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“Ação Solidária Denarc” arrecada alimentos para 100 famílias em situação de vulnerabilidade social de Porto Velho

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“Ação Solidária” prevê a arrecadação de alimentos e dinheiro para ajudar famílias em situação de vulnerabilidade social de Porto Velho

Em mais uma iniciativa de apoio às comunidades carentes em meio a pandemia da covid-19, o Departamento de Narcóticos da Polícia Civil de Rondônia (Denarc) está realizando uma “Ação Solidária ” de arrecadação de alimentos para assistência a 100 famílias em situação de vulnerabilidade social de Porto Velho , com cestas básicas completas.

De acordo com o delegado Raimundo Mendes, diretor do Denarc, o Departamento produziu um folder com telefones para orientar as doações (99322-6136, 99274-2466, 99268-6557 e 99247-0699), para facilitar a comunicação com os doadores. Ele explicou que a seleção das famílias para receber o benefício vai ser realizada por indicação dos próprios policiais, com base do cadastro realizado por telefone durante o período da campanha da Ação Solidária.

Para o titular da Delegacia, toda sociedade brasileira passa por um momento difícil em decorrência da crise de saúde e econômica causada pela pandemia da covid-19, e que este segmento social, as famílias em situação de vulnerabilidade social, é que está sofrendo mais as consequências desta crise, devido a falta de trabalho e de outras alternativas para garantir o sustento. “Sempre realizamos este tipo de ação e neste momento ela é fundamental para ajudar as famílias”, disse.

Pelos telefones as pessoas podem fazer as doações ao projeto da Ação Solidária do Denarc

O delegado explicou que a Denarc desenvolve projetos sociais como este, há mais de oito anos, mas sempre voltados  às crianças carentes, com doação de brinquedos e orientação dirigidas, com o objetivo de prevenir sobre o mundo das drogas. Desta vez, contudo, o foco, segundo ele, é o contingente populacional em situação de pobreza, onde muitas famílias passam por grandes dificuldades, jovens, adultos e crianças, que sofrem com a falta de trabalho, dinheiro e consequentemente a escassez de alimentos.

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Nesta ação coordenada pelo Denarc, além do trabalho de todos os servidores, a instituição conta também com o apoio de funcionários de outras delegacias e de instituições públicas que abraçaram a causa, com a expectativa de conseguir a doação de 100 cestas básicas, e atender consequentemente 100 famílias, com produtos e gêneros de primeira necessidade e que não sejam perecíveis (arroz, feijão, óleo, café, leite, açúcar, macarrão, enlatados, etc) e também em  dinheiro, aos que preferirem, para garantir o mínimo a essas famílias em termos de alimentação.

Um dado importante destacado pelo delegado Raimundo Mendes é que nesta campanha da Ação Solidária, a prioridade de atendimento será para às mães chefes de famílias, que sofrem duplamente toda carga de dificuldade para manter e sustentar o lar (filhos e netos, eventualmente). “Por isso ao convidar a sociedade rondoniense a nos ajudar nesta ação importante, quero agradecer a todos que já fizeram sua doação e dizer que sem ela este projeto de distribuir amor e solidariedade, por meio do pão, não seria possível”, disse.

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Fonte: Governo RO

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Datas comemorativas reforçam o combate à xenofobia; Seas cita Central como avanço em Rondônia

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Mais de 900 pessoas já foram atendidas na Central de Migrantes instalada pela Seas no Tudo Aqui, em 2020

Os migrantes têm no mês de junho importantes comemorações. As homenagens começam com o Dia Nacional do Migrante, 19; Dia Mundial do Refugiado, 20; encerrando com o Dia Mundial do Migrante, 25. Essas datas são consideradas como necessárias em virtude do grande número de migração em níveis nacional e global. O principal objetivo é a sensibilização da sociedade para a erradicação de preconceitos e aversões, ou seja, a mitigação da xenofobia, principalmente em relação aos imigrantes que passam a residir no Brasil.

Estas datas servem para explicitar a importância da proteção e inclusão social dessas pessoas que migram e passam a residir em outros países.

Seas trabalha para atender migrantes que se enquadram nas características de refúgio

No caso do Brasil, cabe receber essas pessoas com hospitalidade ao invés de hostilidade; e proporcionar um convívio social sem conflitos ou fomentação de estigmas sociais, independente de se tratar de um imigrante voluntário, forçado ou refugiado.

Em nível estadual, na Central de Informação ao Migrante e Refugiado, localizada no Tudo Aqui, em Porto Velho, o Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social (Seas), prestou assistência a mais de 900 imigrantes oriundos de diversas nacionalidades, a maioria da América Latina, com casos esporádicos dos continentes europeu, asiático e africano, vindos de países, como Portugal, Rússia, China e Senegal.

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Atualmente, a Central conta com intérpretes de inglês, espanhol e crioulo haitiano para atender à população migrante que busca amparo governamental. Entre os serviços prestados, estão orientações e encaminhamentos sobre requerimento de CPF, solicitação e renovação da Carteira Nacional de Registro Migratório (CNRM), autorização de residência, entre outras informações.

A Seas ressalta a responsabilidade que estas datas evidenciam para a inserção de novos indivíduos em países distintos com novas culturas, climas, línguas, entre outros fatores.

REFUGIADO

De acordo com a Convenção Relativa ao Estatuto do Refugiado de 1951, é considerada refugiada a pessoa que “receando com razão ser perseguida em virtude da sua raça, religião, nacionalidade, filiação em certo grupo social ou das suas opiniões políticas, se encontre fora do País de que tem a nacionalidade e não possa ou, em virtude daquele receio, não queira pedir a proteção daquele País”.

Entre as populações deslocadas, estão não só refugiados, mas também deslocados internos (ou IDPs, na sigla em inglês), pessoas que fogem dentro de seu País. A Lei de Refúgio brasileira (Lei nº 9.474/1997) é considerada uma das mais avançadas do mundo. O reconhecimento da comunidade internacional se estende às ações de ajuda humanitária e integração socioeconômica de refugiados e imigrantes, como o trabalho que está sendo realizado desde que teve início o fluxo migratório venezuelano.

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O Brasil acolhe hoje cerca de 43 mil refugiados reconhecidos e 193 mil solicitantes de refúgio. Integram esse grupo pessoas de 94 nacionalidades diferentes, como a Síria, República Democrática do Congo, Colômbia e Cuba.

Conforme o relatório “Tendências Globais – Deslocamento Forçado em 2019” do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), atualmente existem mais de 26 milhões de refugiados no mundo. No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública, mais de 40 mil pessoas são reconhecidas como refugiadas. Apenas no ano de 2019, foram deferidas 21.304 solicitações de refúgio, sendo a maioria proveniente da Venezuela.

Em Rondônia, a Seas trabalha visando atender aos migrantes que se enquadram nessa característica de refúgio, realizando o auxílio necessário por intermédio da Central de Informação aos Migrantes e Refugiados, que desde sua instalação, em setembro de 2020, já gerou 149 protocolos de renovação de refúgio e 181 solicitações de refúgio computando 927 atendimentos variados a pessoas migrantes, refugiadas ou não.

Além das orientações e auxílios, neste ano de 2021 a Central ainda forneceu máscaras de tecido e sabonetes para proteção e higienização para migrantes e refugiados, por meio das instituições que atuam no atendimento dessa população.

Fonte: Governo RO

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