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PF desarticula quadrilha que desviava auxílio emergencial no Pará

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Fraudes no pagamento do auxílio emergencial no sul do Pará são o alvo da Operação 600, da Polícia Federal nesta quarta-feira (7). Cerca de 40 policiais federais estão cumprindo nove mandados de busca e apreensão, expedidos pela Subseção Judiciária da Justiça Federal de Redenção do Pará. As medidas são cumpridas nas cidades de Tucumã, Ourilândia, Pau D’arco e Redenção.

“As investigações tiveram início em maio de 2020, tendo como foco ações praticadas por meio da internet banking, mais precisamente em relação aos crimes de furto mediante fraude, praticados por meio da transferência dos valores das contas dos reais beneficiários para contas de terceiros”, explicou a PF.

Os investigados são suspeitos de desviar os valores pagos do auxílio por meio de acessos indevidos às contas bancárias dos verdadeiros beneficiários. Os indiciados responderão, na medida de suas responsabilidades, pelo crime de crimes de furto mediante fraude previsto no Artigo 155, § 4º, II, do Código Penal.

Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC Geral

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Operação da PF evita invasões e possível confronto em área indígena

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (20) a Operação Caraíba, visando impedir que o responsável por invadir terras da União, perturbar costumes e tradições culturais indígenas continue praticando delitos. A ação foi integrada com a participação da Funai.

De acordo com a PF, as investigações tiveram início com uma carta subscrita por 21 indígenas do interior da TI Igarapé Lourdes, nas proximidades da aldeia do povo Gavião (etnia Ikolen), encaminhada para Polícia Federal.

Pelo que foi possível averiguar em diligências preliminares, a pessoa responsável pela invasão na aldeia, envolveu-se com a exploração de madeira, ocasião que passou a intimidar e ameaçar os povos nativos, no sentido de impedir que vivessem de maneira tradicional.

Conforme apurado pela Polícia Federal, nos próximos dias ocorreria embate violento com possível resultado morte entre os envolvidos.

Em razão da periculosidade do alvo, o Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal (GPI) foi acionado com o objetivo de atuar nesta situação emergencial com o propósito de cumprir determinação judicial de busca e apreensão e medidas cautelares deferidas pela 2ª Vara Federal Cível e Criminal de Ji-Paraná.

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O nome da operação faz referência ao termo indígena para definir povos que não possuem suas culturas e tradições.

 

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