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Polícia prende suspeitos de matar Marielle Franco e Anderson Gomes

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Em operação conjunta com o Ministério Público, a Delegacia de Homicídios do Rio prendeu na madrugada desta terça-feira (12) um policial militar e um ex-policial suspeitos de participar do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) e de seu motorista, Anderson Gomes, em 14 de março do ano passado.

De acordo com as investigações, o sargento reformado Ronnie Lessa foi o autor dos disparos e o ex-policial militar Élcio Vieira de Queiroz, expulso da corporação, conduzia o veículo. Os investigadores tentam descobrir quem foi o mandante da execução.

Também são cumpridos mandados de busca e apreensão de armas, computadores, celulares e munição, entre outros objetos, em 34 endereços. Lessa foi preso por volta das 4h30 no condomínio onde mora, na Barra da Tijuca, o mesmo onde vivia o presidente Jair Bolsonaro antes de ser empossado. Não há, porém, nenhuma relação entre os dois.

Segundo as investigações, o ex-sargento foi vítima de uma tocaia em 28 de abril do ano passado. Suspeita-se que tenha sido uma tentativa de queima de arquivo.

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De acordo com os investigadores, antes do crime, Lessa fez pesquisas na internet sobre locais que a vereadora frequentava. Ele também monitorava a agenda do então deputado estadual Marcelo Freixo (Psol), hoje federal, com quem Marielle trabalhou como assessora, e também pesquisou a vida do ex-interventor da segurança pública no Rio de Janeiro, general Braga Neto.

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“Operação Urgência”: dispersa aglomerações na 6ª noite de atuação; equipes vistoriam todas as regiões de Porto Velho

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O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), realizou na noite do sábado (10) a 6ª etapa da “Operação Urgência”, cuja finalidade é garantir o cumprimento do Decreto nº 25.940, de 30 de março de 2021, que visa conter o avanço da covid-19 no Estado. A operação acontece de forma simultânea em todas as regiões da Capital, Porto Velho, onde o que já se observa é que a população está começando a voltar à rotina da vida noturna, mesmo sem o controle efetivo da doença. Em passagem pela zona Leste, região mais populosa, foi possível notar o funcionamento de inúmeros bares e lanchonetes fora do horário e dos padrões estipulados pelo decreto estadual, com venda de bebidas alcoólicas fora do período temporariamente estabelecido.

Outro fator que tem preocupado as autoridades públicas é o grande número de denúncias relatando festas clandestinas em residências ou pontos afastados da Capital. As equipes que estavam em campo na noite do sábado checaram inúmeras denúncias do tipo e constataram o grande número de pessoas que estão desrespeitando as medidas de distanciamento social, ignorando a necessidade do uso de máscaras e medidas de prevenções sanitárias.

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Uma festa de aniversário foi interrompida por uma das equipes de profissionais envolvidas na operação e que percorreu a zona Leste. Pelo menos 15 pessoas estavam na residência, a maioria delas sem máscara. O dono do imóvel argumentou dizendo que os presentes eram membros da mesma família, contudo, todo tipo de evento que cause aglomeração está suspenso temporariamente, a fim de se quebrar o ciclo de contágio do coronavírus. Parte do grupo deixou a festa a pé, pois a maioria estava dirigindo e mesmo assim os motoristas consumiram bebidas alcoólicas durante a reunião.

Um bar muito popular na mesma região também foi autuado. Como é praxe deste estabelecimento, no local estava acontecendo venda de bebidas alcoólicas, funcionamento fora do horário temporariamente estabelecido e a maioria dos clientes não utilizava máscara. O bar teve que fechar suas portas e mais um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) foi registrado em desfavor da gerente.

VÍRUS NÃO FAZ DISTINÇÃO

É importante lembrar que o ciclo de contaminação do vírus não respeita nada. Logo, pouco importa reunir apenas a família ou um grupo de amigos mais próximo. Independentemente de quem esteja na aglomeração, se houver uma única pessoa infectada ela pode transmitir a doença pra várias pessoas que estão no mesmo ambiente, as quais se tornam multiplicadoras da doença, causando estresse sobre a rede de saúde, filas de pessoas à espera de uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), além de morte e dor às famílias.

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EQUIPE

As operações de fiscalização são realizadas sob a coordenação do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), juntamente com a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), com o apoio da Polícia Militar (PM), Polícia Civil (PC), Superintendência Estadual de Comunicação (Secom), do Programa de Orientação, Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e da Prefeitura de Porto Velho, por meio do Departamento de Vigilância Sanitária, Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz) e Departamento Estadual de Trânsito (Detran) com a equipe de fiscalização da Lei Seca. Essa já é 43ª etapa de operações, sendo a 38ª desse ano de 2021.

BALANÇO

De acordo com relatório produzido pelo Corpo de Bombeiros Militar, na etapa deste sábado, obteve-se o seguinte resultado: 77 estabelecimentos vistoriados, dos quais 62 estavam sem funcionamento; foram feitas três notificações, um TCO, 10 orientações, três estabelecimentos estavam em condições regulares, duas aglomerações foram dispersadas e duas autuações lavradas.

Fonte: Governo RO

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