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Operação Canaã prende 17 pessoas de organização criminosa voltada para invasão de terras

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A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco2), deflagrou na manhã desta sexta-feira (11), a Operação Canaã, com objetivo principal desarticular organização criminosa dedicada à invasão de terras privadas na região de São Francisco do Guaporé.

Apurou-se que a prática realizada pela Orcrim consiste em mapear em lotes a área a ser invadida, invadir a propriedade privada utilizando-se de armamento de alta letalidade, oferecer as cotas aos camponeses e investidores mediante pagamento pecuniário, veículos e armas, sob a promessa de legalização da posse após a tomada do local, se remetendo à Canaã, a terra prometida.

Foram cumpridos 17 mandados de prisão temporária e 21 (vinte e um) mandados de busca e apreensão contra as principais lideranças e integrantes da Orcrim, nas cidades de Porto Velho, Ji-Paraná, Seringueiras, Mirante da Serra, São Miguel do Guaporé e na cidade de Várzea Grande-MT.

A operação contou com o apoio da Sesdec, Core/PC, Draco1, Derf/PC, PRF, além de diversas unidades policiais do interior do Estado.

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Segundo o Diretor-Geral da Polícia Civil, Samir Fouad Abboud: “a Polícia Civil está atuando arduamente na resolução dos conflitos agrários”.

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POLÍCIA“Operação Samuel” da DRACO 2 tenta desarticular esquema de invasões de terras envolvendo policiais militares em Rondônia

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A Polícia Civil de Rondônia, por meio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado – Draco 2, deflagrou na manhã desta quarta-feira (15), a 6ª fase da Operação Canaã, intitulada de “Samuel”.

 

 

Foram cumpridos 10 (dez) mandados de prisão preventiva e 6 (seis) mandados de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Porto Velho, Ji-Paraná e São Francisco do Guaporé, com o objetivo de desarticular mais um núcleo da organização criminosa dedicada à invasão de terras públicas estaduais, neste caso, à Estação Ecológica de Samuel, localizada no município de Candeias do Jamari.

Segundo os delegados responsáveis, após o loteamento da ESEC Samuel, efetivado com o auxílio de um topógrafo, o núcleo criminoso promovia a venda dos lotes, coordenava invasão e promovia a manutenção dos compradores no interior da unidade de conservação mediante um código de conduta interno, com um rigoroso controle de acesso por grupo armado, subsidiado pelo fornecimento e comércio ilegal de armas exercido por dois policiais militares integrantes da ORCRIM, os quais também atuavam na segurança e no recebimento dos lucros.

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A divisão da área da unidade de conservação resultou no quantitativo aproximado de 550 (quinhentos e cinquenta) lotes, parte deles já vendida, e renderia aos investigados o somatório mínimo de R$5.052.500,00 (cinco milhões cinquenta e dois mil e quinhentos reais).

Além da ESEC Samuel, a ORCRIM pretendia atuar na Reserva Extrativista Rio Preto Jacundá e na Floresta Nacional do Jacundá, totalizando uma área de 800.000ha (oitocentos mil hectares) de terras públicas a serem loteadas, vendidas e invadidas, podendo chegar ao lucro R$320.000.000,00 (trezentos e vinte milhões de reais) aos seus integrantes.

Apoiaram a operação a Sedam, Sesdec, o Departamento de Estratégia e Inteligência -DEI e a Coordenadoria de Recursos Especiais – Core, à Delegacia Regional de Ji-Paraná por meio da Delegacia Especializada de Roubos e furtos ( DERF) e 1 Delegacia de Ouro Preto do Oeste.

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