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Operação da PF em cooperação com a Polícia Italiana prende suspeito de armazenar e distribuir fotos e vídeos pornográficos infantis em Rondônia

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (07/04/2021) a “Operação TRACCIATO”, de repressão à divulgação de imagens e vídeos de exploração sexual de crianças e adolescentes na internet. 

 

O mandado de busca e apreensão, expedido pela 7ª Vara Federal de Porto Velho, foi cumprido na cidade, em residência localizada no bairro Eletronorte, zona sul dessa capital.

Durante o cumprimento das buscas, o investigado foi autuado em flagrante pelo delito de armazenamento de imagens e vídeos de exploração sexual infantil (Art 241-B, do ECA), fato constatado no cumprimento do mandado de busca e apreensão.

No interior das residências, a Polícia Federal apreendeu equipamentos eletrônicos que estariam sendo utilizados na prática das condutas criminosas. O detido foi levado para a sede da PF em Porto Velho/RO para procedimentos policiais e, ao final, encaminhado ao sistema prisional estadual, onde permanecerá à disposição da Justiça.

 

As investigações iniciaram a partir de relatório produzido pela Núcleo de Repressão aos Crimes de Ódio e à Pornografia Infantil na Internet da Polícia Federal (NURCOP), em cooperação com a Polizia Di Stato – Compartimento Polizia Postale Delle Comunicazioni Lombardia, no âmbito da Operação LUNA PARK, da polícia italiana. Foi identificado e preso usuário que armazenava milhares de arquivos de pornografia infantil e os compartilhava por meio de aplicativos específicos.

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As penas para o delito de armazenamento de imagens e vídeos de exploração sexual infantil (Artigo 241-B, do ECA) podem chegar a 4 (quatro) anos e para o crime de disponibilização/divulgação de material de pornografia infantil (artigo 241- A, do ECA) podem chegar a 6 (seis) anos por cada compartilhamento realizado.

O nome da operação, “TRACCIATO”, que significa rastreado em italiano, faz referência à cooperação internacional realizada pela Polícia Federal com a Polícia Italiana, no intuito de rastrear e identificar os usuários responsáveis por compartilhar conteúdo de pornografia infantil na internet.

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Operação da PF evita invasões e possível confronto em área indígena

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (20) a Operação Caraíba, visando impedir que o responsável por invadir terras da União, perturbar costumes e tradições culturais indígenas continue praticando delitos. A ação foi integrada com a participação da Funai.

De acordo com a PF, as investigações tiveram início com uma carta subscrita por 21 indígenas do interior da TI Igarapé Lourdes, nas proximidades da aldeia do povo Gavião (etnia Ikolen), encaminhada para Polícia Federal.

Pelo que foi possível averiguar em diligências preliminares, a pessoa responsável pela invasão na aldeia, envolveu-se com a exploração de madeira, ocasião que passou a intimidar e ameaçar os povos nativos, no sentido de impedir que vivessem de maneira tradicional.

Conforme apurado pela Polícia Federal, nos próximos dias ocorreria embate violento com possível resultado morte entre os envolvidos.

Em razão da periculosidade do alvo, o Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal (GPI) foi acionado com o objetivo de atuar nesta situação emergencial com o propósito de cumprir determinação judicial de busca e apreensão e medidas cautelares deferidas pela 2ª Vara Federal Cível e Criminal de Ji-Paraná.

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O nome da operação faz referência ao termo indígena para definir povos que não possuem suas culturas e tradições.

 

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