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VICINAIS – Meta da Prefeitura é ultrapassar 5 mil quilômetros de estradas rurais recuperadas em Porto Velho

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Melhoria nas estradas garante o tráfego dos moradores e escoamento dos produtos agrícolas

Mais de 11 mil quilômetros de estradas recuperadas na zona ruralA manutenção e a recuperação de estradas vicinais da capital fazem parte dos trabalhos prioritários da Prefeitura de Porto Velho para manter os acessos da zona rural em boas condições para trânsito de moradores e escoamento da produção agrícola. Com essa finalidade, a Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Semagric) pretende ultrapassar 5 mil quilômetros de estradas recuperadas em 2021.

Somados os últimos quatro anos, foram mais de 11 mil quilômetros de estradas na zona rural recuperadas. O atendimento a estas demandas é uma preocupação da gestão Hildon Chaves desde o primeiro ano de administração. O tráfego seguro é a garantia de que toda a produção agrícola será escoada e chegará aos centros consumidores.

O secretário adjunto da Semagric, Gustavo Serbino, explica que o trabalho inclui a instalação de bueiros, construção de pontes, encascalhamento e outras melhorias. “Entre instalação e reparos de pontes, foram mais de 610 entre 2017 e 2019.

Neste ano, vamos contar com serviço terceirizado para realizar quase 3 mil quilômetros de patrolamento. Outros 3,8 mil quilômetros de recuperação de estradas com encascalhamento serão feitos diretamente pela Semagric”, calcula o gestor.

TEMPO

Na estiagem o foco é a recuperação totalO calendário de atividades da Secretaria é dividido conforme o período climático. Na estiagem o foco é a recuperação total. Na época das chuvas as atenções são voltadas para as ações emergenciais e de recuperação de danos essenciais. “É quando ocorrem problemas com pontes e bueiros e fica inviável a recuperação total das estradas”, diz o secretário adjunto.

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Somente neste ano já foram recuperadas estradas nos ramais São Bernardo e São Sebastião, avenidas do setor chacareiro como Amazonas, Alexandre Guimarães, Raimundo Cantuária, entre outras.

A lista inclui ainda a recuperação de toda a extensão da Estrada do Teotônio. No Ramal Caiari, os trabalhos estão em andamento. A Semagric também mandou para o Ramal Areia Branca trabalhadores para que realizem as obras emergenciais de tapa-buracos e remoção dos atoleiros.

No Ramal Três Buritis foram recuperados 5 quilômetros de estrada. Na Estrada dos Japoneses houve manutenção corretiva, no Ramal Cujubinzinho foi providenciada a operação tapa-buracos e serviços emergenciais. Nesta semana estão em andamento serviços no Assentamento Joana Darc, nas linhas 3, 5, 7 e 9, com trabalho emergencial, obras que também acontecem na Linha Progresso.

Ainda fazem parte da lista de serviços executados em 2021 o Linhão de União Bandeirantes, com 40 quilômetros de estradas recuperadas e as linhas perpendiculares. Há serviços em andamento nas linhas 7 e 8 dos ramais Abacaxi e Ferrugem.

Em Rio Pardo, na Linha 67, estão programados 100 quilômetros de obras. O distrito de Jaci-Paraná também está no pacote com limpeza das ruas, além das vicinais, o que também será feito na Linha 31 de Março. Para o distrito de Abunã estão programados trabalhos na Vila da Penha e linhas 11 e 7 com a construção de uma ponte em parceria com a comunidade e o trabalho emergencial de tapa-buracos. Em Vista Alegre foi feita limpeza de vias urbanas

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PARCERIA

O trabalho inclui a instalação de bueiros, construção de pontes e outras melhoriasNa estrada RO-05 Aliança, acesso ao distrito de São Carlos, há parceria com o Departamento de Estradas e Rodagens (DER). Como a linha principal, que é estadual, tem linhas perpendiculares de responsabilidade do município, o serviço está sendo executado em conjunto.

Para as estradas nas divisas com os municípios de Canutama, pertencente ao Estado do Amazonas, e Nova Mamoré, os termos de cooperação estão sendo redigidos e, após serem assinados, iniciarão os trabalhos de recuperação.

SUPORTE

O maquinário de suporte para estes atendimentos é fundamental. São utilizados 39 caminhões-caçamba, um caminhão-oficina, uma perfuratriz, três caminhões bitrem e várias motoniveladoras. “Em 2017, 60% do maquinário estava inutilizado ou em oficina e ao final do ano passado esse índice era de aproximadamente 15%, e isto deve-se ao esforço do Prefeito Hildon Chaves”, afirma Gustavo.

Cada distrito conta com maquinário fixo, mas recebe apoio das equipes itinerantes na realização de obras pontuais.

