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Operação Retomada cumpre 13 mandados de prisão em Rondônia e outros 4 estados

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A investigação teve início no mês de julho de 2016, como continuidade dos trabalhos desenvolvidos nas Operações Nova Dimensão e Cardeal, através das quais também se investigava a prática de crimes semelhantes, com a prisão de diversos envolvidos e a apreensão de considerável quantidade de entorpecentes e o sequestro de inúmeros bens.

Contudo, após a deflagração das referidas Operações Policiais, alguns integrantes do grupo criminoso continuaram em atividade, mesmo foragidos da Justiça, com a existências de mandados de prisão expedidos pela Vara de Delitos de Tóxicos de Porto Velho/RO.

As investigações possibilitaram identificar uma nova organização criminosa que agia de modo bastante semelhante àquelas desmanteladas em operações anteriores, com a remessa de consideráveis cargas de entorpecentes de Rondônia para outros pontos do território nacional, sobretudo para o interior do Pará e Maranhão, por via aérea, de onde seguiam por via terrestre para os pontos de distribuição.

O trabalho de inteligência da Polícia Federal conseguiu identificar os principais responsáveis pelo transporte e posterior revenda das substâncias entorpecentes, em uma clara e específica divisão de tarefa entre os envolvidos.

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Ao longo das investigações foram apreendidos cerca de R$ 1.400.000 em espécie, valores estes que se destinavam ao pagamento de carregamentos de entorpecentes, além de aproximadamente 170kg (cento e setenta quilos) de cocaína, 4 fuzis de calibre .556, 02 pistolas e munições de diversos calibres.

Em uma das ações realizadas pelo Comando de Operações Táticas da Polícia Federal (COT) em uma fazenda no interior do Estado do Pará foi possível realizar a abordagem à uma aeronave que estaria transportando em seu interior uma mala com valores superiores a R$ 800.000,00 (oitocentos mil reais), além de armas de grosso calibre.

Neste local, durante as buscas com o auxílio de cão farejador, foram identificados toneis enterrados ao longo da propriedade, onde os envolvidos escondiam as drogas adquiridas.

Ao todo foram expedidos 13 (treze) mandados de prisão preventiva, 9 (nove) de condução coercitivas e 17 (dezessete) buscas e apreensões nos Estados de Rondônia, Maranhão, Pará, Mato Grosso do Sul e Paraná.

Em razão dos altos lucros obtidos com a compra e venda de entorpecentes, o que pode ser verificado devido aos valores apreendidos durante as investigações, os alvos possuíam um esquema altamente organizado para a lavagem dos capitais ilícitos, mediante a compra de imóveis, aeronave, veículos, dentre outros bens de elevado valor.

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Visando atingir o patrimônio dos investigados, foram apreendidos diversos automóveis, alguns de alto luxo, e a aeronave utilizada para o transporte das drogas, sendo determinado, ainda, o bloqueio judicial das contas de 21 (vinte e um) alvos e de 02 (duas) empresas de “fachada” utilizadas para a lavagem do capital ilícito.

Os presos permanecem à disposição da Justiça Estadual do Estado de Rondônia.

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Polícia Federal faz operação para combater contrabando de ouro

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Agentes da Polícia Federal (PF) e da Receita Federal realizaram hoje (27) uma operação contra o contrabando de ouro, garimpado ilegalmente na região Norte do país. Batizada de Ruta 79, a operação cumpre quatro mandados de prisão preventiva e 21 mandados de busca e apreensão em cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.
 
A PF estima que, no período de 2017 a 2019, a quadrilha tenha contrabandeado mais de uma tonelada de ouro para a Itália.
 
As investigações começaram com a prisão de um policial federal. De acordo com a PF, este policial fazia parte da organização criminosa e era o responsável pela passagem ilegal do ouro contrabandeado da área pública para a restrita dos aeroportos. Durante as investigações, mais de 17kg de ouro e joias foram apreendidos, tudo avaliado em mais de US$ 1 milhão.
 
Segundo a PF, os investigados usavam pessoas como “mulas” para transportar o ouro até a Itália. A carga tinha documentação falsa de empresas sediadas no Paraguai. Na sequência, a organização criminosa trazia joias compradas na Ásia e nos Estados Unidos utilizando novamente “mulas” para introduzi-las de maneira clandestina no Brasil.
 
A ação contou com 120 policiais federais no Rio de Janeiro, em Angra dos Reis, São Paulo, São José do Rio Preto, Piracicaba, Mirassol e Belo Horizonte.
 
A operação foi batizada Ruta 79 porque ruta significa rota em italiano, destino do contrabando, e o número 79 é a posição do ouro na tabela periódica de química.

 

*Estagiário sob a supervisão de Mario Toledo

Edição: Lílian Beraldo

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Fonte: EBC Geral

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