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Veja a lista, 12 chefões do PCC presos no presídio de Porto Velho

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Dos 22 integrantes da cúpula do PCC sentenciados, 12 estão no presídio federal de Porto Velho e são vigiados por uma complexa rede de segurança que conta com homens do Exército Brasileiro. Barricadas estão montadas na BR 364, dez quilômetros antes e depois do presídio de segurança máxima, nos dois sentidos entre Porto Velho e Rio Branco, com soldados usando aparato de guerra.

Segundo informes estão em Rondônia: Marco Willians Herbas Camacho (Marcola); Lourivaldo Gomes Flor (Louro); Pedro Luís da Silva Moraes (Chacal); Alessandro Garcia de Jesus Rosa (Pulft); Fernando Gonçalves dos Santos (Colorido); Patric Velinton Salomão (Forjado); Lucival de Jesus Feitosa (Val do Bristol); Cláudio Barbará da Silva (Barbará); Almir Rodrigues Ferreira (Nenê de Siminone); Reginaldo do Nascimento (Jatobá); Rogério Araújo Taschini (Rogerinho); e Célio Marcelo da Silva (Bin Laden).

Os chefões foram transferidos no mês passado para três presídios federais. Além de Porto Velho alguns foram transferidos para Mossoró e Brasília também.

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COVID-19 – Prefeitura apresenta balanço da Operação Argos III

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Equipe fiscalizou mais de uma centena de estabelecimentos comerciais de Porto Velho

A fiscalização é para garantir o cumprimento das restrições do decretoUma força-tarefa composta órgãos fiscalizadores da Prefeitura de Porto Velho, policiais militares e bombeiros militares realizou, sábado (10), a 3ª edição da Operação Argos. No total, 115 estabelecimentos comerciais foram visitados. O grupo atua para sensibilizar o comércio local quanto ao cumprimento das restrições relacionadas ao controle a pandemia de Covid-19.

A equipe percorreu algumas das principais avenidas da cidade como Sete de Setembro, Nações Unidas, Amazonas e José Amador dos Reis. Foram feitas orientações em 105 estabelecimentos, além de sete notificações e quatro autuações por motivos variados.

A atuação da força-tarefa de servidores da Prefeitura de Porto Velho é parte do cumprimento das medidas de restrição ao funcionamento de estabelecimentos comerciais previstas em legislação especifica.

“A fiscalização é feita para que não seja necessário ampliar o período de restrições ou fechar o comércio durante a semana. É ruim para economia, pior ainda para as vidas que são perdidas no decorrer da pandemia”, justifica o diretor do Departamento de Fiscalização da Secretaria Municipal de Fazenda (Semfaz), Huéliton Mendes.

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A fiscalização vai permanecer enquanto durar a vigência dos decretos Mendes destaca que a sociedade precisa colaborar seguindo as regras impostas pelas autoridades sanitárias e que a classe empresarial também precisa ajudar o poder público neste momento.

Segundo a Semfaz, a fiscalização vai permanecer enquanto durar a vigência dos decretos que tratam do isolamento social controlado.

OPERAÇÃO

A Operação Argos é coordenada pelo Setor de Fiscalização da Semfaz e tem apoio do Departamento de Postura Urbana da Secretaria Municipal de Serviços Básicos (Semusb), Corpo de Bombeiros Militar, Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), além do apoio da Polícia Militar.

Texto: Etiene Gonçalves
Fotos: Leandro Morais

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

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