Texto: Renata Beccária
Fotos: Semagric

Superintendência Municipal de Comunicação – (SMC)

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VACINAS – Prefeito garante que processo para a compra de vacinas não causa prejuízo ao município

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A modalidade de carta de crédito é a garantia que o pagamento só é efetuado após o recebimento da mercadoria comprada

Em coletiva de imprensa, prefeito destacou que a capital não corre risco financeiroO prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, disse, na quinta-feira (22), que o município não será prejudicado se ficar comprovado que o processo da venda de vacinas AstraZeneca à Prefeitura não será cumprido, conforme investigações realizadas no Rio de Janeiro. Em entrevista coletiva, ele revelou que irá à capital fluminense para tomar conhecimento do que foi descoberto sobre a empresa Ecosafe Solutions, que negociava o imunizante.

O prefeito disse que vai se reunir com a Polícia Civil no Rio de Janeiro para conferir o que realmente está acontecendo para que possa subsidiar decisões futuras por parte da Prefeitura de Porto Velho. “Não corremos qualquer risco ou prejuízo financeiro. Optamos pela modalidade da carta de crédito expedida pelo Banco do Brasil e, por este motivo, estamos seguros pelo próprio mecanismo dela. O pagamento só é efetuado após o embarque da mercadoria comprada”, disse, ao esclarecer que diferente das notícias divulgadas na imprensa nacional, o município não fez o pagamento via ‘Swift’, um tipo de transferência internacional. A carta de crédito, em si, confere garantias para quem compra e quem vende.

Os recursos mobilizados para a aquisição das 400 mil doses da vacina continuam na conta da Prefeitura, aproximadamente R$ 20 milhões. A liberação à empresa Ecosafe Solutions só acontecerá se forem cumpridos todos os requisitos do contrato. Entre eles, o crédito após 10 dias úteis ao embarque da mercadoria, com frete aéreo.

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Prefeito informou que os recursos para a aquisição da vacina continuam na conta “Pelo contrato, temos todo o tempo necessário para recepcionar a carga. Antes disso, está previsto que o laboratório precisa apresentar à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o certificado de liberação definitiva no Brasil e quais lotes estão sendo embarcados, data de produção e validade”, detalhou o prefeito. Ele destacou que para este procedimento legal existe a supervisão de uma certificadora internacional.

Segundo Hildon, internamente, uma equipe de técnicos do município fez pesquisa sobre a empresa sediada na Pensilvânia (EUA) e não foram encontrados fatos que desabonem a conduta de seus sócios. De acordo com ele, diante da complexidade da negociação foi feita a opção de segurança, defesa e proteção ao erário.

PROVIDÊNCIAS

Uma medida sobre a continuidade ou não do trâmite da compra das doses do imunizante da Oxford/Astrazeneca deverá ser tomada na próxima semana. Pode ocorrer, por exemplo, a revogação da carta de crédito já emitida pela Prefeitura.

“Vamos continuar trabalhando, pela defesa da vida e da saúde das pessoas da nossa cidade, e para fomentar a volta da nossa economia ao que era antes. Esta é a minha luta. Porto Velho tem vanguardismo na gestão e, havendo disponibilidade de vacinas, estamos prontos para a sua aquisição”, reiterou o prefeito, comprometendo-se em buscar todas as alternativas viáveis na aquisição de imunizantes caso haja falha ao contrato atual.

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HISTÓRICO

Já foram adquiridas 190 mil seringas e agulhas para a vacinação À imprensa, o gestor municipal ressaltou que não só o Brasil, mas o mundo vive uma crise humanitária e que há duas opções possíveis. “Uma, é não fazer absolutamente nada e permitir que as coisas continuem fluindo, observando o seu ciclo natural. Outra, como prefeito, busquei, desde dezembro, a aquisição de vacinas, inclusive com o Instituto Butantã (SP) e na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) ”, lembrou.

Na época, o Governo Federal deu sinais que não faria aquisições das vacinas para o Plano Nacional de Vacinação (PNI) e foi firmado um protocolo de intenções à época de 80 mil doses. Posteriormente houve um contrato de exclusividade com a União e veio a proibição de vendas aos estados e municípios.

Como Plano B, Hildon Chaves lembrou que há agora a participação da Prefeitura de Porto Velho no Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras (Conectar), coordenado pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP), que prevê a aquisição de mais de 30 milhões de doses de imunizantes.

Com uso de recursos oriundos da iniciativa privada, foram adquiridas 190 mil seringas e agulhas para a vacinação em massa após a chegada de imunizantes. O investimento foi de R$ 60 mil.

Texto: Etiene Gonçalves
Fotos: Leandro Morais

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

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