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Vereador de Duque de Caxias é assassinado a tiros

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Foi morto a tiros na noite de ontem (12) o vereador de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Joaquim José Quinze Santos Alexandre, conhecido como Quinzé.

De acordo com a Secretaria de Estado de Polícia Militar, o 21º Batalhão da PM (BPM), de São João de Meriti, foi acionado para verificar uma ocorrência de homicídio na Avenida Estácio de Sá, no Parque Novo Rio, em São João de Meriti.

“No local, o fato foi constatado, e a vítima foi identificada como ex-policial militar e vereador do município de Duque de Caxias. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense foi acionada para realizar a perícia no local”, diz a nota da Polícia Militar.

A Polícia Civil informou que “as investigações estão em andamento para identificar a autoria do crime. A perícia foi realizada no local e diligências seguem para esclarecer o caso”.

Quinzé é o segundo vereador de Duque de Caxias assassinado este ano. Em março, Danilo Francisco da Silva, o Danilo do Mercado, e o filho dele, Gabriel da Silva, de 25 anos, foram assassinados em Caxias.

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Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

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Polícia Federal investiga fraudes no fundo Postalis

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A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (17) a Operação Amigo Germânico. É para investigar “crimes de lavagem de dinheiro, organização criminosa, crimes contra o sistema financeiro nacional e corrupção” supostamente cometidos contra o Instituto de Previdência Complementar, fundo de pensão dos Correios (Postalis).

Cerca de 44 policiais federais cumprem 19 mandados de busca e apreensão pela Justiça Federal no Distrito Federal, Paraná e em São Paulo. Por determinação da justiça, foram bloqueados R$ 16 milhões dos investigados. O valor corresponde ao limite estimado de prejuízos causados ao Postalis.

“As investigações, em parceria com o Ministério Público Federal, apontam que foram criados quatro Fundos de Investimentos em Direitos Creditórios Não Padronizados – Fidc NP e, em seguida, diversos ativos do Postalis foram reprecificados em valor diferente de zero, quando deveriam ter sido reavaliados a valor zero”, informou, em nota a Polícia Federal.

Segundo os investigadores, os prejuízos foram “previamente admitidos pelos alvos investigados”. A situação acabou por agravar o cenário já deficitário do instituto. “Os alvos respaldaram seus atos em pareceres jurídicos elaborados por pessoas que possuíam interesse direto na indicação das empresas que, posteriormente, seriam escolhidas como gestora e administradora dos recursos dos Fidc NP”, informou a PF.

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Taxas de comissão

Empresas indicadas para a administração dos fundos de investimento teriam direcionado taxas de comissão com o propósito de dividir esses valores entre os responsáveis pela indicação, que, segundo a PF, também atuavam no aconselhamento técnico-jurídico do Postalis.

“Além disso, por meio de transações dissimuladas, também foram direcionadas vantagens indevidas a gestores da entidade de previdência complementar dos Correios”, completa a nota.

Se condenados, os envolvidos poderão responder pelos crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta de instituição financeira e corrupção passiva e ativa. As penas podem chegar a 42 anos de reclusão.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Geral

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