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Polícia Federal deflagra Operação Quarta Parcela em Ji-Paraná

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A Operação Quarta Parcela, no combate incessante contra fraudes ao Benefícios Emergenciais, disponibilizados pelo Governo Federal à população carente.

A Polícia Federal deflagrou, na data de hoje (04/03/2021), a Operação Quarta Parcela, no combate incessante contra fraudes ao Benefícios Emergenciais, disponibilizados pelo Governo Federal à população carente.

A presente operação policial é fruto do trabalho conjunto da Polícia Federal, Ministério Público Federal, Ministério da Cidadania, CAIXA, Receita Federal, Controladoria-Geral da União e Tribunal de Contas da União, Instituições que participam da Estratégia Integrada de Atuação contra as Fraudes ao Auxílio Emergencial (EIAFAE).

Os objetivos da atuação conjunta e estratégica são a identificação de fraudes massivas e a desarticulação de organizações criminosas que atuam causando prejuízos aos programas assistenciais e, por consequência, atingindo a parcela da população que necessita desses valores.

Estão sendo cumpridos, na data de hoje 28 Mandados de Busca e Apreensão e 07 Mandados de Sequestro de Bens, perfazendo um total de mais de R$ 170 mil bloqueados por determinação judicial. Estão participando da deflagração 97 Policiais Federais nos Estados do Amazonas, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Paraná, Rondônia, Maranhão e São Paulo.

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Verificou-se que um dos investigados cometia outros crimes de fraudes eletrônicas com clonagem de cartão de crédito e compras pela internet. Seguindo todos os protocolos de cuidados do Ministério da Saúde, a Polícia Federal prossegue com a realização de ações em prol da sociedade.

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“Operação Urgência”: dispersa aglomerações na 6ª noite de atuação; equipes vistoriam todas as regiões de Porto Velho

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O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), realizou na noite do sábado (10) a 6ª etapa da “Operação Urgência”, cuja finalidade é garantir o cumprimento do Decreto nº 25.940, de 30 de março de 2021, que visa conter o avanço da covid-19 no Estado. A operação acontece de forma simultânea em todas as regiões da Capital, Porto Velho, onde o que já se observa é que a população está começando a voltar à rotina da vida noturna, mesmo sem o controle efetivo da doença. Em passagem pela zona Leste, região mais populosa, foi possível notar o funcionamento de inúmeros bares e lanchonetes fora do horário e dos padrões estipulados pelo decreto estadual, com venda de bebidas alcoólicas fora do período temporariamente estabelecido.

Outro fator que tem preocupado as autoridades públicas é o grande número de denúncias relatando festas clandestinas em residências ou pontos afastados da Capital. As equipes que estavam em campo na noite do sábado checaram inúmeras denúncias do tipo e constataram o grande número de pessoas que estão desrespeitando as medidas de distanciamento social, ignorando a necessidade do uso de máscaras e medidas de prevenções sanitárias.

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Uma festa de aniversário foi interrompida por uma das equipes de profissionais envolvidas na operação e que percorreu a zona Leste. Pelo menos 15 pessoas estavam na residência, a maioria delas sem máscara. O dono do imóvel argumentou dizendo que os presentes eram membros da mesma família, contudo, todo tipo de evento que cause aglomeração está suspenso temporariamente, a fim de se quebrar o ciclo de contágio do coronavírus. Parte do grupo deixou a festa a pé, pois a maioria estava dirigindo e mesmo assim os motoristas consumiram bebidas alcoólicas durante a reunião.

Um bar muito popular na mesma região também foi autuado. Como é praxe deste estabelecimento, no local estava acontecendo venda de bebidas alcoólicas, funcionamento fora do horário temporariamente estabelecido e a maioria dos clientes não utilizava máscara. O bar teve que fechar suas portas e mais um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) foi registrado em desfavor da gerente.

VÍRUS NÃO FAZ DISTINÇÃO

É importante lembrar que o ciclo de contaminação do vírus não respeita nada. Logo, pouco importa reunir apenas a família ou um grupo de amigos mais próximo. Independentemente de quem esteja na aglomeração, se houver uma única pessoa infectada ela pode transmitir a doença pra várias pessoas que estão no mesmo ambiente, as quais se tornam multiplicadoras da doença, causando estresse sobre a rede de saúde, filas de pessoas à espera de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), além de morte e dor às famílias.

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EQUIPE

As operações de fiscalização são realizadas sob a coordenação do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), juntamente com a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), com o apoio da Polícia Militar (PM), Polícia Civil (PC), Superintendência Estadual de Comunicação (Secom), do Programa de Orientação, Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e da Prefeitura de Porto Velho, por meio do Departamento de Vigilância Sanitária, Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz) e Departamento Estadual de Trânsito (Detran) com a equipe de fiscalização da Lei Seca. Essa já é 43ª etapa de operações, sendo a 38ª desse ano de 2021.

BALANÇO

De acordo com relatório produzido pelo Corpo de Bombeiros Militar, na etapa deste sábado, obteve-se o seguinte resultado: 77 estabelecimentos vistoriados, dos quais 62 estavam sem funcionamento; foram feitas três notificações, um TCO, 10 orientações, três estabelecimentos estavam em condições regulares, duas aglomerações foram dispersadas e duas autuações lavradas.

Fonte: Governo RO

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