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DEFESA CIVIL – Prefeitura da Capital monitora Rio Madeira e famílias ribeirinhas

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A situação atual é considerada normal, mas a prefeitura trabalha com a possibilidade de cheia

A prefeitura de Porto Velho, através do titular da Secretaria Geral de Governo (SGG), Fabrício Jurado, juntamente com o coordenador da Defesa Civil do município, Edmilson Hobold Machado, se reuniu na manhã desta segunda-feira (22) para debater o nível do Rio Madeira, que entrou em cota de alerta. A cota de alerta é atingida quando o nível do rio atinge 15 metros. Com isso, também é decretado pelo município o Estado de Alerta, que instala uma sala de situação multisetorial, com diversas secretarias para fazer o monitoramento das águas e das famílias que podem ser atingidas, situação com a qual a prefeitura vem adiantando os trabalhos neste sentido, embora não conte com essa possibilidade.

Por determinação do prefeito Hildon Chaves foi criado uma sala de situação para monitorar as alterações no nível do rio e as comunidades ribeirinhas que podem ser atingidas.

“O nível do rio hoje ultrapassou a cota de segurança definido pela equipe técnica da Defesa Civil de Porto Velho, decidimos então criar a sala de situação para podermos acompanhar mais de perto as famílias que moram em áreas de risco e, consequentemente, podermos agilizar com mais rapidez o apoio que por ventura venham a precisar por parte do Município”, disse o prefeito.

Segundo a Defesa Civil, na manhã desta segunda-feira o nível do rio atingiu a marca de 15,60 metros. O órgão trabalha em conjunto com Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), que repassa as informações do nível do rio à Defesa Civil, que então faz as previsões de suas ações.

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A reunião serviu para debater o Plano de Contingência que é o documento utilizado para se antecipar às situações que podem acontecer, caso o nível do rio aumente. O plano é executado para evitar que sejam causados prejuízos a famílias e para as regiões que podem ser atingidas.

Segundo Fabrício Jurado a reunião serviu para articular as pastas para poder se antecipar a um problema, que pode ser a cheia do rio.

“São medidas de precaução, medidas para monitorar essa questão, criamos a Sala de Situação para acompanhar as famílias ribeirinhas e o comportamento do rio. Não trabalhamos com uma situação de enchente, porque os dados não dão esse indicativo, mas estamos preparados caso a situação mude”, afirmou o secretário.

Para o coordenador da Defesa Civil, o trabalho preventivo ajuda a dar uma resposta mais rápida às situações que podem acontecer, segundo ele, só há uma comunidade em área de risco atualmente.

“Hoje, nós só temos uma comunidade em área de risco, mas a defesa civil já está fazendo esse monitoramento, inclusive já temos uma viagem marcada para ir acompanhar a situação dessa comunidade, que fica no Baixo Madeira”, destacou o coordenador.

A prefeitura já está trabalhando também para adquirir água mineral para distribuir às famílias ribeirinhas da região na outra margem do rio. O número da Defesa Civil para casos de emergência é o 199.

Segundo a CPRM, Serviço Geológico do Brasil, a média das projeções para o rio neste período é de 14,32 metros. Ainda segundo o órgão, para os próximos dias, os modelos de previsão indicam que a tendência para o Madeira é de que não tenha grandes variações em Porto Velho, oscilando entre as cotas de 15,40 e 15,90 metros. Para as próximas duas semanas o modelo meteorológico consultado, segundo a CPRM, prevê que, em média ao longo da bacia do rio, as chuvas ocorrerão abaixo da climatologia na primeira semana e dentro da climatologia na semana posterior.

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A Sala de Situação para acompanhar a situação além da SGG e da Defesa Civil é composta pela Secretaria Municipal de Planejamento e Gestão (Sempog), Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), Secretaria Municipal de Educação (Semed), Secretaria Municipal de Administração e Gestão de Pessoas (Semad), Secretaria Municipal de Regularização Fundiária, Habitação e Urbanismo (Semur), Subsecretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Sema), Subsecretaria Municipal de Obras e Pavimentação (Semob), Subsecretaria Municipal de Serviços Básicos (Semusb), Subsecretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf) entre outras pasta da administração municipal, além de contar com apoio de Organizações Não Governamentais (ONG’s), Igrejas, Iniciativa Privada e da Defesa Civil do Estado de Rondônia.

Também participaram da reunião, o adjunto da SGG, Devanildo Santana, o titular da Semasf, Claudi Rocha, a superintendente Municipal de Gestão dos Gastos Públicos, Valéria Jovânia da Silva; o superintendente Municipal de Integração e Desenvolvimento Distrital, Vinicius Miguel; o adjunto da Subsecretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Gustavo Volpato Serbino e a secretária Municipal de Saúde, Eliana Pasini.

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ILUMINAÇÃO PÚBLICA – Programa Proled começa a ser implantado nas avenidas de Porto Velho

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Na primeira etapa do programa serão investidos R$ 15 milhões

45 servidores da Emdur realizaram as trocas de iluminação A iluminação pública da capital de Rondônia começa a ganhar um novo formato de modernização nas principais avenidas com um investimento de R$ 2,5 milhões nesta primeira etapa do Programa de Eficiência Energética (Proled), iniciado na última sexta-feira (24), pela Prefeitura de Porto Velho, para reduzir custos e melhorar a eficiência.

Presidente da Emdur, Gustavo Beltrame

Na noite de sexta, a avenida José Amador do Reis, entre a Amazonas e Rua Quatro de Outubro, recebeu 45 servidores da Empresa de Desenvolvimento Urbano de Porto Velho (Emdur), distribuídos em nove equipes, que realizaram a troca das luminárias de vapor de sódio e metálico por luminárias de led.

De acordo com o presidente da Emdur, Gustavo Beltrame, a principal melhoria da implantação das lâmpadas de led é a economia, de até 85%, na conta de iluminação pública. “Somente na José Amador dos Reis, a economia será de R$ 108 mil por ano, com as trocas dos 99 pontos de iluminação. Atualmente a despesa anual é de R$ 171 mil”, explica .

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Além da economia, outro ponto importante é a vida útil e a manutenção. “Também tem o custo benefício da empresa, a vida útil do equipamento de led chega a ultrapassar as 50 mil horas, enquanto as de vapor metálico ficam em torno de 20 mil horas. Dando uma durabilidade maior e reduzindo os trabalhos de manutenção. As led tem garantia de oito anos”, acrescenta o presidente da Emdur.

Neste final de semana a Emdur  substituiu 211 pontos de lâmpadas

Beltrame ressaltou ainda que a luminosidade da lâmpada de led é maior e as vias vão ficar bem iluminadas e proporcionar mais segurança. “É mais um importante serviço que o prefeito Hildon Chaves entrega à população”, destacou.

Gustavo Beltrame agradeceu o apoio dos fiscais de trânsito da Secretaria Municipal de Trânsito, Mobilidade e Transporte (Semtran), que realizaram os trabalhos de orientação no local.

SERVIÇO

A avenida Lauro Sodré também recebeu o serviço de troca de lâmpadas de vapor metálico por led, encerrando os trabalhos do final de semana da Emdur com 211 pontos de lâmpadas substituídos, que além de gerar economia para os cofres públicos, preserva o meio ambiente, pois o novo sistema consome menos energia.

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Nos próximos dias, a Emdur irá realizar os trabalhos nas avenidas Farquar e Calama.

Texto: Elaine Barbosa
Fotos: Saul Ribeiro

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

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