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PF desarticula grupo de traficantes de cocaína em Mato Grosso

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Uma organização criminosa especializada em tráfico drogas e lavagem de dinheiro, que movimentou cerca de R$ 350 milhões em 4 anos, foi alvo de uma operação da Polícia Federal na manhã desta segunda-feira (16).

As ações policiais para cumprimento de mandados judiciais, expedidos pela 7ª Vara Criminal de Cuiabá, ocorreram em endereços ligados aos investigados em cinco municípios do estado de Mato Grosso: Cuiabá, Várzea Grande, Mirassol D’Oeste, Poconé e Pontes e Lacerda.

As investigações apuraram que o grupo criminoso adquiria cocaína no município de Porto Esperidião, embalava em Mirassol D’Oeste, e fazia a distribuição na capital mato-grossense. Durante as investigações, os policiais federais, com o apoio da Polícia Militar, conseguiram apreender dois carregamentos com 210 kg de cocaína.

Segundo a PF, os criminosos utilizavam também postos de combustíveis, em Cuiabá, para a lavagem de dinheiro decorrente do tráfico. “As investigações e diligências contra o tráfico continuam, com especial atenção à prisão das lideranças e descapitalização de organizações criminosas”, informou a PF.

* Com informações da PF

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Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Geral

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POLÍCIA“Operação Samuel” da DRACO 2 tenta desarticular esquema de invasões de terras envolvendo policiais militares em Rondônia

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A Polícia Civil de Rondônia, por meio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado – Draco 2, deflagrou na manhã desta quarta-feira (15), a 6ª fase da Operação Canaã, intitulada de “Samuel”.

 

 

Foram cumpridos 10 (dez) mandados de prisão preventiva e 6 (seis) mandados de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Porto Velho, Ji-Paraná e São Francisco do Guaporé, com o objetivo de desarticular mais um núcleo da organização criminosa dedicada à invasão de terras públicas estaduais, neste caso, à Estação Ecológica de Samuel, localizada no município de Candeias do Jamari.

Segundo os delegados responsáveis, após o loteamento da ESEC Samuel, efetivado com o auxílio de um topógrafo, o núcleo criminoso promovia a venda dos lotes, coordenava invasão e promovia a manutenção dos compradores no interior da unidade de conservação mediante um código de conduta interno, com um rigoroso controle de acesso por grupo armado, subsidiado pelo fornecimento e comércio ilegal de armas exercido por dois policiais militares integrantes da ORCRIM, os quais também atuavam na segurança e no recebimento dos lucros.

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A divisão da área da unidade de conservação resultou no quantitativo aproximado de 550 (quinhentos e cinquenta) lotes, parte deles já vendida, e renderia aos investigados o somatório mínimo de R$5.052.500,00 (cinco milhões cinquenta e dois mil e quinhentos reais).

Além da ESEC Samuel, a ORCRIM pretendia atuar na Reserva Extrativista Rio Preto Jacundá e na Floresta Nacional do Jacundá, totalizando uma área de 800.000ha (oitocentos mil hectares) de terras públicas a serem loteadas, vendidas e invadidas, podendo chegar ao lucro R$320.000.000,00 (trezentos e vinte milhões de reais) aos seus integrantes.

Apoiaram a operação a Sedam, Sesdec, o Departamento de Estratégia e Inteligência -DEI e a Coordenadoria de Recursos Especiais – Core, à Delegacia Regional de Ji-Paraná por meio da Delegacia Especializada de Roubos e furtos ( DERF) e 1 Delegacia de Ouro Preto do Oeste.

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