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“Operação Illusio”: PF deflagra operação em Ji-Paraná contra invasores, “sequestra” veículos e dinheiro, incluindo investimentos em ações

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta sexta-feira (11), a 2º fase da “Operação Illusio”, com objetivo de promover a descapitalização do patrimônio de organização criminosa voltada à prática de crimes de incêndio, desmatamento e invasão em áreas da União.

A PF cumpre mandado de busca e apreensão em Ji-Paraná/RO com sequestro de veículos e valores existentes nas contas bancárias e aplicações financeiras, incluindo investimento em ações.

A polícia explica que recebeu informações de incêndio de grandes proporções na Reserva do Assentamento Margarida Alves, em Nova União (RO). Ao chegar no local, foi confirmado a ocorrência de queimadas, desmatamento e invasão de terras.

A perícia ambiental constatou uma área degradada em aproximadamente 1.663,1379 hectares, sendo o dano ambiental estimado é de R$ 3.540.825,69. O custo para a recuperação ambiental da área foi calculado em R$ 2.959.373,96. Com isso, o grupo gerou um prejuízo para a União em torno de R$ 6.500.000,00.

Os policiais identificaram a liderança do grupo invasor, além da presença de um advogado apontado como o responsável por dar o aval à invasão. O grupo é suspeito de incendiar, desmatar e invadir a reserva. Os envolvidos devem responder pelos crimes de estelionato, invasão de terra, incêndio, desmatamento e associação criminosa.

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O nome da operação está relacionado a ilusão, gerada no grupo invasor que acreditou nas palavras dos investigados de que os lotes adquiridos seriam regularizados.

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PF faz operação contra corrupção de funcionários da Petrobras

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Policiais federais cumprem hoje (18) três mandados de busca e apreensão contra suspeitos de corrupção e lavagem de dinheiro na antiga Diretoria de Abastecimento da Petrobras. Os mandados da operação Sem Limites VI foram expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba (PR).

A ação de hoje é um desdobramento da Operação Sem Limites que investigou a prática de crimes envolvendo a negociação de óleos combustíveis entre a estatal e empresas estrangeiras.

Os novos mandados expedidos pela Justiça buscam colher provas sobre corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa por novos suspeitos.

Um deles seria ligado a um ex-gerente da Petrobras, que seria responsável por receber recursos de corrupção no exterior, por meio de contas em nome de empresas registradas em outros países. Segundo a Polícia Federal (PF), esse dinheiro era depois distribuído aos envolvidos no esquema criminoso.

Também foram identificados um representante de empresas internacionais e dois homens ligados a um ex-funcionário da área comercial da Petrobras, que seria o responsável por dar informações privilegiadas sobre negociações da estatal.

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A PF não informou o período em que funcionou o esquema.

Por meio de nota, a Petrobras informou que colabora com as investigações desde 2014, é coautora de 21 ações de improbidade administrativas que estão em andamento e é assistente de acusação em 76 ações penais relacionadas a crimes investigados pela Operação Lava Jato.

“A Petrobras é vítima dos crimes desvendados pela Operação Lava Jato, sendo reconhecida como tal pelo Ministério Público Federal e pelo Supremo Tribunal Federal”, diz a nota. “Cabe salientar que a Petrobras já recebeu mais de R$ 5,7 bilhões, a título de ressarcimento, incluindo valores que foram repatriados da Suíça por autoridades públicas brasileiras”.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

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