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Polícia Federal deflagra operação de combate ao abuso sexual envolvendo criança ou adolescente

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A Justiça Estadual de Rondônia expediu mandado de busca e apreensão que foi cumprido na residência do investigado

 

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (26/04/2022), a OPERAÇÃO DIRTY DRIVE, que investiga crimes relacionados à materiais de abuso sexual infanto-juvenil pela internet. Policiais federais cumprem um mandado de busca e apreensão em um endereço em Porto Velho.

As investigações tiveram início neste mês, a partir de relatórios enviados pelo NCMEC (National Center for Missing and Exploited Children) à Polícia Federal de Rondônia. O NCMEC é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que recebeu apoio do Governo norte-americano para estabelecer um mecanismo centralizado de recebimento de “denúncias” sobre crimes relacionados a abuso sexual infantil e desaparecimento de crianças.

Em pronta resposta, o GRUPO DE REPRESSÃO A CRIMES CIBERNÉTICOS-GRCC da Polícia Federal em Porto Velho, através de técnicas especiais de investigação, conseguiu identificar o responsável pela aquisição e armazenamento de vasto conteúdo relacionado à materiais de abuso sexual infanto-juvenil.

A Justiça Estadual de Rondônia expediu mandado de busca e apreensão que foi cumprido na residência do investigado. Foram apreendidos dispositivos eletrônicos, como computadores, tabletes e celulares, que foram utilizados no crime, resultando na prisão em flagrante do investigado pela prática do delito de armazenamento de conteúdo pornográfico infanto-juvenil.

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A operação denominada DIRTY DRIVE é uma alusão à forma de armazenamento em dispositivos virtuais de conteúdo altamente reprovável e repugnante. Em Tecnologia da Informação, o termo “DRIVE” se refere a um dos nomes usados para unidades de armazenamento, e “DIRTY”, na língua inglesa, significa sujo, vil.

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PF faz operações contra estudantes suspeitos de fraude no CadÚnico

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A Polícia Federal (PF) cumpre hoje (26) 16 mandados de busca e apreensão contra estudantes de medicina suspeitos de falsificar documentos para receberem bolsas integrais em universidade no norte do Rio de Janeiro. A Operação Falso Positivo cumpre mandados em seis cidades do Rio e Espírito Santo.

De acordo com a PF, os estudantes se inscreviam no Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal para se passarem por pessoas de baixa renda, com o uso de documentos falsos. Assim, conseguiam receber suas bolsas de estudo.

Além disso, segundo a PF, os alunos ou seus pais receberam, de forma irregular, o Auxílio Emergencial, criado pelo governo federal para enfrentar os efeitos da pandemia de covid-19.

Doze pessoas, entre alunos e pais, já foram indiciadas no decorrer das investigações. Entre as provas usadas pela PF estão movimentações bancárias, obtidas por meio de quebra de sigilo, que seriam incompatíveis com uma pessoa que teria a renda baixa.

Os investigados poderão responder por crimes de estelionato, falsidade ideológica e associação criminosa. Os mandados, expedidos pela 2ª Vara Federal de Campos, estão sendo cumpridos nas cidades fluminenses de Campos, Itaperuna e São Francisco de Itabapoana, além dos municípios capixabas de Linhares, Cachoeiro do Itapemirim e Mimoso do Sul.        

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Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Geral

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