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Operação Drone: Policia Civil cumpre mandados de prisão, busca e apreensão e sequestro de valores

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Na manhã desta quarta-feira (18/11/2020) a Polícia Civil do Estado de Rondônia, por intermédio da 1ª Delegacia de Ji-Paraná (Núcleo de Roubos), deflagrou ação ostensiva para o cumprimento de 06 (seis) mandados de prisão temporária e 09 (nove) mandados de busca e apreensão visando coletar elementos de prova em inquérito que apura os crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, lavagem de capitais e outros delitos.

Além das buscas e prisões temporárias, também foi deferido o sequestro de valores em disponibilidade dos líderes do grupo, até o limite de 200 mil reais. Dois deles são presos conhecidos no meio policial como chefes/líderes de uma das facções criminosas que agem na região.

A ação teve como alvos 11 (onze) investigados indiciados pelos crimes referidos e suspeitos de promover e integrar organização criminosa voltada ao tráfico de drogas e outros delitos, em especial em fazer adentrar drogas e celulares na unidade prisional Agenor Martins de Carvalho, localizada em Ji-Paraná, para uso de uma facção criminosa que atua na região.

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A investigação tramita há alguns meses, ficando claro que a ORCRIM ora investigada é um braço de uma facção nacional, que tem atuado no município de Ji-Paraná tanto nas ruas (com roubos e tráfico de drogas) como especialmente desenvolvendo métodos para fazer adentrar celulares e drogas para faccionados que estão recolhidos nas unidades prisionais.

A investigação teve início a partir de informações de que esse grupo criminoso estaria buscando formas de lançar drogas e celulares com Drones dentro da unidade prisional, tendo inclusive ocorrido duas tentativas falhas, com a apreensão ou abate dos aparelhos pelos policiais penais.

A Polícia Civil deflagrou anteriormente, em 27 de setembro de 2020, uma operação denominada Offline, em parceria com a SEJUS, visando também colher elementos para o indiciamento dos envolvidos, com o recolhimento de diversos aparelhos telefônicos dentro da unidade prisional, os quais eram utilizados pelos líderes da facção

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POLÍCIA“Operação Samuel” da DRACO 2 tenta desarticular esquema de invasões de terras envolvendo policiais militares em Rondônia

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A Polícia Civil de Rondônia, por meio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado – Draco 2, deflagrou na manhã desta quarta-feira (15), a 6ª fase da Operação Canaã, intitulada de “Samuel”.

 

 

Foram cumpridos 10 (dez) mandados de prisão preventiva e 6 (seis) mandados de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Porto Velho, Ji-Paraná e São Francisco do Guaporé, com o objetivo de desarticular mais um núcleo da organização criminosa dedicada à invasão de terras públicas estaduais, neste caso, à Estação Ecológica de Samuel, localizada no município de Candeias do Jamari.

Segundo os delegados responsáveis, após o loteamento da ESEC Samuel, efetivado com o auxílio de um topógrafo, o núcleo criminoso promovia a venda dos lotes, coordenava invasão e promovia a manutenção dos compradores no interior da unidade de conservação mediante um código de conduta interno, com um rigoroso controle de acesso por grupo armado, subsidiado pelo fornecimento e comércio ilegal de armas exercido por dois policiais militares integrantes da ORCRIM, os quais também atuavam na segurança e no recebimento dos lucros.

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A divisão da área da unidade de conservação resultou no quantitativo aproximado de 550 (quinhentos e cinquenta) lotes, parte deles já vendida, e renderia aos investigados o somatório mínimo de R$5.052.500,00 (cinco milhões cinquenta e dois mil e quinhentos reais).

Além da ESEC Samuel, a ORCRIM pretendia atuar na Reserva Extrativista Rio Preto Jacundá e na Floresta Nacional do Jacundá, totalizando uma área de 800.000ha (oitocentos mil hectares) de terras públicas a serem loteadas, vendidas e invadidas, podendo chegar ao lucro R$320.000.000,00 (trezentos e vinte milhões de reais) aos seus integrantes.

Apoiaram a operação a Sedam, Sesdec, o Departamento de Estratégia e Inteligência -DEI e a Coordenadoria de Recursos Especiais – Core, à Delegacia Regional de Ji-Paraná por meio da Delegacia Especializada de Roubos e furtos ( DERF) e 1 Delegacia de Ouro Preto do Oeste.

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