PORTO VELHO

Polícia

Terceira noite da “Operação Urgência” reforça medidas contra aglomeração para desacelerar o contágio do coronavírus

Polícia

Com intuito de evitar aglomerações de pessoas e a proliferação do coronavírus, o Governo de Rondônia, por intermédio da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec), sob a coordenação do Corpo de Bombeiros Militar (CBM) tem mantido todo o trabalho de fiscalização para garantir o cumprimento do decreto nº 25.940, de 30 de março de 2021, em meio ao aumento de casos de Covid-19. Na noite sábado, mais uma ação da “Operação Urgência” foi desencadeada em Porto Velho, chegando ao total de 40 etapas desde o início das ações de fiscalizações, em dezembro de 2020.

Conforme afirmado pelo comandante do Corpo de Bombeiros, coronel BM Gilvander Gregório de Lima, as fiscalizações têm o objetivo de evitar a disseminação do coronavírus para, consequentemente, frear o alto índice de pessoas contaminadas  pela Covid-19, o que reflete diretamente na superlotação dos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

 

Para o coronel Gregório, o momento deve ser de conscientização por parte de todos para que a Saúde possa normalizar. Na visão do comandante do Corpo de Bombeiros, as fiscalizações que vêm sendo desencadeadas desde dezembro de 2020 começaram a surtir efeito, com grande parte da população respeitando verdadeiramente à medidas sanitárias e o distanciamento restritivo.

Porém, explica o comandante, há um grande número de pessoas, mais precisamente os jovens, que ainda insistem em se arriscar participando de festas clandestinas e aglomerações. “O grande desafio da fiscalização continuam sendo as aglomerações em espaços públicos, bem como as festas clandestinas  que continuam acontecendo na cidade”, lamentou.

Leia Também:  #CONCURSOPÚBLICO: Divulgados os gabaritos do concurso da Assembleia Legislativa de Rondônia

Na noite de sábado se completou 40 edições de fiscalização em Porto Velho. Ao todo, já foram desenvolvidas as operações denominadas “Fase 3”; “3ª Onda”; “Decreto”; Consciência”; “Restrição”; “Alerta”;  “Emergência” e a atual: Urgência.

“Atualmente, estamos com 6.390 intervenções, somadas todas as ações das operações desencadeadas desde dezembro de 2020”, argumenta o comandante do Corpo de Bombeiros.

Todo o trabalho conta ainda com o apoio e participação ativa da Polícia Militar (PM), Polícia Civil (PC), da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), da Superintendência Estadual de Comunicação (Secom), do Programa de Orientação, Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) e da Prefeitura de Porto Velho, por meio do Departamento de Vigilância Sanitária, Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz).

No sábado, tudo parecia que seria uma noite tranquila, com a maioria dos estabelecimentos comerciais cumprindo o que determina o decreto governamental. Mas, como tem acontecido em outras edições anteriores, alguns estabelecimentos ainda tentam burlar as ações do Corpo de Bombeiros e optam por manter as portas abertas para venda de bebida alcoólica em desacordo com às normas estabelecidas no ato normativo.

Na zona Leste da Capital, por exemplo, existe um bar que já recebeu inúmeras visitas e notificações. Isto é algo que confronta a todos os membros das equipes montadas pelo Corpo de Bombeiros. Neste mesmo bar, pelo menos 15 jovens consumiam bebida alcoólica e, ao mesmo tempo, tornando-se alvos fáceis para que pudessem ser contaminados pelo coronavírus.

Leia Também:  Polícia Federal combate fraude na concessão de auxílio-reclusão em Jaru

Conforme balanço final das ações desenvolvidas na noite deste sábado durante a Operação, os números foram:

Total de estabelecimentos visitados  – 45

De acordo com o decreto                     – 31

Orientação                                             –    6

TCO                                                         –    4

Notificado                                              –     1

autuado                                                  –      1

Interditado                                             –     1

vistoria/regular                                     –    4

Aglomerado                                            –    2

Em condições de funcionamento       –    2

Intervenções                                           –  52

Confira a galeria de imagens

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia

POLÍCIA“Operação Samuel” da DRACO 2 tenta desarticular esquema de invasões de terras envolvendo policiais militares em Rondônia

Publicados

em

A Polícia Civil de Rondônia, por meio da 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado – Draco 2, deflagrou na manhã desta quarta-feira (15), a 6ª fase da Operação Canaã, intitulada de “Samuel”.

 

 

Foram cumpridos 10 (dez) mandados de prisão preventiva e 6 (seis) mandados de busca e apreensão domiciliar nas cidades de Porto Velho, Ji-Paraná e São Francisco do Guaporé, com o objetivo de desarticular mais um núcleo da organização criminosa dedicada à invasão de terras públicas estaduais, neste caso, à Estação Ecológica de Samuel, localizada no município de Candeias do Jamari.

Segundo os delegados responsáveis, após o loteamento da ESEC Samuel, efetivado com o auxílio de um topógrafo, o núcleo criminoso promovia a venda dos lotes, coordenava invasão e promovia a manutenção dos compradores no interior da unidade de conservação mediante um código de conduta interno, com um rigoroso controle de acesso por grupo armado, subsidiado pelo fornecimento e comércio ilegal de armas exercido por dois policiais militares integrantes da ORCRIM, os quais também atuavam na segurança e no recebimento dos lucros.

Leia Também:  ESPERTO: MPC-RO interpõe recurso ao TCE contra decisão que concedeu pensão a ex-deputado que já é aposentado pela União 

A divisão da área da unidade de conservação resultou no quantitativo aproximado de 550 (quinhentos e cinquenta) lotes, parte deles já vendida, e renderia aos investigados o somatório mínimo de R$5.052.500,00 (cinco milhões cinquenta e dois mil e quinhentos reais).

Além da ESEC Samuel, a ORCRIM pretendia atuar na Reserva Extrativista Rio Preto Jacundá e na Floresta Nacional do Jacundá, totalizando uma área de 800.000ha (oitocentos mil hectares) de terras públicas a serem loteadas, vendidas e invadidas, podendo chegar ao lucro R$320.000.000,00 (trezentos e vinte milhões de reais) aos seus integrantes.

Apoiaram a operação a Sedam, Sesdec, o Departamento de Estratégia e Inteligência -DEI e a Coordenadoria de Recursos Especiais – Core, à Delegacia Regional de Ji-Paraná por meio da Delegacia Especializada de Roubos e furtos ( DERF) e 1 Delegacia de Ouro Preto do Oeste.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍCIA

RONDÔNIA

PORTO VELHO

POLÍTICA RO

MAIS LIDAS DA SEMANA