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Polícia Federal investiga fraudes envolvendo auxílio emergencial

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A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (6) a Operação Checker, que visa desmantelar uma organização criminosa que fraudava o auxílio emergencial concedido pelo governo federal. Policiais federais estão cumprindo dois mandados de prisão preventiva e dois mandados de busca e apreensão no município paranaense de Umuarama.

De acordo com a PF, os suspeitos teriam usado programas de computador que, por meio de algoritmos, geram números do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e softwares chamados checkers, que indicavam titulares aptos a receber o Auxílio Emergencial.

“Os saques eram realizados diretamente no caixa eletrônico, na agência bancária, ou então, quando em valores maiores, por meio de transferência através do sistema PIX”, informa a PF.

Levantamentos iniciais apontam que o prejuízo estimado, tanto a cofres públicos como às vítimas donas de CPFs usados, esteja na faixa de R$ 1 milhão – valor que não considera outros potenciais envolvidos que só poderão ser contabilizados após a análise dos materiais apreendidos.

“Com a atuação dos investigados, além do enorme prejuízo ao erário, centenas de pessoas foram privadas do recebimento do benefício, justamente no momento mais agudo da pandemia”, informou a Polícia Federal.

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Acrescentou que o líder do esquema já foi investigado por crimes similares, coordenando golpes anteriores na região de Umuarama. Entre os crimes praticados por ele está o de falsificação de documentos usados para saques fraudulentos do Auxílio Emergencial, com a utilização de softwares desenvolvidos por hackers.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Geral

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Operação da PF evita invasões e possível confronto em área indígena

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (20) a Operação Caraíba, visando impedir que o responsável por invadir terras da União, perturbar costumes e tradições culturais indígenas continue praticando delitos. A ação foi integrada com a participação da Funai.

De acordo com a PF, as investigações tiveram início com uma carta subscrita por 21 indígenas do interior da TI Igarapé Lourdes, nas proximidades da aldeia do povo Gavião (etnia Ikolen), encaminhada para Polícia Federal.

Pelo que foi possível averiguar em diligências preliminares, a pessoa responsável pela invasão na aldeia, envolveu-se com a exploração de madeira, ocasião que passou a intimidar e ameaçar os povos nativos, no sentido de impedir que vivessem de maneira tradicional.

Conforme apurado pela Polícia Federal, nos próximos dias ocorreria embate violento com possível resultado morte entre os envolvidos.

Em razão da periculosidade do alvo, o Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal (GPI) foi acionado com o objetivo de atuar nesta situação emergencial com o propósito de cumprir determinação judicial de busca e apreensão e medidas cautelares deferidas pela 2ª Vara Federal Cível e Criminal de Ji-Paraná.

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O nome da operação faz referência ao termo indígena para definir povos que não possuem suas culturas e tradições.

 

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