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PF desarticula grupo que dava ordens de dentro de presídio no Paraná

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Uma rede criada para transmitir ordens de líderes organização criminosa, presos na Penitenciária Federal de Catanduvas (PR), para integrantes que estão em liberdade é o alvo da Operação Efialtes, da Polícia Federal nesta terça-feira (15). O grupo contava com a participação de um servidor da penitenciária.

Na ação , cerca de 90 policiais federais cumprem 26 mandados de prisão preventiva e 10 mandados de busca e apreensão em três estados: Paraná (Catanduvas e Cascavel), Santa Catarina (Chapecó) e São Paulo (São Bernardo do Campo). Dentre os bens apreendidos estão imóveis e carros de luxo.

Segundo a PF, o agente federal de execução penal, alvo de mandado de prisão, deve responder pelos crimes de associação ao tráfico de drogas, organização criminosa, corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro, com penas que podem ultrapassar os 30 anos de prisão.

“Além do agente público, a rede de comunicação contava ainda com a participação de uma advogada, que também atuava na transmissão de ordens das lideranças da facção criminosa”, acrescentou a PF, em nota.

A operação foi batizada de Efilates em alusão ao nome do homem que traiu sua nação por dinheiro, durante a Batalha das Termópilas, quando o exército grego enfrentou o exército persa.

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Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Geral

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Polícia Federal deflagra em São Paulo operação Irmãos Metralha

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A Polícia Federal deflagrou hoje (19), em São Paulo, a Operação Irmãos Metralha. O objetivo é o combate ao tráfico internacional de entorpecentes.

Ela é uma continuação da Operação Área Restrita II, realizada em maio deste ano. Na época, foram cumpridos 90 mandados judiciais, dentre eles 34 de prisão cautelar.

A ação de hoje é decorrência da análise das provas obtidas na Operação Área Restrita II, que culminou com o cumprimento de 11 novas buscas e 11 novas prisões temporárias, medidas cautelares autorizadas em razão do envio de cerca de 100 quilos de cocaína para Alemanha e Holanda num espaço de tempo de menos de 50 dias, entre fevereiro e abril de 2021.

O nome da operação faz referência a dois irmãos que serviram como motoristas do grupo, simulando serem motoristas de aplicativo. Os investigados, dentre eles os irmãos, responderão pelos crimes de tráfico internacional de drogas e associação ao tráfico internacional de drogas. Os nomes dos envolvidos ainda não foram divulgados.

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Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Geral

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