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Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais registra alta nos atendimentos durante a pandemia

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O Centro também apoia a investigação de casos suspeitos de eventos adversos pós-vacinação

O Governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), mesmo em meio a pandemia do novo coronavírus, tem reforçado o atendimento a pacientes com diversos tipos de comorbidades em todo o Estado, por meio do Centro de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie), localizado no Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro, em Porto Velho.

Os Cries foram criados por meio da Portaria nº 464/2000 e têm o objetivo de beneficiar uma parcela especial da população que, por motivos biológicos, é impedida de usufruir dos imunológicos disponíveis na rede pública ou necessita de outras substâncias especiais, tais como pessoas portadoras de imunodeficiência congênita, infectados pelo HIV, portadores de doenças neurológicas, cardiopatas, pneumopatas, portadores de doenças hematológicas, dentre outros. O Centro também apoia a investigação de casos suspeitos de eventos adversos pós-vacinação.

A enfermeira, Silvia Carvalho, é responsável pelo Crie do Hospital de Base desde 2015

As pessoas que recebem atendimento no Crie necessitam de produtos especiais, de alta tecnologia e alto custo, que são adquiridos pelo Programa Nacional de Imunização (PNI), do Ministério da Saúde. Porém, para fazer o uso desses imunobiológicos, é necessário apresentar a prescrição com indicação médica e relatório clínico do seu caso.

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A enfermeira, Silvia Carvalho, que é responsável pelo Crie do Hospital de Base desde 2015, faz um relato a respeito dos atendimentos no local, destacando que mesmo em meio a pandemia, a procura dos pacientes tem gerado uma alta demanda por consultas no local.

Silvia argumenta que o Sistema Único de Saúde (SUS) é um sistema igualitário que distribuiu as vacinas a todos, porém, em 1993, o PNI detectou que havia um grupo de pessoas mais vulneráveis a doenças imunopreviníveis, precisando da equidade, isto é, dar mais a quem precisa de mais, e a partir disso foram instituídos os Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais.

A unidade possui uma médica, além da enfermeira Silvia, que faz o atendimento e a avaliação para aplicar a vacina adequada nos pacientes. No Crie, os imunizantes que são carros-chefe, são contra a pneumonia e a gripe. Para a enfermeira, a importância dos atendimentos no Crie é prevenir as pessoas que passam por alguma situação de risco, imunizando-as com as vacinas oferecidas.

O único Crie do Estado tem recebido uma alta demanda por atendimentos, sendo de 50 a 60 pacientes por dia.

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CRIE VIRTUAL

Silvia explica ainda, que o paciente, com o seu laudo ou encaminhamento, “deve procurar o setor de imunização de seu município, que fará o encaminhamento virtual do documento para a Regional de Saúde, onde a Coordenação Estadual de Imunização receberá a comprovação”.

Fonte: Governo RO

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Paciente de Dourados é o segundo a ter alta hospitalar após tratamento contra a covid-19 em Rondônia

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O paciente Cleiton chegou na capital no dia 4 de junho

Cleiton Braga dos Santos, de 33 anos, um dos pacientes de Mato Grosso do Sul que veio transferido para leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Porto Velho (RO), na Operação “Unidos Pela Vida”, recebeu alta nesta sexta-feira (18). O paciente do município de Dourados chegou na capital no dia 4 de junho, em estado grave permaneceu na UTI por 11 dias, na Assistência Médica Intensiva (AMI), e na enfermaria do Hospital de Base Dr. Ary Pinheiro permaneceu por mais três dias, até receber alta hospitalar.

“Foram dias difíceis esses que passei na UTI, mas recebi tanto amor e atenção dos profissionais da AMI que eu estou aqui, contando a minha vitória. Deus que colocou na minha vida essa vaga aqui em Porto Velho. Entre várias pessoas à espera por um leito, eu fui o escolhido. Talvez se eu estivesse ficado, não estaria aqui contando minha recuperação. Vim para uma cidade que não conhecia, mas que acolheu como um rondoniense. Meu sentimento é de eterna gratidão”, conta o paciente.

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No último domingo (13), Cleiton Braga fez aniversário e para ele foi um renascimento. “Sobreviver a essa doença é renascer, completei 33 anos num leito de UTI, e agora aqui vivo, me sinto como um milagre de Deus”, enfatizou o rapaz.

A mãe de Cleiton, Joanes Florência Braga, de 62 anos veio buscar o filho

A mãe de Cleiton, Joanes Florência Braga, de 62 anos, veio buscar o filho. Ela o viu pela última vez embarcando em busca de uma chance para se curar da covid-19. “Meu filho renasceu, ele veio para Rondônia em estado grave. Deus colocou as mãos em todos esses profissionais que acolheram meu filho e cuidaram com muito carinho. Todos os dias eu tinha notícias dele. Eu agradeço imensamente a cada um. Só eu sei o que eu passei durante esses dias em que meu filho permaneceu internado. Agora, vendo ele curado e podendo abraçá-lo, só tenho a agradecer ao Estado de Rondônia que nos acolheu”, disse emocionada.

Ao todo, o Estado de Rondônia recebeu 12 pacientes graves do Mato Grosso do Sul, dos quais dois já receberam alta hospitalar e retornaram para sua cidade natal. “Ficamos emocionados em ver que esses pacientes estão voltando para suas cidades locais curados desta doença. O governador Marcos Rocha nos solicitou que, enquanto pudermos ajudar estaremos de portas abertas”, destacou o secretário de Estado da Saúde (Sesau), Fernando Máximo.

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Fonte: Governo RO

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