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Na 7ª noite da “Operação Urgência”, mais de 70 estabelecimentos foram visitados pelas equipes de fiscalização

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Equipes saíram às ruas de Porto Velho, vistoriando lugares sujeitos a atitudes irregulares.

 

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec) deflagrou a sétima fase da “Operação Urgência”, na noite desta terça-feira (13) para garantir o cumprimento do Decreto 25. 940, de 30 de março de 2021, que altera e acrescenta dispositivos no Decreto n. 25.859, de 6 de março do mesmo ano, cujo objetivo é conter a disseminação do coronavírus em todo a região.

A ação, que vem sendo desencadeada há quase seis meses no Estado, mantém um ritmo de trabalho continuado em locais mais propensos a irregularidades, como estabelecimentos abertos em horários inadequados, somando-se às atitudes de aglomerações feitas por parte da população.

Um exemplo muito comum ocorre na zona Leste de Porto Velho, um dos bares populares da região, foi deflagrado com portas abertas fora do horário permitido. Apesar de não terem sido flagrados consumidores próximo à localidade, a equipe de fiscalização lavrou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) para alertar o responsável.

Situações semelhantes a essa costumam ser usuais para indivíduos que persistem em ser imprudentes, quando se refere à preservação da saúde.

 TCO sendo lavrado devido a irregularidade encontrada

Segundo o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, Cel. Bm Gilvander Gregório de Lima, as denúncias recebidas da população rondoniense colaboram drasticamente para conter o alto índice de ações irregulares na sociedade. “O ato cidadão de denunciar tem sido muito importante e tem levado as pessoas a evitar as festas clandestinas que acontecem em lugares geralmente privados. A sociedade está preocupada consigo mesma, tendo em vista o aumento da contaminação nos últimos meses”, enfatiza.

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Ainda, conforme o comandante-geral da CBM, o órgão vem monitorando dados de pessoas que aguardam leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) de Rondônia. A diminuição dessa demanda indica resultados das ações de fiscalização. Na tabela apresentada pelo coronel BM Gregório, de 17 de março a 12 de abril de 2021, houve uma redução expressiva de 170 para 65 pessoas aguardando leitos de internação.

Outro ponto destacado por ele, é a constante infecção do vírus em pessoas mais jovens, especificamente entre 20 e 49 anos. Eles tendem a se contaminar quando estão no ambiente externo, podendo levar a infecção para dentro de casa e contagiar os moradores que coabitam com eles. “Normalmente essas pessoas são membros da mesma família, como pais e mães, que infelizmente acabam morrendo por consequência de pura imprudência”, complementa.

PERIGO EM DOSE DUPLA

A realidade descrita acima apenas reforça o duplo perigo de contaminação das pessoas, pois, facilmente, também correm o risco de se contaminarem com a variante do coronavírus denominada “cepa”, que foi detectada no Estado no início deste ano. Considerada uma procriação da SARS-CoV-2, esta linhagem possui fator infeccioso mais agudo em relação ao vírus original, caracterizado até agora por sua maior chance de contaminação entre membros de um grupo que estão desprovidos de recursos básicos de proteção, como, por exemplo, do uso de máscara facial.

Indivíduos de qualquer idade, que insistem em se expor em ambientes onde há grande fluxo de pessoas, são os mais vulneráveis ​​à infecção. Em um estabelecimento do tipo bar, a falta de conscientização quanto a esta cautela pode ser ainda maior, pois é nítido que a maioria dos consumidores perde a noção da higienização pessoal por estar alcoolizado, colocando em risco sua saúde e a vida de outros cidadãos.

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BALANÇO

Na 7ª noite da “Operação Urgência”, 72 estabelecimentos comerciais foram visitados pelas equipes de fiscalização, dos quais 53 estavam sem funcionamento, 15 lugares estavam em condições regulares, houve três orientações e foi lavrado um TCO. Nesta fase, não foram registrados os seguintes atos: aglomeração, notificação, vistorias, interdições e autuações.

A fiscalização ocorre desde dezembro de 2020 por meio de várias operações já deflagradas, denominadas: “Fase 3”; “3° Onda”; “Decreto”; “Consciência”; “Restrição”; “Alerta”; “Emergência” e atual Urgência. Somando com a 7ª Operação Urgência, já foram realizadas mais de 6.800 intervenções desde o início das ações. Essa, já é fiscalização de número 44, sendo a 39ª no ano de 2021.

Alguns contatos de emergência, para realizar eventuais denúncias de aglomerações ou outras irregularidades encontradas, são disponibilizados à população, através dos canais de comunicação: 190 (Polícia Militar); 197 (Polícia Civil) e 193 (Corpo de Bombeiros). A operação é realizada pelo Executivo Estadual, e deve permanecer enquanto durar o decreto que institui o sistema de isolamento social controlado no âmbito rondoniense.

Toda a ação é liderada pelo Corpo de Bombeiros Militar (CBM), e conta com o apoio e a participação da Polícia Militar (PM), Polícia Civil (PC), da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), da Superintendência Estadual de Comunicação (Secom), do Programa de Orientação, Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), o Departamento Estadual de Trânsito de Rondônia (Detran) e da Prefeitura de Porto Velho, por meio do Departamento de Vigilância Sanitária, Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz), Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) e Subsecretaria Municipal de Serviços Básicos (Semusb).

Fonte: Governo RO

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Polícia apreende 300 quilos de cocaína no Rio de Janeiro

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu hoje (5) 300 quilos de cocaína durante uma operação no Arco Metropolitano do Rio de Janeiro (BR-493). Segundo a PRF, essa foi a terceira maior apreensão da droga na história da instituição, no Rio de Janeiro.

A cocaína foi encontrada em um compartimento especial, dentro de um veículo de carga, durante uma abordagem na altura de Seropédica. Para encontrar a droga, os policiais pediram ajuda da concessionária CCR Nova Dutra para cortar a carroceria do caminhão.

O motorista, cujo nome ainda não foi revelado, foi preso em flagrante e contou que trazia a droga de Belo Horizonte. Ele entregaria a carga em um posto na BR-040, no Rio de Janeiro. Estima-se que o carregamento ilícito vale R$ 12 milhões no mercado ilegal de venda de cocaína.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Geral

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