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Operação Canaã prende 17 pessoas de organização criminosa voltada para invasão de terras

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A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por meio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (Draco2), deflagrou na manhã desta sexta-feira (11), a Operação Canaã, com objetivo principal desarticular organização criminosa dedicada à invasão de terras privadas na região de São Francisco do Guaporé.

Apurou-se que a prática realizada pela Orcrim consiste em mapear em lotes a área a ser invadida, invadir a propriedade privada utilizando-se de armamento de alta letalidade, oferecer as cotas aos camponeses e investidores mediante pagamento pecuniário, veículos e armas, sob a promessa de legalização da posse após a tomada do local, se remetendo à Canaã, a terra prometida.

Foram cumpridos 17 mandados de prisão temporária e 21 (vinte e um) mandados de busca e apreensão contra as principais lideranças e integrantes da Orcrim, nas cidades de Porto Velho, Ji-Paraná, Seringueiras, Mirante da Serra, São Miguel do Guaporé e na cidade de Várzea Grande-MT.

A operação contou com o apoio da Sesdec, Core/PC, Draco1, Derf/PC, PRF, além de diversas unidades policiais do interior do Estado.

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Segundo o Diretor-Geral da Polícia Civil, Samir Fouad Abboud: “a Polícia Civil está atuando arduamente na resolução dos conflitos agrários”.

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PF faz operação contra corrupção de funcionários da Petrobras

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Policiais federais cumprem hoje (18) três mandados de busca e apreensão contra suspeitos de corrupção e lavagem de dinheiro na antiga Diretoria de Abastecimento da Petrobras. Os mandados da operação Sem Limites VI foram expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba (PR).

A ação de hoje é um desdobramento da Operação Sem Limites que investigou a prática de crimes envolvendo a negociação de óleos combustíveis entre a estatal e empresas estrangeiras.

Os novos mandados expedidos pela Justiça buscam colher provas sobre corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa por novos suspeitos.

Um deles seria ligado a um ex-gerente da Petrobras, que seria responsável por receber recursos de corrupção no exterior, por meio de contas em nome de empresas registradas em outros países. Segundo a Polícia Federal (PF), esse dinheiro era depois distribuído aos envolvidos no esquema criminoso.

Também foram identificados um representante de empresas internacionais e dois homens ligados a um ex-funcionário da área comercial da Petrobras, que seria o responsável por dar informações privilegiadas sobre negociações da estatal.

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A PF não informou o período em que funcionou o esquema.

Por meio de nota, a Petrobras informou que colabora com as investigações desde 2014, é coautora de 21 ações de improbidade administrativas que estão em andamento e é assistente de acusação em 76 ações penais relacionadas a crimes investigados pela Operação Lava Jato.

“A Petrobras é vítima dos crimes desvendados pela Operação Lava Jato, sendo reconhecida como tal pelo Ministério Público Federal e pelo Supremo Tribunal Federal”, diz a nota. “Cabe salientar que a Petrobras já recebeu mais de R$ 5,7 bilhões, a título de ressarcimento, incluindo valores que foram repatriados da Suíça por autoridades públicas brasileiras”.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

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