PORTO VELHO

Polícia

OPERAÇÃO VIGILANT: Polícia Federal deflagra operação de combate ao abuso sexual

Polícia

Com o apoio de policiais federais de Londrina, no Paraná, foi possível localizar o investigado na cidade de Arapongas/PR

Operação ocorre no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes e cumpre Mandados de Prisão e Busca e Apreensão em Arapongas/PR
A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (18/05/2022), a Operação Vigilant, que investiga os crimes de estupro de vulnerável, produção de conteúdo pornográfico infanto-juvenil e armazenamento de material de abuso sexual infanto-juvenil.
No decorrer das investigações, constatou-se que o suspeito residia em Pimenta Bueno/RO, local onde supostamente ocorreram os abusos, e teria recentemente se mudado para outro Estado. Com o apoio de policiais federais da Delegacia de Polícia Federal em Londrina, no Paraná, foi possível localizar o investigado na cidade de Arapongas/PR.
As investigações tiveram início no mês de abril deste ano, a partir de relatórios enviados pelo NCMEC (National Center for Missing and Exploited Children) à Polícia Federal de Rondônia. O NCMEC é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que recebeu apoio do Governo norte-americano para estabelecer um mecanismo centralizado de recebimento de “denúncias” sobre crimes relacionados a abuso sexual infantil e desaparecimento de crianças.
Em pronta resposta, o GRCC, (Grupo de Repressão a Crimes Cibernéticos) da Polícia Federal em Porto Velho, conseguiu identificar o responsável pelos abusos sexuais cometidos, registrados pelo próprio investigado, bem como por outros arquivos contendo imagens relacionadas ao abuso sexual infanto-juvenil.
A 1ª Vara Criminal da Comarca de Pimenta Bueno, da Justiça Estadual de Rondônia, expediu dois mandados em desfavor do suspeito, sendo um de prisão temporária e outro de busca e apreensão. Foram apreendidos dispositivos eletrônicos que podem ter sido utilizados para a prática dos crimes, que serão encaminhados para exames periciais a serem realizados pelo Setor Técnico-Científico da Polícia Federal. Após os procedimentos de praxe, o investigado será encaminhado ao Presídio.
Na mesma residência do suspeito estava seu filho, que tinha em seu desfavor mandado de prisão, expedido pela Vara Criminal de Pimenta Bueno/RO, pelo delito de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido, tendo sido efetuada sua prisão pela equipe da Polícia Federal.
A Operação ocorre neste dia 18 de maio que é o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, que foi instituído oficialmente no país através da lei nº 9.970, de 17 de maio de 2000.
COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

POLÍCIA“Operação Samuel” da DRACO 2 tenta desarticular esquema de invasões de terras envolvendo policiais militares em Rondônia

Publicados

em

A Polícia Civil de Rondônia, por meio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado – Draco 2, deflagrou na manhã desta quarta-feira (15), a 6ª fase da Operação Canaã, intitulada de “Samuel”.

 

 

Foram cumpridos 10 (dez) mandados de prisão preventiva e 6 (seis) mandados de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Porto Velho, Ji-Paraná e São Francisco do Guaporé, com o objetivo de desarticular mais um núcleo da organização criminosa dedicada à invasão de terras públicas estaduais, neste caso, à Estação Ecológica de Samuel, localizada no município de Candeias do Jamari.

Segundo os delegados responsáveis, após o loteamento da ESEC Samuel, efetivado com o auxílio de um topógrafo, o núcleo criminoso promovia a venda dos lotes, coordenava invasão e promovia a manutenção dos compradores no interior da unidade de conservação mediante um código de conduta interno, com um rigoroso controle de acesso por grupo armado, subsidiado pelo fornecimento e comércio ilegal de armas exercido por dois policiais militares integrantes da ORCRIM, os quais também atuavam na segurança e no recebimento dos lucros.

Leia Também:  Mortes em presídios do Amazonas chegam a 57 em dois dias; maioria morreu por asfixia

A divisão da área da unidade de conservação resultou no quantitativo aproximado de 550 (quinhentos e cinquenta) lotes, parte deles já vendida, e renderia aos investigados o somatório mínimo de R$5.052.500,00 (cinco milhões cinquenta e dois mil e quinhentos reais).

Além da ESEC Samuel, a ORCRIM pretendia atuar na Reserva Extrativista Rio Preto Jacundá e na Floresta Nacional do Jacundá, totalizando uma área de 800.000ha (oitocentos mil hectares) de terras públicas a serem loteadas, vendidas e invadidas, podendo chegar ao lucro R$320.000.000,00 (trezentos e vinte milhões de reais) aos seus integrantes.

Apoiaram a operação a Sedam, Sesdec, o Departamento de Estratégia e Inteligência -DEI e a Coordenadoria de Recursos Especiais – Core, à Delegacia Regional de Ji-Paraná por meio da Delegacia Especializada de Roubos e furtos ( DERF) e 1 Delegacia de Ouro Preto do Oeste.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

RONDÔNIA

PORTO VELHO

POLÍTICA RO

MAIS LIDAS DA SEMANA