não permitido por decreto, praticando vôlei, andando de skate e alguns sem fazer o uso da máscara facial.

 

O panorama geral da atuação das equipes, na segunda noite da “Operação Urgência” resultou em 60 estabelecimentos visitados. Desses, 48 estavam sem funcionamento de acordo com as determinações do decreto estadual.

 

De acordo com o comandante do Corpo de Bombeiros, coronel BM Gilvander Gregório, as ações orientativas têm surtido efeito positivo por parte da grande maioria dos proprietários de estabelecimentos comerciais, mas lamenta a postura dos jovens, que estão cada vez mais presentes na fila para leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), contaminados pela Covid-19.

 

“Nossa atuação tem gerado bons resultados, com a colaboração de grande maioria dos comerciantes, mas infelizmente os jovens estão pagando um preço muito caro com a própria vida, porque gostam de enfrentar o perigo. Por isso, vamos reforçar nossas ações, com mais órgãos fiscalizadores para conter essas atitudes ilegais que conduzem muitos jovens a perder a vida. O tempo é de urgência, não dá para deixar essa juventude correr solta aglomerando. Por isso, temos que chegar firme, se não os jovens podem chegar a irem para a fila de UTI, pois não há leitos para todos”, observou o coronel.

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AÇÕES CONTÍNUAS

 

Já são mais de 120 dias de fiscalização para conter as aglomerações, distribuídas em sete operações que têm se intensificado cada vez mais, visando amenizar os impactos causados pela transmissão do coronavírus. Durante todas as operações realizadas já se ultrapassou o quantitativo de 6.300 intervenções. Com a “Operação Urgência”, o ciclo dessas ações já chega em sua 39ª edição, tendo registrado, até o momento, 41 estabelecimentos com aglomerações. Porém, nada comparado aos 2.289 estabelecimentos comerciais que têm cumprido as determinações dos decretos já publicados. Operações realizadas: Fase 3, 3ª Onda, Decreto, Consciência, Restrição, Alerta, Emergência e Urgência (em andamento).

 

PARCERIA

 

 

Operações são lideradas pelo CBM, com apoio de órgãos públicos municipais e estaduais

 

Todo o trabalho conta ainda com o apoio e participação ativa da Polícia Militar (PM), Polícia Civil (PC), da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), da Superintendência Estadual de Comunicação (Secom), do Programa de Orientação, Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e da Prefeitura de Porto Velho, por meio do Departamento de Vigilância Sanitária, Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz), Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), Subsecretaria Municipal de Serviços Básicos (Semusb) e Secretaria Municipal de Trânsito (Semtran).

 

É importante ressaltar que as operações aplicadas, de forma mais regulares, também se estendem a 15 municípios que possuem unidade do CBM, com a participação da Polícia Militar e órgãos municipais. O propósito segue o mesmo: combater às aglomerações e, consequentemente, frear a disseminação do coronavírus. Por isso, é importante contar com a colaboração de toda a população rondoniense.

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Operação da PF evita invasões e possível confronto em área indígena

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (20) a Operação Caraíba, visando impedir que o responsável por invadir terras da União, perturbar costumes e tradições culturais indígenas continue praticando delitos. A ação foi integrada com a participação da Funai.

De acordo com a PF, as investigações tiveram início com uma carta subscrita por 21 indígenas do interior da TI Igarapé Lourdes, nas proximidades da aldeia do povo Gavião (etnia Ikolen), encaminhada para Polícia Federal.

Pelo que foi possível averiguar em diligências preliminares, a pessoa responsável pela invasão na aldeia, envolveu-se com a exploração de madeira, ocasião que passou a intimidar e ameaçar os povos nativos, no sentido de impedir que vivessem de maneira tradicional.

Conforme apurado pela Polícia Federal, nos próximos dias ocorreria embate violento com possível resultado morte entre os envolvidos.

Em razão da periculosidade do alvo, o Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal (GPI) foi acionado com o objetivo de atuar nesta situação emergencial com o propósito de cumprir determinação judicial de busca e apreensão e medidas cautelares deferidas pela 2ª Vara Federal Cível e Criminal de Ji-Paraná.

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O nome da operação faz referência ao termo indígena para definir povos que não possuem suas culturas e tradições.

 

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