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Polícia Federal faz operação para combater contrabando de ouro

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Agentes da Polícia Federal (PF) e da Receita Federal realizaram hoje (27) uma operação contra o contrabando de ouro, garimpado ilegalmente na região Norte do país. Batizada de Ruta 79, a operação cumpre quatro mandados de prisão preventiva e 21 mandados de busca e apreensão em cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais.
 
A PF estima que, no período de 2017 a 2019, a quadrilha tenha contrabandeado mais de uma tonelada de ouro para a Itália.
 
As investigações começaram com a prisão de um policial federal. De acordo com a PF, este policial fazia parte da organização criminosa e era o responsável pela passagem ilegal do ouro contrabandeado da área pública para a restrita dos aeroportos. Durante as investigações, mais de 17kg de ouro e joias foram apreendidos, tudo avaliado em mais de US$ 1 milhão.
 
Segundo a PF, os investigados usavam pessoas como “mulas” para transportar o ouro até a Itália. A carga tinha documentação falsa de empresas sediadas no Paraguai. Na sequência, a organização criminosa trazia joias compradas na Ásia e nos Estados Unidos utilizando novamente “mulas” para introduzi-las de maneira clandestina no Brasil.
 
A ação contou com 120 policiais federais no Rio de Janeiro, em Angra dos Reis, São Paulo, São José do Rio Preto, Piracicaba, Mirassol e Belo Horizonte.
 
A operação foi batizada Ruta 79 porque ruta significa rota em italiano, destino do contrabando, e o número 79 é a posição do ouro na tabela periódica de química.

 

*Estagiário sob a supervisão de Mario Toledo

Edição: Lílian Beraldo

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Fonte: EBC Geral

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Polícia Federal investiga fraudes no fundo Postalis

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A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (17) a Operação Amigo Germânico. É para investigar “crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa, crimes contra o sistema financeiro nacional e corrupção” supostamente cometidos contra o Instituto de Previdência Complementar, fundo de pensão dos Correios (Postalis).

Cerca de 44 policiais federais cumprem 19 mandados de busca e apreensão pela Justiça Federal no Distrito Federal, Paraná e em São Paulo. Por determinação da justiça, foram bloqueados R$ 16 milhões dos investigados. O valor corresponde ao limite estimado de prejuízos causados ao Postalis.

“As investigações, em parceria com o Ministério Público Federal, apontam que foram criados quatro Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios Não Padronizados – Fidc NP e, em seguida, diversos ativos do Postalis foram reprecificados em valor diferente de zero, quando deveriam ter sido reavaliados a valor zero”, informou, em nota a Polícia Federal.

Segundo os investigadores, os prejuízos foram “previamente admitidos pelos alvos investigados”. A situação acabou por agravar o cenário já deficitário do instituto. “Os alvos respaldaram seus atos em pareceres jurídicos elaborados por pessoas que possuíam interesse direto na indicação das empresas que, posteriormente, seriam escolhidas como gestora e administradora dos recursos dos Fidc NP”, informou a PF.

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Taxas de comissão

Empresas indicadas para a administração dos fundos de investimento teriam direcionado taxas de comissão com o propósito de dividir esses valores entre os responsáveis pela indicação, que, segundo a PF, também atuavam no aconselhamento técnico-jurídico do Postalis.

“Além disso, por meio de transações dissimuladas, também foram direcionadas vantagens indevidas a gestores da entidade de previdência complementar dos Correios”, completa a nota.

Se condenados, os envolvidos poderão responder pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira e corrupção passiva e ativa. As penas podem chegar a 42 anos de reclusão.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Geral

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