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AGRICULTURA: Semagric realiza Dia de Campo sobre a cultura do inhame

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A colheita deve ser realizada quando o inhame estiver amadurecido aproximadamente 180 dias após o plantio

A prefeitura de Porto Velho através da Subsecretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric), realizou na semana passada o 1º dia de campo sobre a cultura do inhame na BR 364, km 67, linha Caracol, no sítio Rancho Velho de propriedade da família do produtor Ivo Santos de Matos, em Porto Velho.

O evento contou com a participação de 100 produtores e o objetivo da Semagric, foi disponibilizar conhecimentos técnicos sobre a cultura de inhame e divulgar mais uma alternativa de diversificação aos agricultores da capital. O dia de campo contou também com palestra pelo técnico da Emater do município de Seringueiras, João Francisco Filho, que falou aos produtores sobre o manejo inhame desde o plantio até a colheita e repassou os conhecimentos dos sistemas de irrigação.

O subsecretário da Semagric Francisco Evaldo de Lima, fez questão de realizar o dia de campo, para mostrar aos pequenos produtores rurais ligados a agricultura familiar, que o cultivo dessa batata será mais uma fonte de renda ao produtor da capital.

Essa cultura corresponde hoje uma das principais atividades agrícolas no município de São Francisco do Guaporé, que é pioneira no cultivo, e que se transformou em um grande polo produtor de inhame no estado de Rondônia, e por determinação do prefeito dr Hildon Chaves precisamos investir na produção do inhame também na capital”, comentou Evaldo.

Para o vice-prefeito Edgar Nilo Tonial, que também participou do dia de campo, a cultura do inhame vem se destacando na região da BR 429 pela boa produtividade alcançada e rentabilidade que tem proporcionado aos produtores.

O foco principal do prefeito dr Hildon é a produção agrícola. Sabemos que a união faz toda diferença, por isso a prefeitura de Porto Velho quer incentivar cada vez mais esse setor, e com a plantação do inhame, podemos chamar a atenção de grandes compradores e exportadores da produção, gera receitas para os cofres públicos e melhora a qualidade de vida das famílias produtoras”, disse Edgar do Boi.

A CULTURA

O inhame também conhecido como cará-da-costa (Dioscorea cayenensis), é uma planta de origem africana, sendo cultivado no mundo inteiro por se tratar de um alimento energético e de alto valor nutritivo. Esta cultura pode ser cultivada nas regiões tropicais e em diversos tipos de solos desde aqueles com textura arenosa, até os de textura argilosa-média, profundos, bem drenados e arejados.

Quando o cultivo é feito em condições de sequeiro, deve ser plantado no início das chuvas e quando em regime de irrigação, a melhor época é aquela em que a colheita coincide com o período da entressafra do inhame. O plantio pode ser feito em cova alta (matumbo) e em leirão ou camalhão, utilizando-se sementes inteiras ou partidas.

A colheita deve ser realizada quando o inhame estiver amadurecido aproximadamente aos 180 dias após o plantio. Seguindo algumas recomendações, e com as condições climáticas favoráveis.

Durante o dia de campo foram apresentados pratos feitos com Inhame, como pudim, mousse, purê entre outras delicias. O dia de Campo ainda contou com as presenças de presidentes de associações rurais, empresários, vice-presidente da Câmara Municipal, vereador Jurandir Bengala e o deputado estadual Ribamar Araújo.

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Agro.BR promove webinar sobre marcas coletivas e Indicação Geográfica

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Brasília (04/08/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), por meio do projeto Agro.BR, iniciou o webinar “Marcas coletivas e Indicação Geográfica” nesta terça (3).

O evento, que segue até hoje (4), tem como objetivo mostrar aos empreendedores rurais informações sobre as vantagens e agregação de valor na prática, além da apresentação de cases.

A coordenadora de Promoção Comercial da CNA, Camila Sande, destacou que o tema ainda é desconhecido por muitas empresas e pode ser um diferencial importante para os “produtos, alimentos e sabores” brasileiros serem reconhecidos no exterior.

“Futuramente queremos evoluir para ações de construção de marcas coletivas e promoção das nossas indicações geográficas, aumentando a nossa escala de exportações e agregando valor aos nossos produtos”, afirmou.

A especialista em propriedade intelectual, Maria Cláudia Nunes, fez uma apresentação sobre marcas coletivas e Indicação Geográfica (IG), onde ela abordou conceitos, finalidades, modalidades e benefícios desses tipos de identificação.

Segundo Maria Cláudia, há 10 mil Indicações Geográficas no mundo – 90% em países desenvolvidos –, movimentando um mercado de US$ 50 bilhões. No Brasil, atualmente, existem 87 produtos com esse selo, a maioria concentrada nas regiões Sudeste (32%) e Sul (31%).

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“Temos uma legislação recente em relação ao continente europeu e estamos avançando, mas ainda temos muito a conquistar. Precisamos trabalhar em dois pilares: informação e exemplos. Tenho certeza que vale a pena investir nessa estratégia”, disse a especialista.

Como exemplos de marcas coletivas de sucesso, ela citou a Amorango (RJ) e o Consórcio de Produtores de Espumantes de Garibaldi (RS). Entre as Indicações Geográficas, os destaques foram a farinha de Uarini (AM) e o cacau de Tomé-Açu (PA).

A programação do webinar continuará hoje com a apresentação de dois cases de empreendedores rurais do projeto Agro.BR: a CooperCUC, com a marca coletiva Gravetero, e a CacauSul Bahia, sobre a Indicação Geográfica do cacau.

O assessor técnico de Exportação da CNA, Rodrigo da Matta, também participou do evento.

Agro.BR – O projeto é um convênio entre a CNA e Apex-Brasil voltado para a internacionalização do agro brasileiro. A iniciativa auxilia empresários do setor, viabilizando negócios internacionais para aumentar a presença de pequenos e médios produtores no comércio exterior, além de diversificar a pauta de exportação brasileira.

Assessoria de Comunicação CNA
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Fonte: CNA Brasil

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