PORTO VELHO

Polícia

PF deflagra operação no Acre e Amazonas contra desmatamento ilegal, lavagem de dinheiro e outros crimes

Polícia

Estão sendo cumpridos oito mandados de prisão temporária e 36 mandados de busca e apreensão

 

A Polícia Federal (PF) e a Força-Tarefa Amazônia do Ministério Público Federal (MPF) deflagraram, na manhã desta quarta-feira (08), a operação Ojuara, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso investigado pela prática de diversas fraudes e atos de corrupção relacionados a processos de fiscalização ambiental contra desmatamentos e grilagem de terras realizadas em municípios do interior do Amazonas.

 

Foram expedidos dez mandados de prisão preventiva, oito mandados de prisão temporária e 36 mandados de busca e apreensão. Parte dos investigados teve ainda o sequestro de bens e valores decretado pela Justiça. As medidas estão sendo cumpridas pela Polícia Federal em cidades do Amazonas e em Rio Branco (AC).

A operação investiga diversas práticas de crimes e irregularidades administrativas envolvendo servidores da Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no Acre – que responde pela fiscalização ambiental em parte dos municípios do Sul do Amazonas, agropecuaristas no Estado do Amazonas, sobretudo nos municípios de Boca do Acre e Lábrea (AM), advogados, policiais militares do Amazonas e outros intermediários.

Leia Também:  Polícia Federal investiga fraudes envolvendo auxílio emergencial

 

Os investigados responderão, dentro das suas condutas, pelos crimes de associação ou organização criminosa, invasão de terras públicas, formação de milícia, desmatamento ilegal, desmatamento de terras públicas com impedimento da regeneração de floresta, lavagem de dinheiro, corrupção passiva, corrupção ativa, organização criminosa, falsidade ideológica, divulgação de informações reservadas, constrangimento ilegal, ameaça e furto qualificado de madeira da União, entre outros.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

PF faz operação contra corrupção de funcionários da Petrobras

Publicados

em

 

Policiais federais cumprem hoje (18) três mandados de busca e apreensão contra suspeitos de corrupção e lavagem de dinheiro na antiga Diretoria de Abastecimento da Petrobras. Os mandados da operação Sem Limites VI foram expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba (PR).

A ação de hoje é um desdobramento da Operação Sem Limites que investigou a prática de crimes envolvendo a negociação de óleos combustíveis entre a estatal e empresas estrangeiras.

Os novos mandados expedidos pela Justiça buscam colher provas sobre corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa por novos suspeitos.

Um deles seria ligado a um ex-gerente da Petrobras, que seria responsável por receber recursos de corrupção no exterior, por meio de contas em nome de empresas registradas em outros países. Segundo a Polícia Federal (PF), esse dinheiro era depois distribuído aos envolvidos no esquema criminoso.

Também foram identificados um representante de empresas internacionais e dois homens ligados a um ex-funcionário da área comercial da Petrobras, que seria o responsável por dar informações privilegiadas sobre negociações da estatal.

Leia Também:  Condenado por estupro de vulnerável, empresário é preso pela Polícia Civil escondido em sítio

A PF não informou o período em que funcionou o esquema.

Por meio de nota, a Petrobras informou que colabora com as investigações desde 2014, é coautora de 21 ações de improbidade administrativas que estão em andamento e é assistente de acusação em 76 ações penais relacionadas a crimes investigados pela Operação Lava Jato.

“A Petrobras é vítima dos crimes desvendados pela Operação Lava Jato, sendo reconhecida como tal pelo Ministério Público Federal e pelo Supremo Tribunal Federal”, diz a nota. “Cabe salientar que a Petrobras já recebeu mais de R$ 5,7 bilhões, a título de ressarcimento, incluindo valores que foram repatriados da Suíça por autoridades públicas brasileiras”.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

RONDÔNIA

PORTO VELHO

POLÍTICA RO

MAIS LIDAS DA SEMANA