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Nota de Pesar – Cão policial Yuka

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WhatsApp Image 2022-05-10 at 13.06.07É com grande pesar e consternação que o comando do 7º Batalhão da Polícia Militar (7º BPM), informa o falecimento da cão policial Yuka, ocorrido na última quarta-feira 04 de maio.

Yuka atuava no canil da Polícia Militar de Ariquemes. Dos seus nove anos de vida, a maior parte deles, foi dedicado ao combate ao tráfico de drogas no Vale do Jamari. Ela participou de grandes apreensões de entorpecentes em Ariquemes, bem como se apresentou para diversas crianças, sempre elevando o nome PM da região Vale do Jamari.

A cão policial Yuka, que estava próxima da sua aposentadoria, morreu em atividade, provavelmente vítima de envenenamento criminoso, decorrente das diversas apreensões feitas pela equipe do canil do 7º Batalhão, e de toda a tropa.

A Polícia Militar presta nossa solidariedade aos membros do canil do 7º BPM, destacando a singularidade e profissionalismo do efetivo K-9. Na oportunidade, o 7º Batalhão reforça que o canil continua operando, com os seus componentes ainda mais motivados, honrando a memória daqueles que deram suas vidas (humanas ou não) no combate a tráfico de drogas e ao crime organizado.

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Os suspeitos pelo ato criminoso já estão sendo identificados pelas equipes operacionais e de inteligência, para a devida responsabilização dos autores.

Ariquemes-RO, 10 de maio de 2022.

Deivsson Souza Bispo – Major QOPM

Comandante do 7º BPM

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Fonte: PM RO

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PF faz operações contra estudantes suspeitos de fraude no CadÚnico

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A Polícia Federal (PF) cumpre hoje (26) 16 mandados de busca e apreensão contra estudantes de medicina suspeitos de falsificar documentos para receberem bolsas integrais em universidade no norte do Rio de Janeiro. A Operação Falso Positivo cumpre mandados em seis cidades do Rio e Espírito Santo.

De acordo com a PF, os estudantes se inscreviam no Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal para se passarem por pessoas de baixa renda, com o uso de documentos falsos. Assim, conseguiam receber suas bolsas de estudo.

Além disso, segundo a PF, os alunos ou seus pais receberam, de forma irregular, o Auxílio Emergencial, criado pelo governo federal para enfrentar os efeitos da pandemia de covid-19.

Doze pessoas, entre alunos e pais, já foram indiciadas no decorrer das investigações. Entre as provas usadas pela PF estão movimentações bancárias, obtidas por meio de quebra de sigilo, que seriam incompatíveis com uma pessoa que teria a renda baixa.

Os investigados poderão responder por crimes de estelionato, falsidade ideológica e associação criminosa. Os mandados, expedidos pela 2ª Vara Federal de Campos, estão sendo cumpridos nas cidades fluminenses de Campos, Itaperuna e São Francisco de Itabapoana, além dos municípios capixabas de Linhares, Cachoeiro do Itapemirim e Mimoso do Sul.        

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Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Geral

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