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CDL Ji-Paraná firma parceria com Dental Norte

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O plano odontológico vai facilitar os cuidados com a saúde bucal

“Cuidar da saúde bucal sem gastar muito” Este é o objetivo da Câmara de Dirigentes Lojistas de Ji-Paraná – CDL ao firmar parceria com a Dental Norte oferecendo plano odontológico para empresários, pessoas físicas e servidores públicos a preços acessíveis sem dispor da qualidade do serviço e materiais utilizados. “Iniciamos a negociação como parceiros e acabamos nos tornando um representante legal. A CDL a partir de agora dispõem de mais este benefício para o associado” destacou a administradora da entidade, Nayara Trindade.
Os planos variam, para pessoas jurídicas podem ser comercializados a partir de 25 reais e para pessoas físicas a partir de 46 reais, com várias formas de pagamento; boleto, cartão ou débito em conta.
O plano odontológico tem cobertura em todo o Estado de Rondônia. Em Ji-Paraná, mais de 17 clínicas são conveniadas. Segundo Fagner Ferreira, a Dental Norte é líder de mercado. O plano tem na rede mais de 50 mil pessoas e é a maior rede credenciada no estado, o que possibilita atender com qualidade os clientes. O plano é o maior do estado e ocupa o sexto lugar na região norte. “A partir de agora a CDL é nosso representante legal e tem total liberdade para comercializar o plano”.
Treinamento
A equipe da CDL Ji-Paraná está apta para comercializar o plano. Na penúltima semana de Dezembro, os colaboradores receberam orientações de como funciona o plano odontológico, carências e procedimentos que podem ser executados. Além disso, foram capacitados para sanar eventuais dúvidas que possam surgir durante o processo de adesão.
Como aderir ao plano?
As pessoas interessadas devem ligar no telefone 69 3421-9772 ou ir até o balcão da entidade para saber mais detalhes sobre o plano odontológico.

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Em Ji-Paraná (RO), MPF denuncia comerciante que submeteu venezuelanos a trabalho semelhante à escravidão

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Comerciante foi denunciado por tráfico de pessoas, condição de trabalho análogo à escravidão e racismo contra venezuelanos

O Ministério Público Federal (MPF) em Ji-Paraná (RO) denunciou à Justiça o sócio-administrador da empresa Metal Rocha, Wilson Rocha, por crimes de tráfico de pessoas, redução à condição análoga à de escravo e racismo contra trabalhadores venezuelanos. Segundo o MPF, ele viajou até Roraima para contratar venezuelanos para sua empresa e convenceu pelo menos seis venezuelanos com a promessa de trabalho e salário digno, transporte e alimentação no trajeto. Os venezuelanos viajaram de ônibus de Boa Vista a Manaus (AM), depois de barco até Porto Velho e de táxi até Ji-Paraná (RO).

Conforme os depoimentos das vítimas, foi prometido que os valores da viagem não seriam descontados por inteiro do primeiro salário, mas Wilson Rocha quebrou o acordo e eles ficaram sem salário, receberam apenas 200 reais como empréstimo. Desse modo, os venezuelanos ficaram em servidão por dívida.

A moradia desses venezuelanos em Ji-Paraná era nas dependências da empresa, em quartos sem janelas e com buracos no teto. Eles dormiam em papelões estendidos no chão e não havia guarda-roupas nos quartos. A cozinha não tinha pia e as louças eram lavadas em uma bacia. Também não existiam armários e por isso até os alimentos secos eram guardados em uma geladeira velha ou armazenados junto com utensílios em uma estante de metal bastante enferrujada. Não havia filtro de água ou bebedouro nesse alojamento improvisado. Um dos venezuelanos relatou que também morou durante um período na antiga casa do cachorro do dono da empresa.

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Racismo – Além de tráfico de pessoas e das condições análogas à escravidão, o comerciante também está sendo denunciado por racismo. Conforme a denúncia, os venezuelanos sofriam tratamento discriminatório, com xingamentos e comentários agressivos e vexatórios, e tinham seu serviço menosprezado por serem da Venezuela.

Os venezuelanos disseram que Wilson Rocha era muito agressivo, gritava, xingava, intimidava e ameaçava a todos. Ele jogava objetos no chão e os mandava recolher. O comerciante falava que os venezuelanos não eram nada, as agressões verbais e psicológicas eram diárias. Em certa ocasião, quando saíram de noite para irem à igreja, Rocha foi de carro atrás deles. Ele os proibia de usar aparelho celular e manter contato com outras pessoas. Na empresa havia oito câmeras de vigilância e os venezuelanos eram observados.

Eles conseguiram fugir das dependências da empresa, deixando seus documentos e objetos pessoais, em razão do perfil violento do dono. Consta na denúncia do MPF que os crimes aconteceram em 2018.

A denúncia é a de número 1001217-77.2021.4.01.4101 e será julgada pela Justiça Federal em Ji-Paraná

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