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PF deflagra Operação Revés no combate a fraudes contra benefícios emergenciais

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Os escopos da atuação conjunta são a identificação de fraudes massivas e a desarticulação de organizações criminosas, com a identificação de seus integrantes e recuperar os valores para o erário

A Polícia Federal deflagrou, na data de hoje (26/05/2021), a Operação Revés, em continuidade ao combate às fraudes aos Benefícios Emergenciais, os quais auxiliam pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade social durante pandemia.

Os trabalhos realizados são resultantes de uma união de esforços denominada Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE), da qual participam a Polícia Federal, Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, CAIXA, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União. Os escopos da atuação conjunta são a identificação de fraudes massivas e a desarticulação de organizações criminosas, com a identificação de seus integrantes e recuperar os valores para o erário.

Nesta data foi cumprido um Mandado de Busca e Apreensão na cidade de Ariquemes/RO, com objetivo de angariar elementos probatórios relacionados a, ao menos, 54 (cinquenta e quatro) contas do auxílio emergencial fraudadas, por meio de pagamentos de boletos e transações bancárias.

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O termo “REVÉS” é alusão a uma situação boa e lucrativa buscada pelos supostos fraudadores de Auxílio-Emergencial, mas que não irá prosperar em razão desse reverso às suas condutas, com a implantação da Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial.

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PF faz operação contra corrupção de funcionários da Petrobras

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Policiais federais cumprem hoje (18) três mandados de busca e apreensão contra suspeitos de corrupção e lavagem de dinheiro na antiga Diretoria de Abastecimento da Petrobras. Os mandados da operação Sem Limites VI foram expedidos pela 13ª Vara Federal de Curitiba (PR).

A ação de hoje é um desdobramento da Operação Sem Limites que investigou a prática de crimes envolvendo a negociação de óleos combustíveis entre a estatal e empresas estrangeiras.

Os novos mandados expedidos pela Justiça buscam colher provas sobre corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa por novos suspeitos.

Um deles seria ligado a um ex-gerente da Petrobras, que seria responsável por receber recursos de corrupção no exterior, por meio de contas em nome de empresas registradas em outros países. Segundo a Polícia Federal (PF), esse dinheiro era depois distribuído aos envolvidos no esquema criminoso.

Também foram identificados um representante de empresas internacionais e dois homens ligados a um ex-funcionário da área comercial da Petrobras, que seria o responsável por dar informações privilegiadas sobre negociações da estatal.

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A PF não informou o período em que funcionou o esquema.

Por meio de nota, a Petrobras informou que colabora com as investigações desde 2014, é coautora de 21 ações de improbidade administrativas que estão em andamento e é assistente de acusação em 76 ações penais relacionadas a crimes investigados pela Operação Lava Jato.

“A Petrobras é vítima dos crimes desvendados pela Operação Lava Jato, sendo reconhecida como tal pelo Ministério Público Federal e pelo Supremo Tribunal Federal”, diz a nota. “Cabe salientar que a Petrobras já recebeu mais de R$ 5,7 bilhões, a título de ressarcimento, incluindo valores que foram repatriados da Suíça por autoridades públicas brasileiras”.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

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