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Operação conjunta no Morro do Chapadão termina com 6 mortos e 4 presos

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Operação conjunta do Núcleo de Operações Especiais da Polícia Rodoviária Federal no Rio de Janeiro (NOE-RJ), do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) da Polícia Militar do Rio e da Polícia Federal (PF), realizada na madrugada de hoje (20), no conjunto de favelas do Chapadão, resultou na prisão de quatro criminosos e outros seis suspeitos foram encontrados feridos. Um deles morreu no local e cinco no hospital, informou a PF.

A Polícia Rodoviária Federal informou que os policiais monitoravam uma quadrilha especializada em roubos de carga, que se articulava para realizar ações criminosas na região da Pavuna, quando foram atacados por criminosos.

“Durante a ação de inteligência, a equipe do Bope foi atacada por criminosos armados na comunidade do Chapadão e foi iniciada uma ação emergencial na localidade, ocorrendo a necessidade de intervenção policial”, acrescentou.

Na ação, foram apreendidas armas e grande quantidade de drogas. “Houve apreensão de seis pistolas, uma granada defensiva M4, 03 carros, 05 motos, 351 tabletes de 30g de maconha, 26 frascos de lança-perfume, 4810 pinos de cocaína, um saco de 600g de cocaína, 3 tabletes de 200g de cocaína, 3 frascos de cheirinho da loló, 120 papelotes de crack, 135 pinos de cocaína de R$ 15,00, 200 pinos de cocaína de R$ 10,00, 20 pinos de cocaína de R$ 50,00, 1 Kg de pasta de cocaína, um tablete de maconha de 1 Kg, 1700 papelotes de maconha, 450 trouxinhas de crack, 10 pinos de haxixe, 3 munições 380, 1 kit Roni, 1 munição 40, 1 rádio transmissor e um cinto tático”, relatou.

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As ocorrências foram encaminhadas para 27ª DP, em Vicente de Carvalho.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Geral

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Advogada suspeita de atuar na fuga de Marcola vai a prisão domiciliar

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Advogada Kássia Regina Brianez, de 41 anos
Reprodução/redes sociais

Advogada Kássia Regina Brianez, de 41 anos

A advogada Kássia Regina Brianez Trulha de Assis, de 41 anos, presa suspeita de envolvimento em um plano de fuga para tentar resgatar Marco Willians Herbas Camacho – o Marcola – da Penitenciária Federal de Porto Velho (RO), teve a prisão preventiva convertida para domiciliar, após alegar que precisa cuidar do filho com Transtorno de Espectro Autista (TEA). 

Na decisão, a Justiça Federal determinou que ela use tornozeleira eletrônica e só saia de casa em situação de emergência médica.

Kássia está no Presídio Militar de Campo Grande (MS) há seis dias. A decisão é desta segunda-feira, mas, segundo a defesa, até a noite desta terça ela ainda não tinha sido solta. A previsão é que ela vá para casa na quarta-feira.

Marcola é o líder da maior facção criminosa do Brasil, que atua dentro e fora dos presídios do país. Ele foi condenado a mais de 300 anos de prisão e está preso há mais de 20 anos. Desde março deste ano, cumpre pena na unidade de Rondônia.

Agora, aos 54 anos, conforme investigação da Polícia Federal, é acusado de reunir detentos e advogados para criar um plano de fuga da penitenciária, que acabou frustrado. A PF apontou que Kássia Regina fazia parte desse grupo, servindo como ponte de informação entre os presos com outros integrantes que estavam do lado de fora.

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Em nota, a defesa da advogada afirma que houve uma confusão entre as atividades exercidas por ela e que a inocência dela será provada.

“A exigência de respeito às prerrogativas do advogado nada mais é que um direito previsto em lei, porém, sabe-se que a letra fria da lei não impede que ocorram situações prejudiciais ao advogado, tal como no caso concreto”, diz o advogado Juliano Rocha de Moraes.

Kássia foi presa durante a operação “Anjos da Guarda”, deflagrada pela Polícia Federal na última quarta-feira.

Após audiência de custódia, a Justiça concedeu o alvará de soltura, estabeleceu o uso da tornozeleira e autorizou saídas de casa apenas para eventuais emergências médicas dela e do filho, assim como para acompanhamento do filho nas consultas para tratamento do autismo, mediante comunicação dos endereços dos locais em que estas são realizadas.

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“[…] Poderá, também, deixar a residência para atender aos chamados da Justiça e Polícia Federal, no interesse da investigação/instrução apresentando a devida ressalva/certidão”, diz trecho da decisão.

Operação Anjos da Guarda

Na operação, a PF cumpriu 11 mandados de prisão preventiva e outros 13 de busca e apreensão em Mato Grosso do Sul, São Paulo e no Distrito Federal. O objetivo da operação foi impedir o plano de resgate de líderes de um dos maiores grupos criminosos do país.

A polícia descobriu durante as investigações que os presos e outros suspeitos de envolvimento no plano mantinham uma rede de comunicação e se falavam por meio de mensagens, mediadas por advogados.

De acordo com a PF, os profissionais usavam códigos simulando questões jurídicas que não existiam, durante os atendimentos aos clientes.

Foram identificadas três estratégias para a fuga, incluindo invasão ao presídio por 100 homens armados e com bombas, além do sequestro de autoridades e parentes de presos para negociar a liberação de Marcola e outros líderes da facção e uma rebelião na penitenciária.

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Fonte: IG Nacional

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