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Polícia prende mais dois suspeitos de ataques a bancos em Araçatuba

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A polícia de São Paulo prendeu mais dois suspeitos de participarem dos ataques a agências bancárias na cidade de Araçatuba (SP) realizados na madrugada da última segunda-feira (30). Os detidos foram autuados por associação para o tráfico, posse de munição e uso de documento falso.

Policiais da 5ª Delegacia de Investigações sobre Roubo a Banco, da Divisão de Crime Contra o Patrimônio do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), realizaram as prisões em flagrante, no final da tarde de ontem (2), no município de São Pedro.

Com os suspeitos, foi encontrado material utilizado em ações táticas, como roupas camufladas, coletes balísticos e botas táticas – equipamentos análogos aos usados na ocorrência de Araçatuba. Além disso, foram apreendidas munições .40 e .380, materiais para produção de drogas, documentos de contabilidade e uma máquina de contar dinheiro.

Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a ação que resultou nas prisões ocorreu durante cumprimento de mandados de busca e apreensão nas cidades de Rio Claro e São Pedro. Um dos presos era procurado por homicídio e chegou a apresentar documento falso.

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Outras prisões

A polícia já havia prendido outros cinco suspeitos na segunda-feira (30) e na terça-feira (31). De acordo com a polícia, os dois primeiros suspeitos, um casal, foram presos por equipes do 12º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) poucas horas após o crime, na região de Araçatuba.

No mesmo dia, agentes do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) detiveram um terceiro suspeito envolvido nos ataques. O acusado, que foi encontrado no município de Campinas (SP), admitiu participação na ação criminosa.

Os outros dois suspeitos foram detidos por agentes da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) de Piracicaba, na terça-feira: um jovem, de 24 anos, localizado no bairro Lago Azul, apresentava ferimentos e foi encaminhado à Santa Casa de Piracicaba, onde continua internado sob escolta policial. Contra ele também havia um mandado de prisão expedido pela justiça pelo crime de roubo.

Na mesma unidade de saúde, as equipes da Deic também localizaram outro suspeito, de 41 anos. Ele chegou no local sem identificação, mas, por meio do trabalho do setor de papiloscopia da Polícia Civil, foi qualificado e constatado que era procurado pelo crime de falsificação.

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Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Geral

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Polícia Federal investiga fraudes no fundo Postalis

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A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (17) a Operação Amigo Germânico. É para investigar “crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa, crimes contra o sistema financeiro nacional e corrupção” supostamente cometidos contra o Instituto de Previdência Complementar, fundo de pensão dos Correios (Postalis).

Cerca de 44 policiais federais cumprem 19 mandados de busca e apreensão pela Justiça Federal no Distrito Federal, Paraná e em São Paulo. Por determinação da justiça, foram bloqueados R$ 16 milhões dos investigados. O valor corresponde ao limite estimado de prejuízos causados ao Postalis.

“As investigações, em parceria com o Ministério Público Federal, apontam que foram criados quatro Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios Não Padronizados – Fidc NP e, em seguida, diversos ativos do Postalis foram reprecificados em valor diferente de zero, quando deveriam ter sido reavaliados a valor zero”, informou, em nota a Polícia Federal.

Segundo os investigadores, os prejuízos foram “previamente admitidos pelos alvos investigados”. A situação acabou por agravar o cenário já deficitário do instituto. “Os alvos respaldaram seus atos em pareceres jurídicos elaborados por pessoas que possuíam interesse direto na indicação das empresas que, posteriormente, seriam escolhidas como gestora e administradora dos recursos dos Fidc NP”, informou a PF.

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Taxas de comissão

Empresas indicadas para a administração dos fundos de investimento teriam direcionado taxas de comissão com o propósito de dividir esses valores entre os responsáveis pela indicação, que, segundo a PF, também atuavam no aconselhamento técnico-jurídico do Postalis.

“Além disso, por meio de transações dissimuladas, também foram direcionadas vantagens indevidas a gestores da entidade de previdência complementar dos Correios”, completa a nota.

Se condenados, os envolvidos poderão responder pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira e corrupção passiva e ativa. As penas podem chegar a 42 anos de reclusão.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Geral

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