PORTO VELHO

JORGE TEIXEIRA

Aeroporto de Porto Velho é comprado pela empresa francesa Vinci Airports

Porto Velho

O aeroporto de Porto Velho, em Rondônia, foi vendidos na manhã desta quarta-feira, 7, para a empresa francesa Vinci Airports. Os espaços foram arrematados durante o leilão do governo federal, pela venda do Bloco Norte, que leva mais cinco aeroportos: de Manaus, Tabatinga (AM), Tefé (AM), PRio Branco (Plácido de Castro) e de Cruzeiro do Sul (AC) e Boa Vista (RR).

A venda de todo o Bloco Norte, que inclui os dois aeroportos do Acre, foi arrematada por R$ 420 milhões, num ágio de 777,47%. Ao todo, o governo brasileiro arrecadou mais de R$ 3,3 bilhões com o leilão de 22 aeroportos nesta quarta. Todos os três blocos (Norte, Central e Sul) foram vendidos.

Sete concorrentes participaram da disputa. A Companhia de Participações em Concessões, subsidiária do grupo CCR, que já atua na concessão do aeroporto de Confins (MG), arrematou agora os blocos Sul e Central (15 aeroportos). Já a francesa Vinci, que opera atualmente o aeroporto de Salvador, ficou com o bloco Norte (7 aeroportos).

Além do valor à vista, as regras do leilão preveem uma outorga variável, a ser paga a partir do quinto ano de contrato. O investimento total nos 22 aeroportos, que foram divididos em 3 blocos, é estimado em R$ 6,1 bilhões durante os 30 anos de concessão.

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O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, comemorou o resultado do leilão desta quarta e a participação de grupos nacionais e estrangeiros. “O Brasil merece esse crédito, é um país rico em oportunidades. Que atravessa um momento difícil sim, mas tem capacidade de se reinventar”, disse. “O desafio é gerar o máximo de empregos que pudermos”. O governo de Jair Bolsonaro vem tentando atrair investimentos privados para reanimar a economia brasileira, que em 2020 registrou um tombo histórico de 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB).

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Porto Velho

EMPATIA – Prefeitura estende vacinação contra a Covid-19 a moradores em situação de rua

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Imunização atende idosos e pessoas em tratamento de tuberculose e, também, HIV

José Tibúrcio foi um dos imunizados e ficou grato pela ação

Um dos grupos sociais mais vulneráveis a enfermidades, os moradores em situação de rua são prioridade no processo de imunização contra a Covid-19, em Porto Velho. A aplicação das doses nesta população começou na segunda-feira (12) e encerrou a primeira etapa na sexta-feira (16). Cerca de 70 doses da vacina foram aplicadas. Raony Gomes explica a atuação da Semusa

“Estas pessoas estão mais afastadas da rede de saúde. Estão mais expostas a doenças e, em alguns casos, apresentam comorbidades”, explica Raony Gomes, psicólogo da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa).

A vacinação contra a Covid-19 nessa população, assim como na rede convencional, prioriza os idosos com mais de 60 anos. No entanto, diante do quadro clínico de muitos deles, a Semusa também estendeu a imunização a soropositivos e portadores de tuberculose.

Por se tratar de uma população dispersa e flutuante, a secretaria concentrou as aplicações na Paróquia Sagrada Família, que mantém parceria com a Prefeitura para fornecer alimentação e higiene a essa população.

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A ação conta, ainda, com o apoio das equipes da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semasf), que atuam na abordagem psicológica e social desses moradores.

Giovany Lima explica o trabalho de acolhimento e informação

Na prática, os servidores aproveitam o mapeamento e vínculos já estabelecidos com estas pessoas para reforçar a importância da imunização.

“A população em situação de rua tem, por motivos lógicos, muitas dificuldades para se imunizar e até para obter informações sobre a vacina e a doença. Precisamos de um tempo para informá-los sobre eventuais reações adversas, a localização e data de aplicação da segunda dose”, explica Giovany Lima, psicólogo da Semasf.

Um dos moradores imunizados foi José Tibúrcio, de 62 anos. Vivendo recentemente na rua, ele relata que a vacina é uma nova chance para seguir em frente.

“A gente sente que ganha mais um gás para encarar a vida. Agora acredito que podemos seguir em frente com mais segurança”, disse o morador.

VEJA O VÍDEO AQUI.

Texto: Pedro Bentes
Fotos: Leandro Morais

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

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