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COVID-19 – Porto Velho recebe vacina da Pfizer e amplia vacinação de grupos prioritários

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Pessoas com comorbidades, que integram a 3° fase do Plano Nacional de Imunização, serão vacinadas

A Semusa segue a determinação do MS para aplicação do imunizanteA Prefeitura de Porto Velho recebeu, na segunda-feira (3), lotes da vacina da Pfizer, totalizando 3.510 doses, que serão utilizadas no atendimento a pessoas com comorbidades (doenças pré-existentes), conforme a previsto na terceira fase do Plano Nacional de Imunização (PNI). A vacinação vai ocorrer nos dias 7 e 8 de maio (sexta e sábado), na Faculdade Uniron – Campus I.

Pelas condições de armazenamento da vacina da Pfizer serem diferentes das vacinas Coronavac e Astrazeneca, o Ministério da Saúde (MS) enviará um refrigerador específico para o acondicionamento do imunizante.

Como vem fazendo desde o início da vacinação contra a Covid-19, a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) vai seguir a determinação do MS para aplicação do imunizante. Conforme Nota Técnica 467/2021, publicada no último dia 26 de abril, a estratégia de vacinação dos grupos de pessoas com comorbidades será dividida em duas etapas, sendo a fase I contemplada neste momento.

PÚBLICO

Neste primeiro momento, apenas o grupo que integra a Fase I da Nota Técnica 467/2021 do Ministério da Saúde será imunizado. No entanto, a Divisão de Imunização da Semusa ressalta que os outros públicos serão atendidos conforme o recebimento de novas remessas de vacinas. Os critérios de priorização da Fase I são os seguintes:

Outros públicos serão atendidos conforme o recebimento de novas remessas

• Pessoas com Síndrome de Down acima de 16 anos;

• Pessoas com doença renal crônica em terapia de substituição renal (diálise);

• Gestantes e puérperas com comorbidades, acima de 18 anos;

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• Pessoas com Deficiência Permanente, cadastradas no Programa de Benefício de

• Prestação Continuada (BPC) de 55 a 59 anos.

Pessoas com comorbidades de 55 a 59 anos também serão imunizadas com a vacina da AstraZeneca. A mudança de laboratório é necessária porque o total de vacinas da Pfizer recebidas neste momento não é suficiente para todo o grupo.

Ainda segundo a Nota Técnica 467/2021, a comprovação da comorbidade deverá ser realizada conforme recomendações do PNI, ou seja, no ato da vacinação a pessoa deverá comprovar a doença pré-existente através de exames, receitas, relatório médico, prescrição médica, laudo, cartão do BPC, cartão do hiperdia, entre outros.

CADASTRAMENTO

Para receber o imunizante será necessário fazer o cadastramento através do aplicativo Sasi, disponibilizado pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa). A ferramenta segue os parâmetros do Plano Nacional de Imunização (PNI) e foi planejada para registrar informações sobre a população e facilitar o agendamento das vacinas conforme a faixa etária, comorbidades e grupos prioritários.

Uma vez cadastrado, o usuário será avisado, pelo próprio dispositivo e por envio de e-mail ao endereço eletrônico do usuário, sobre o dia, horário e local em que deverá comparecer para ser imunizado.

Para baixar o aplicativo basta acessar os links abaixo conforme sistemas operacionais

Sistema Android – https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.sasi.app

Sistema IOS – https://apps.apple.com/br/app/sasi/id1467748272.

VACINA DA PFIZER

O cadastramento ´feito por meio do aplicativo Sasi

As doses da vacina Pfizer vão contemplar as pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas e pessoas com deficiência permanente. Conforme o décimo quinto informe técnico, que especifica a 17ª pauta de distribuição das vacinas, o intervalo definido para aplicação entre as duas doses deve ser de 12 semanas, ou seja, 90 dias.

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Ainda segundo este documento do Ministério da Saúde, as doses recebidas das Pfizer, serão integralmente destinadas à primeira aplicação.

COMORBIDADES

São definidas como comorbidades, neste caso, as seguintes doenças: diabetes mellitus; hipertensão arterial sistêmica grave (de difícil controle e/ou com lesão de órgão-alvo); doença pulmonar obstrutiva crônica; doença renal; doenças cardiovasculares e cerebrovasculares; indivíduos transplantados de órgão sólido; anemia falciforme e obesidade grave.

DEFICIÊNCIA

Para fins de inclusão na população alvo para vacinação, serão considerados indivíduos com deficiência permanente severa aqueles que apresentem uma ou mais das seguintes limitações:

1 – Limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas.

2 – Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir (se utiliza aparelho auditivo esta avaliação deverá ser feita em uso do aparelho).

3- Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de enxergar (se utiliza óculos ou lentes de contato, esta avaliação deverá ser feita com o uso dos óculos ou lente).

4- Indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais, como trabalhar, ir à escola, brincar, etc.

Texto: Luciane Gonçalves e Jefferson Carvalho

Fotos: Wesley Pontes, Leandro Morais e Saul Ribeirnho

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

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COVID-19 – Mais de 400 profissionais da segurança e salvamento são vacinados em Porto Velho

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Policiais e militares fazem parte do grupo atendido com a primeira dose do imunizante AstraZeneca

Lizett Possidonio destacou a importância da imunizaçãoMais um grupo de profissionais da segurança e salvamento foi vacinado contra a Covid-19 na quarta-feira (5), pela Prefeitura de Porto Velho. O atendimento foi realizado na Faculdade Uniron. A primeira dose da vacina AstraZeneca foi aplicada em 403 pessoas.

O trabalho é coordenado pela Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), que mobiliza equipes de profissionais e voluntários para as diversas atividades que acontecem no processo de imunização.

A seleção dos profissionais da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Secretaria de Estado da Justiça (Sejus) e Forças Armadas é realizada nas próprias corporações. À Semusa cabe a vacinação.

De acordo com a enfermeira Mariana Martellet, da Divisão de Imunização, a vacinação deste público atende a determinação do Ministério da Saúde (MS).

“A cada remessa destinada para estes grupos, entramos em contato com as instituições para pedir a lista das pessoas que serão atendidas”, explica. Outros profissionais das forças de segurança serão atendidos quando novas doses forem enviadas pelo MS.

CONTATO

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O policial militar Razec Castro Andrade recebeu o imunizanteLizett Possidonio, delegada de Polícia Civil, foi uma das vacinadas. Ela disse que a vacina é importante, já que o trabalho da polícia não parou com a pandemia. “Nós, da Polícia Civil, queremos fazer sempre um bom atendimento ao público e sem a imunização é impossível. A população precisa do nosso serviço”, disse a servidora.

O policial militar Razek Castro Andrade também foi vacinado. Ativo na guarnição do distrito de Rio Pardo, ele diz que é essencial a imunização dos militares. “Somos os primeiros que chegam e os últimos que saem, temos contato direto com a população e a vacinação diminui os riscos”, afirmou.

Participaram do processo de vacinação cerca de 50 pessoas, entre servidores e voluntários. Esta é a quarta fase da vacinação para trabalhadores da segurança e salvamento. Eles devem retornar para a segunda dose em 90 dias. Antes haviam sido vacinados cerca de 1.100 profissionais da segurança com primeira dose.

Texto: Renata Beccária
Fotos: George Luiz

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

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